Artigo 6.º
Presunções relativas a rendimentos da categoria E
Redação registada como em vigor em 31/12/2014.
Esta é a versão consolidada em vigor.
- 1 -Presume-se que as letras e livranças resultam de contratos de mútuo quando não provenham de transacções comerciais, entendendo-se que assim sucede quando o credor originário não for comerciante.
- 2 -Presume-se que os mútuos e as aberturas de crédito referidos na alínea a) do n.º 2 do artigo anterior são remunerados, entendendo-se que o juro começa a vencer-se nos mútuos a partir da data do contrato e nas aberturas de crédito desde a data da sua utilização.
- 3 -Até prova em contrário, presumem-se mutuados os capitais entregues em depósito não incluídos na alínea b) do n.º 2 do artigo anterior e cuja restituição seja garantida por qualquer forma.
- 4 -Os lançamentos em quaisquer contas correntes dos sócios, escrituradas nas sociedades comerciais ou civis sob forma comercial, quando não resultem de mútuos, da prestação de trabalho ou do exercício de cargos sociais, presumem-se feitos a título de lucros ou adiantamento dos lucros.
- 5 -As presunções estabelecidas no presente artigo podem ser ilididas com base em decisão judicial, acto administrativo, declaração do Banco de Portugal ou reconhecimento pela Direcção-Geral dos Impostos.
Referências (1)
Referenciado por (8)
- Artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 198/2001
- Artigo 92.º do Decreto-Lei n.º 198/2001
- Artigo 46.º do Decreto-Lei n.º 198/2001
- Artigo 75.º do Decreto-Lei n.º 198/2001
- Artigo 83.º do Decreto-Lei n.º 198/2001
- Artigo 109.º do Decreto-Lei n.º 198/2001
- Artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 198/2001
- Artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 198/2001