ii)«Espaços verdes» áreas com funções de equilíbrio ecológico e de acolhimento de atividades ao ar livre de recreio, lazer, desporto e cultura, agrícolas ou florestais, coincidindo no todo ou em parte com a estrutura ecológica municipal;
jj) «Eixos arborizados» eixos pedonais e viários de uso público, marcados por sistemas lineares que asseguram a continuidade da estrutura ecológica, contribuindo para a qualificação do espaço público e para a melhoria da qualidade ambiental;
kk) «Esgaçamento» rotura de ramo por desligamento dos tecidos;
ll) «Espaço verde de utilização coletiva» área de solo enquadrada na estrutura ecológica municipal ou urbana que, além das funções de proteção e valorização ambiental e paisagística, se destina à utilização pelos cidadãos em atividades de estadia, recreio e lazer ao ar livre;
mm) «Espécie autóctone» espécie originária de uma região específica;
nn) «Espécie invasora» espécie exótica cuja introdução na natureza ou propagação num dado território ameaça ou tem um impacto adverso, entre outros, na diversidade biológica e nos serviços dos ecossistemas a ela associados;
oo) «Espécie naturalizada» espécie exótica que ao longo do tempo se adaptou às condições do novo habitat e coexiste, de forma equilibrada, com as espécies nativas;
pp) «Evapotranspiração» evaporação e transpiração de água pelo solo e pelas plantas;
qq) «Fitossanidade» estado de saúde das plantas;
rr) «Flecha» parte terminal do eixo principal (tronco) sobretudo na idade jovem, destacando a sua predominância na copa da árvore;
ss) «Fuste» parte do eixo principal (tronco) da árvore, livre de ramos, entre o colo e a inserção das primeiras pernadas;
tt) «Gomo» rebento ou botão a partir do qual se formam ramos, folhas ou flores;
uu) «Norma Granada» método de avaliação patrimonial de árvores e arbustos ornamentais e palmeiras, redigido pela Associación Española de Parques y Jardines Públicos, que tem em conta, para além do valor da madeira, a valorização de aspetos paisagísticos, ambientais, socioculturais, económicos, sanitários, idade, entre outros;
vv) «Perímetro da altura do peito, (PAP)» medição efetuada do perímetro do tronco das árvores a 1,30 m de altura da superfície do solo;
ww) «Património arbóreo» arvoredo constituído por:
xx) Árvores ou arbustos conduzidos em porte arbóreo - genericamente designados como árvores - existentes em espaços verdes, arruamentos, praças e logradouros públicos ou terrenos municipais;
yy) Árvores ou conjuntos arbóreos com regime especial de proteção, situados em terrenos públicos ou privados no Concelho de Viseu;
zz) Árvores situadas à margem das estradas Nacionais ou Municipais, fora das áreas urbanas;
aaa) «Patogénico» organismo causador de doença;
bbb) «Perenifólias - árvores que mantêm a sua copa revestida de folhas durante o seu ciclo anual de vida;
ccc) «Pernada» ramo estrutural ou primário, inserido no tronco e que fornece sustentação à copa;
ddd) «Poda» cortes feitos seletivamente na árvore com objetivos técnicos específicos previamente definidos;
eee) «Praga» qualquer espécie, estirpe ou biótipo de agentes patogénicos, animais ou vegetais, parasitas nocivos para os vegetais ou os produtos vegetais;
fff) «Repouso vegetativo» período de redução sazonal da atividade das plantas que, nas espécies adaptadas a climas temperados, ocorre geralmente no inverno, quando as espécies caducifólias perdem a folhagem e as perenifólias têm menor atividade vegetativa;
ggg) «Revestimento de caldeiras» cobertura das caldeiras com material orgânico ou inorgânico permeável, (designadamente, folhas secas, as cascas de madeira, a palha estilha) e inorgânicos (designadamente, cascalho solto, as pedras de rios, e as pedras decorativas);
hhh) «Rua de Largura pequena» onde os passeios têm uma largura inferior a 3,5 metros;