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Artigo 4.ºEstão isentos do pagamento de taxas moderadoras:

AlteradoVersão 7Vigente desde: 30/03/2016
1 -Estão isentos do pagamento de taxas moderadoras:
a)As grávidas e parturientes;
b)Os menores;
c)Os utentes com grau de incapacidade igual ou superior a 60%;
d)Os utentes em situação de insuficiência económica, bem como os dependentes do respectivo agregado familiar, nos termos do artigo 6.º;
e)Os dadores benévolos de sangue;
f)Os dadores vivos de células, tecidos e órgãos;
g)Os bombeiros;
h)Os doentes transplantados;
i)Os militares e ex-militares das Forças Armadas que, em virtude da prestação do serviço militar, se encontrem incapacitados de forma permanente;
j)Os desempregados com inscrição válida no centro de emprego auferindo subsídio de desemprego igual ou inferior a 1,5 vezes o indexante de apoios sociais (IAS), que, em virtude de situação transitória ou de duração inferior a um ano, não podem comprovar a sua condição de insuficiência económica nos termos previstos no artigo 6.º, e o respetivo cônjuge e dependentes.
k)Os jovens em processo de promoção e proteção a correr termos em comissão de proteção de crianças e jovens ou no tribunal, com medida aplicada no âmbito do artigo 35.º da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo, aprovada pela Lei n.º 147/99, de 1 de setembro, alterada pela Lei n.º 31/2003, de 22 de agosto, que não possam, por qualquer forma, comprovar a sua condição de insuficiência económica nos termos previstos no artigo 6.º;
l)Os jovens que se encontrem em cumprimento de medida tutelar de internamento, de medida cautelar de guarda em centro educativo ou de medida cautelar de guarda em instituição pública ou privada, por decisão proferida no âmbito da Lei Tutelar Educativa, aprovada pela Lei n.º 166/99, de 14 de setembro, alterada pela Lei n.º 4/2015, de 15 de janeiro, que não possam, por qualquer forma, comprovar a sua condição de insuficiência económica nos termos previstos no artigo 6.º;
m)Os jovens integrados em qualquer das respostas sociais de acolhimento por decisão judicial proferida em processo tutelar cível, e nos termos da qual a tutela ou o simples exercício das responsabilidades parentais sejam deferidos à instituição onde os jovens se encontram integrados, que não possam, por qualquer forma, comprovar a sua condição de insuficiência económica nos termos previstos no artigo 6.º;
n)Os requerentes de asilo e refugiados e respetivos cônjuges ou equiparados e descendentes diretos.
2 -A prova dos factos referidos no n.º 1 faz-se por documento emitido pelos serviços oficiais competentes.
3 -Para os efeitos previstos no número anterior, os termos e as condições da apresentação do documento são definidos pelo conselho diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde, I.P.

Histórico de Alterações

Alterado

Versão 7

Vigente desde: 30/03/2016

Lei n.º 7-A/2016 - 1.ª Série(30/03/2016)

Alterado

Versão 6

Vigente desde: 29/02/2016

Até: 30/03/2016

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Versão 5

Vigente desde: 07/09/2015

Até: 29/02/2016

Alterado

Versão 4

Vigente desde: 22/04/2015

Até: 07/09/2015

Alterado

Versão 3

Vigente desde: 05/08/2014

Até: 22/04/2015

Alterado

Versão 2

Vigente desde: 21/06/2012

Até: 05/08/2014

Alterado

Versão 1

Vigente desde: 29/11/2011

Até: 21/06/2012