- 1 -O imposto constitui encargo dos titulares do interesse económico nas situações referidas no artigo 1.º
- 2 -Em caso de interesse económico comum a vários titulares, o encargo do imposto é repartido proporcionalmente por todos eles.
- 3 -Para efeitos do n.º 1, considera-se titular do interesse económico:
- a)Nas transmissões por morte, a herança e os legatários e, nas restantes transmissões gratuitas, bem como no caso de aquisições onerosas, os adquirentes dos bens;
- b)No arrendamento e subarrendamento, o locador e o sublocador;
- c)Nas apostas, o apostador;
- d)No comodato, o comodatário;
- e)Nas garantias, as entidades obrigadas à sua apresentação;
- f)Na concessão do crédito, o utilizador do crédito;
- g)Nas restantes operações financeiras realizadas por ou com intermediação de instituições de crédito, sociedades ou outras instituições financeiras, o cliente destas;
- h)Na publicidade, o afixante ou o publicitante;
- i)Nos cheques, o titular da conta;
- j)Nas letras e livranças, o sacado e o devedor;
- l)Nos títulos de crédito não referidos anteriormente, o credor;
- m)Nas procurações e substabelecimentos, o procurador e o substabelecido;
- n)No reporte, o primeiro alienante;
- o)Nos seguros, o tomador e, na actividade de mediação, o mediador;
- p)Na constituição de uma sociedade de capitais, a sociedade a constituir;
- q)No aumento de capital de uma sociedade de capitais, a sociedade cujo capital é aumentado;
- r)Na transferência de sede estatutária ou de direcção efectiva de uma sociedade de capitais, à sociedade cuja sede ou direcção efectiva é transferida;
- s)Em quaisquer outros actos, contratos e operações, o requerente, o requisitante, o primeiro signatário, o beneficiário, o destinatário dos mesmos, bem como o prestador ou fornecedor de bens e serviços.
Artigo 3.º — Encargo do imposto
Vigente desde: 12/11/2003