O pessoal afecto ao serviço das instalações eléctricas deverá ter um conhecimento perfeito sobre primeiros socorros a prestar aos acidentados por acção da corrente eléctrica.
QUADRO 2.1
Características mecânicas e eléctricas de condutores nus
(Artigo 6.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 3.1
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em condutores nus, de cobre
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC.
QUADRO 3.2
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em condutores nus, de alumínio
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC.
QUADRO 3.3
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em condutores nus, de liga de alumínio-magnésio-silíco
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC.
QUADRO 3.4
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos, dotados ou não de armadura e com isolamento e bainha de policloreto de vinilo, dos tipos VV, VAV,VRV, VMV, V1AV, V1RV e V1MV, instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 70ºC, conforme as normas portuguesas NP-917, NP-919 e NP-920.
QUADRO 3.5
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos, dotados ou não de armadura e com isolamento e bainha de policloreto de vinilo, dos tipos VV, VAV,VRV, VMV, V1AV, V1RV e V1MV, enterrados.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 70ºC, conforme as normas portuguesas NP-917, NP-919 e NP-920.
QUADRO 3.6
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos blindados, com isolamento e bainha, de policloreto de vinilo, do tipo VHV, instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 70ºC, conforme as normas portuguesas NP-917, e NP-921.
QUADRO 3.7
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos blindados, com isolamento e bainha de policloreto do vinilo, do tipo VHV, enterrados.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 70ºC, conforme as normas portuguesas NP-917, e NP-921.
QUADRO 3.8
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos blindados, do tipo BCV, instalados ao ar
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 60ºC, conforme as normas portuguesas NP-917, I-982 e I-1103.
QUADRO 3.9
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos com alma de alumínio e com isolamento e bainha de policloreto de vinilo, dos tipos LVV, LSVV, LVAV, LVRV, LVMV, LV1AV, LV1RV, LV1MV, LSVAV, LSVRV, LSVMV, LSV1AV, LSV1RV e LSV1MV, enterrados.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 70ºC, conforme as normas portuguesas NP-917 e I-1467.
QUADRO 3.10
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos com alma de alumínio e com isolamento e bainha de policloreto de vinilo, dos tipos LVV, LSVV, LVAV, LVRV, LVMV, LV1AV, LV1RV, LV1MV, LSVAV, LSVRV, LSVMV, LSV1AV, LSV1RV e LSV1MV, instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 70ºC, conforme as normas portuguesas NP-917 e I-1467.
QUADRO 3.11
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos com isolamento e bainha de policloreto de vinilo, dos tipos VVS, LVVS e LSVVS (cabo em 8), instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 70ºC, conforme a proposta de projecto de norma portuguesa.
QUADRO 3.12
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em condutores isolados agrupados em feixe (torçadas), dos tipos VS e LVS, instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 40ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 90ºC, conforme a proposta de projecto de norma portuguesa.
QUADRO 3.13
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em condutores isolados agrupados em feixe (torçadas), dos tipos XS e LXS, instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 40ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 90ºC, conforme a proposta de projecto de norma portuguesa.
QUADRO 3.14
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos com isolamento de papel impregnado e bainha metálica dos tipos PCAV, PCV e PCIAJ
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e 30ºC, respectivamente, para cabos enterrados e cabos instalados ao ar, conforme proposta de projecto de norma portuguesa.
QUADRO 3.15
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos com isolamento de papel impregnado e bainha metálica dos tipos LPCRV, PCV e LPCIAJ
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e 30ºC, respectivamente, para cabos enterrados e cabos instalados ao ar, conforme proposta de projecto de norma portuguesa.
QUADRO 3.16
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos com isolamento e bainha interior de borracha e bainha exterior de policloropreno, do tipo FBBN, instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 60ºC, conforme as normas portuguesas NP-917 e NP-959.
QUADRO 3.17
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos com isolamento e bainha de policloreto de vinilo, do tipo FVV, instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 70ºC, conforme as normas portuguesas NP-917 e NP-924.
QUADRO 3.18
Intensidades máximas de corrente permanente admissíveis em cabos com isolamento e bainha interior de borracha e bainha de policloropreno, do tipo FBN, instalados ao ar.
(Artigo 11.º - Comentário 2)
(ver documento original)
Nota. - Estes valores são válidos para a temperatura ambiente de 20ºC e foram calculados para uma temperatura máxima junto da alma condutora de 60ºC, conforme as normas portuguesas NP-917 e NP-958.
QUADRO 4.1
Diâmetros médios máximos aparentes ((ver documento original) ap) dos condutores isolados em feixe (torçada) com almas de cobre
(Artigo 36.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 4.2
Diâmetros médios máximos aparentes ((ver documento original) ap) dos condutores isolados em feixe (torçada) com almas de alumínio
(Artigo 36.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 5.1
Codificação dos condutores isolados e dos cabos mais usualmente utilizados em redes de distribuição de energia eléctrca em baixa tensão
(Artigo 53.º - Comentário)
(ver documento original)
Nota. - Alguns dos valores da tensão nominal 0,6/1kV têm carácter transitório até à harmonização das normas portuguesas com os documentos de harmonização do CENELEC que prevêem a tensão nominal de 450/750 V.
QUADRO 8.1
Principais troços navegáveis dos rios do País e maior altura da maestração dos barcos que nos mesmos navegam
(Artigo 78.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 8.2
Linhas de caminho de ferro electrificadas ou cuja electrificação está prevista
(Artigo 86.º e 87.º - Comentário)
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QUADRO 12.1
Distâncias mínimas de protecção a instalações de armazenagem e tratamento industrial de petróleos brutos, seus derivados e resíduos (Decreto-Lei n.º 36270, de 9 de Maio de 1947).
(Artigo 123.º - Comentário)
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QUADRO 12.2
Distâncias mínimas de protecção a instalações de armazenagem de gases de petróleo liquefeitos com capacidade inferior ou igual a 200 m3 (Decreto-Lei n.º 422/75, de 11 de Agosto).
(Artigo 123.º - Comentário)
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QUADRO 13.1
Intensidades convencionais de funcionamento (l(índice f)) e de não funcionamento (l(índice nf)) de fusíveis, em função da sua intensidade nominal (l(índice n))
(Artigo 128.º - Comentário 4)
(ver documento original)
QUADRO 13.2
Intensidades convencionais de funcionamento (l(índice f)) e de não funcionamento (l(índice nf)) de disjuntores em função da sua intensidade nominal (l(índice n))
(Artigo 128.º - Comentário 4)
(ver documento original)
QUADRO 13.3
Redes de distribuição de energia em baixa tensão em condutores isolados em feixe (torçada) dos tipos XS, LXS, VS eLVS, instalados ao ar
Comprimentos de canalizações cuja protecção é assegurada por fusíveis de a. p. c. tipo gl (segundo CEI 269-2)
(Artigo 131.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 13.4
Redes de distribuição de energia em baixa tensão em condutores nus de cobre
Comprimento de canalizações cuja protecção é assegurada por fusíveis de a. p. c. do tipo gl (segundo CEI 269-2)
(Artigo 131.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 13.5
Redes de distribuição de energia em baixa tensão em condutores nus de alumínio
Comprimento de canalizações cuja protecção é assegurada por fusíveis de a. p. c. do tipo gl (segundo CEI 269-2)
(Artigo 131.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 13.6
Redes de distribuição de energia em baixa tensão em cabo, do tipo VAV
Comprimentos de canalizações cuja protecção é assegurada por fusíveis de a. p. c. do tipo gl (segundo CEI 269-2)
(Artigo 131.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 13.7
Redes de distribuição de energia em baixa tensão em cabo, tipo LVAV
Comprimentos de canalizações cuja protecção é assegurada por fusíveis de a. P. C. do tipo gl (segundo CEI 269-2)
(Artigo 131.º - Comentário)
(ver documento original)
QUADRO 14.1
Dimensões de eléctrodos de terra
(Artigo 149.º)
(ver documento original)
QUADRO 15.1
Secção do condutor neutro nas redes trifásicas
(Artigo 151.º)
(ver documento original)