I- Não pode ser formulado um pedido novo nas alegações de recurso;
II- Não é acção de preferência aquela em que se peticiona a condenação da ré a outorgar dois contratos de trespasse com a autora;
III- Tal pedido é juridicamente inexequível - determinando a improcedência da acção - e, entretanto, tornou-se impossível com a outorga dos trespasses a terceiro na pendência da acção;
IV- Na acção de preferência a legitimidade passiva pertence apenas ao adquirente; só há lugar a litisconsórcio necessário entre este e o alienante no caso de simulação do preço, ou quando, concomitantemente, se pode exigir ao alienante uma indemnização pelos danos sofridos.