I- Se, perante a decisão da matéria de facto, o aceitante assinou a letra cujo preenchimento apresentava a data de vencimento rasurada e o avalista dele não provou que a data foi rasurada sem o seu conhecimento e consentimento, a rasura não constitui vício de forma invocável pelo mesmo avalista.
II- Não se torna necessário o protesto para o portador da letra exercer, quanto ao avalista, o seu direito cambiário.