- 1 -Nos atos judiciais usa-se a língua portuguesa.
- 2 -Quando hajam de ser ouvidos, os estrangeiros podem, no entanto, exprimir-se em língua diferente, se não conhecerem a portuguesa, devendo nomear-se um intérprete, quando seja necessário, para, sob juramento de fidelidade, estabelecer a comunicação.
- 3 -A intervenção do intérprete prevista no número anterior é limitada ao que for estritamente indispensável.
Artigo 133.º — Língua a empregar nos atos
RetificadoVersão 2Vigente desde: 01/09/2013