4 -1. Manter as condições necessárias à ocorrência da população reprodutora de Canis lupus
• Número de grupos reprodutores (alcateias)
• Manter o número de grupos reprodutores
MEDIDAS DE CONSERVAÇÃO COMPLEMENTARES
O plano de gestão identifica as medidas de conservação complementares às previstas no Decreto-Lei n.º 32/2025, de 20 de março, que visam dar resposta às exigências ecológicas dos valores com prioridade em termos de conservação (valores alvo), definidas em função da condição destes e dos condicionamentos e contextos de ordem legal, social, organizacional, económica e financeira.
As medidas de conservação complementares estabelecidas para a gestão da ZEC Morais e respetivo quadro operacional estão identificados no quadro 5, com a definição dos indicadores de realização, as respetivas metas, as entidades envolvidas na execução e a calendarização.
A informação relevante para a execução das medidas de conservação complementares é apresentada de forma detalhada nas «fichas das medidas de conservação complementares».
Quadro 5 - Quadro operacional das medidas de conservação complementares
Medidas de conservação complementares
Tipologia
Relevância *
Indicador de realização
Meta
Entidade responsável
Entidades envolvidas
Calendarização
Início
Fim
MC1. Promover a gestão sustentável dos prados e pastagens
Gestão
1
Proporção de área contratualizada
50 % da área elegível
ICNF
GPP
Autoridade de gestão do PEPAC
Organizações de produtores
CCDR/Agri
Ano 1
Ano 10
MC2. Promover uma exploração sustentável das áreas de ocorrência de bosques
Gestão
1
Proporção de área contratualizada
50 % da área elegível
ICNF
GPP
Autoridade de gestão do PEPAC
Proprietários, agricultores e gestores florestais
CCDR/Agri
Ano 1
Ano 10
MC3. Restabelecer a continuidade do ecossistema ribeirinho
Gestão
2
Data de elaboração do estudo
Ano 1 da implementação do plano de gestão
ARH/APA
Municípios e suas associações
Autoridade de gestão do PEPAC
CCDR/Agri
ICNF
Ano 1
Ano 10
Proporção das estruturas de génese informal e ilegal eliminadas
100 %
MC4. Prevenção e gestão das pragas e doenças do sobreiro
Suporte
3
Data de elaboração do estudo
Ano 1 da implementação do plano de gestão
ICNF
Associações de produtores florestais
Associações de desenvolvimento local
Ano 1
Ano 3
MC5. Prevenir, intervir precocemente ou gerir/controlar populações e povoamentos de espécies de flora exóticas invasoras
Suporte
3
Data de elaboração do plano de controlo de espécies exóticas invasoras
Ano 1 da implementação do plano de gestão
ICNF
Infraestruturas de Portugal
Municípios
Empresas concessionárias e entidades gestoras das vias de comunicação
Associações de produtores florestais
Associações de desenvolvimento local
ONGA
Ano 1
Ano 10
Proporção das áreas prioritárias intervencionadas
100 % das áreas prioritárias
MC6. Avaliar a permeabilidade das infraestruturas viárias existentes na ZEC e sua envolvente e identificar medidas a implementar nos pontos que estão a comprometer a conectividade entre áreas de presença de lobo-ibérico
Suporte
2
Data de elaboração do estudo de avaliação (diagnóstico)
Ano 2 da implementação do plano de gestão
ICNF
Infraestruturas de Portugal
Concessionários infraestruturas de transporte viário
Municípios
Ano 2
Ano 10
Proporção de áreas prioritárias intervencionadas
100 %
MC7. Adaptação do planeamento e da operacionalização da gestão integrada dos fogos rurais à salvaguarda dos valores naturais protegidos com presença significativa na ZEC
Suporte
2