Com uma porção de ocupação muito próxima dos matos e matagais (14,8 %), seguiam-se as florestas de folhosas autóctones. Estas manchas florestais distribuem-se de modo mais localizado, essencialmente nas imediações de linhas de água. Assinalam-se ainda importantes áreas de floresta alóctone (eucaliptais) que ocorriam de modo algo disperso ao longo da ZEC, podendo surgir em confluências de linhas de água, em linhas de crista e topos de vertente. Esta ocupação foi alterada com o incêndio de 2017, que afetou toda a área da ZEC. Atualmente os matos e matagais recuperam, assim como as toiças do eucaliptal. No entanto o pinhal foi totalmente destruído, não se sabendo se vai conseguir regenerar por via seminal, e da floresta de folhosas autóctones restam fundamentalmente alguns trechos da galeria ripícola dominados por salgueiro.