O PDM entra em vigor no dia seguinte à data da sua publicação no Diário da República e tem um prazo de vigência de 10 anos, ao fim dos quais deve ser revisto, sem prejuízo da sua eventual revisão por força do Relatório sobre o Estado do Ordenamento do Território.
ANEXO I
Áreas de Execução Programada
COD
Tipologia
Tipo de execução
Sistema de execução
Horizonte temporal
Categoria de reversão ou requalificação
Sistemática
Não sistemática
Interessados
Cooperação
Imposição administrativa
UOPG 1-Zona de Lazer das Frieiras
Estruturar
X
X
5 anos
Espaço agrícola
Ac1
(UOPG 2-Quinta da D. Antónia)
Consolidar
X
X
5 anos
Espaço verde de enquadramento
Ae1
(UOPG 3-Capela de S. Pedro)
Estruturar
X
X
5 anos
Espaço agrícola
Ae2
(UOPG 4-Área empresarial da cidade)
Estruturar
X
X
10 anos
Espaço agrícola
Ae3
(UOPG 5-Área empresarial de Freixo de Numão)
Estruturar
X
X
10 anos
Espaço agrícola
Ae4
(UOPG 6-Área empresarial de Touça)
Estruturar
X
X
10 anos
Espaço agrícola
Ae5
(UOPG 7-Área empresarial de Cedovim)
Estruturar
X
X
10 anos
Espaço agrícola
Ae6
(UOPG 8-Área empresarial de Almendra)
Estruturar
X
X
10 anos
Espaço agrícola
ANEXO II
Valores Naturais, Fatores de Ameaça e Orientações de Gestão
A) Os valores naturais protegidos na ZEC Douro Internacional (PTCON0022), no território de Vila Nova de Foz Côa, incluem:
Habitats naturais (anexo I do Decreto-Lei n.º 45/2005, de 24 de fevereiro)
Código
Designação (* habitats prioritários a negrito)
3260
Cursos de água dos pisos basal a montano com vegetação da Ranunculion fluitantis e da Callitricho-Batrachion
3280
Cursos de água mediterrânicos permanentes da Paspalo-Agrostidion com cortinas arbóreas ribeirinhas de Salix e Populu alba
5210
Matagais arborescentes de Juniperus spp.
5330
Matos termomediterrânicos pré-desérticos
6160
Prados oro-ibéricos de Festuca indigesta
6310
Montados de Quercus spp. de folha perene
6410
Pradarias com Molinia em solos calcários, turfosos e argilo-limosos (Molinion caeruleae)
91B0
Freixiais termófilos de Fraxinus angustifolia
91E0
Florestas aluviais de Alnus glutinosa e Fraxinus excelsior (Alno-Padion, Alnion incanae, Salicion albae)
9230
Carvalhais galaico-portugueses de Quercus róbur e Quercus pyrenaica
9260
Florestas de Castanea sativa
92A0
Florestas-galerias de Salix alba e Populus alba
92D0
Galerias e matos ribeirinhos meridionais (Nerio-Tamaricetea e Securinegion tinctoriae)
9330
Florestas de Quercus suber
9340
Florestas de Quercus ilex e Quercus rotundigolia
9560
Florestas endémicas de Juniperus spp.
Nota: Os habitats a negrito são considerados prioritários.
Espécies da flora (anexo II do Decreto-Lei n.º 49/2005, de 24 de fevereiro)
Código
Espécie
Nome comum
Anexo
1892
Holcus setiglumis
erva-mole-do-douro
II, IV
Espécies da fauna (anexo II do Decreto-Lei n.º 49/2005, de 24 de fevereiro)
Grupo taxonómico
Código
Espécie
Nome comum
Anexo
Invertebrados
1044
Coenagrion mercuriale
-
II
Peixes
1116
Chondrostoma duriensis
boga-do-norte
II
1123
Rutilus alburnoides
bordalo
II
1127
Rutilus arcasii
panjorca
II
Anfíbios e Répteis
1220
Emys orbicularis
cágado-de carapaça-estriada
II, IV
1221
Mauremys leprosa
cágado-mediterrânico
II, IV
Mamíferos
1352
Canis lupus
lobo
II, IV
1355
Lutra lutra
lontra
II, IV
1338
Microtus cabrerae
rato-de-cabrera
II, IV
1310
Miniopterus schreibersi
morcego-de-peluche
II, IV
1307
Myotis blythii
morcego-rato-pequeno
II, IV
1321
Myotis emarginatus
morcego-lanudo
II, IV
1324
Myotis myotis
morcego-rato-grande
II, IV
1304
Rhinolophus ferrumequinum
morcego-de-ferradura-grande
II, IV
1303
Rhinolophus hipposideros
morcego-de-ferradura-pequeno
II, IV
Nota: A espécie a negrito é considerada prioritária.
Outras espécies dos Anexos B-IV e B-V do Decreto-Lei n.º 49/2005
Grupo taxonómico
Código
Espécie
Nome comum
Anexo
Flora
1875
Iris lusitanica
maios-amarelos
V
1864
Narcissus bulbocodium
campainhas-amarelas
V
1996
Narcissus triandrus
cantarinhos
IV
1849
Ruscus aculeatus
gilbardeira
V
Anfíbios e Répteis
1191
Alytes obstetricans
sapo-parteiro-comum
IV
1272
Chalcides bedriagai
cobra-de-pernas-pentadáctila
IV
1194
Discoglossus galganoi
rã-de-focinho-pontiagudo
IV
6929
Hyla arborea
rela-comum
IV
1198
Pelobates cultripes
sapo-de-unha-negra
IV
6945
Rana perezi
rã-verde
V
-
Triturus marmoratus
tritão-marmorado
IV
B) Os fatores de ameaça à conservação dos valores naturais e as orientações de gestão para a ZEC Douro Internacional (PTCON0022) no território de Vila Nova de Foz Côa são:
B.1) Fatores de ameaça
Abandono das atividades agropecuárias tradicionais ou sua substituição por regimes intensivos; realização de queimadas (associadas ao pastoreio) e correspondente risco de incêndio; construção de grandes infraestruturas (nomeadamente barragens e vias rápidas); abertura de caminhos nas arribas; corte na vegetação ripícola nos afluentes do Douro; incremento de atividades de recreio e lazer, como passeios náuticos e todo-o-terreno.
B.2) Orientações de gestão
Atendendo à grande diversidade de habitats e correspondente fauna e flora presente na Zona Especial de Conservação do Douro Internacional, verifica-se a necessidade de um vasto conjunto de orientações de gestão tendo em vista a sua conservação.
Uma vez que a maioria dos valores naturais que ocorrem nesta Zona Especial de Conservação depende sobretudo da manutenção das atividades agropecuárias em sistema extensivo, torna-se fundamental promover e viabilizar economicamente estas atividades. Também as ações de ordenamento e gestão florestal devem ser acompanhadas, estabelecendo medidas de proteção dos carvalhais e das florestas de sobreiro e azinho.
Por outro lado, é necessário assegurar igualmente a conservação das comunidades rupícolas e subrupícolas associadas aos afloramentos rochosos, bem como das espécies aquáticas e habitats ripícolas que necessitam de um conjunto de medidas direcionadas para a conservação de ecossistemas ribeirinhos.
Pela sua especificidade e pelo facto de quase metade das espécies do Anexo II existentes na Zona Especial de Conservação serem morcegos, as medidas de proteção aos abrigos destas espécies merecem particular atenção.
Tendo em conta a vulnerabilidade associada ao aumento de acessibilidade decorrente do turismo e da navegabilidade do rio Douro, torna-se necessário ordenar as atividades de montanhismo nas falésias, assim como as atividades turísticas e de lazer em alguns troços do rio. Estas atividades devem ser reguladas e acompanhadas de informação.
B.3) Detalhe das orientações de gestão com referência aos valores naturais
Habitats
Valores Naturais
Orientações de gestão
3260 - Cursos de água dos pisos basal a montano com vegetação da Ranunculion fluitantis e da Callitricho-Batrachion
Agricultura e Pastorícia
Condicionar o uso de agro-químicos/adotar técnicas alternativas.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de açudes em zonas sensíveis;
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água;
Condicionar captação de água;
Condicionar drenagem;
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água.
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes (evitar o recurso a espécies exóticas nos arranjos paisagísticos nas praias fluviais)
3280 - Cursos de água mediterrânicos permanentes da Paspalo-Agrostidion com cortinas arbóreas ribeirinhas de Salix e Populu alba
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Condicionar uso de agro-químicos/adotar técnicas alternativas em áreas contíguas ao habitat.
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água;
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água.
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes (evitar o recurso a espécies exóticas nos arranjos paisagísticos nas praias fluviais)
5210 - Matagais arborescentes de Juniperus spp.
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Condicionar a expansão do uso agrícola (interditar arborizações e plantação de novas vinhas na área ocupada pelo habitat)
Silvicultura
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Proibir florestação;
Promover a recuperação dos zimbrais;
Promover a regeneração natural;
Reduzir risco de incêndio.
Outros usos e atividades
Condicionar ou interditar corte e colheita de espécies;
Ordenar acessibilidades.
5330 - Matos termomediterrânicos pré-desérticos
Agricultura e Pastorícia
Adotar práticas de pastoreio específicas;
Condicionar a expansão do uso agrícola;
Condicionar mobilização do solo.
Silvicultura
Condicionar a florestação;
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Condicionar expansão urbano-turística
Orientações específicas
Efetuar desmatações seletivas;
Impedir introdução de espécies não autóctones/ controlar existentes
6160 - Prado oro-ibéricos de Festuca indigesta
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de açudes em zonas sensíveis;
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de águas;
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Regular dragagens e extração de inertes.
6310 - Montados de Quercus spp. de folha perene
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Adotar práticas de pastoreio específicas.
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas;
Promover a regeneração natural.
Outros usos e atividades
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para conservação
6410 - Pradarias com Molina em solos calcários, turfosos e argilo-limiosos (Molinion caerulear)
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Adotar práticas de pastoreio específicas;
Condicionar expansão do uso agrícola;
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas em áreas contíguas ao habitat.
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água;
Condicionar drenagem.
Orientações específicas
Efetuar desmatações seletivas;
Efetuar gestão de fogo controlado;
Manter/recuperar habitats contíguos.
91B0 - Freixiais termófilos de Fraxinus angustifolia
Agricultura e Pastorícia
Adotar práticas de pastoreio específicas.
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas;
Proibir florestação;
Promover regeneração natural.
Orientações específicas
Controlar a predação e/ou parasitismo e/ou a competição interespecífica;
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes (evitar o recurso a espécies exóticas nos arranjos paisagísticos nas praias fluviais)
91E0* - Florestas aluviais de Alnus glutinosa e Fraxinus excelsior (Alno-Padion, Alnion incanae, Salicion albae)
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas;
Promover regeneração natural;
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de açudes em zonas sensíveis;
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis;
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água.
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes (evitar o recurso a espécies exóticas nos arranjos paisagísticos nas praias fluviais);
Manter/recuperar habitats contíguos;
9230 - Carvalhais galaico-portugueses de Quercus róbur e Quercus pyrenaica
Agricultura e Pastorícia
Salvaguardar de pastoreio.
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas;
Promover regeneração natural;
Reduzir risco de incêndio.
Outros usos e atividades
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
9260 - Florestas de Castanea sativa
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas.
Outros usos e atividades
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
92A0 - Florestas-galerias de Salix alba e Populus alba
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas.
Outros usos e atividades
Condicionar intervenções nas margens e leito de água.
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes.
92D0 - Galerias e matos ribeirinhos meridionais (Nerio.Tamaricetea e Securinegion tinctoriae)
Agricultura e Pastorícia
Salvaguardar de pastoreio.
Construção e infraestruturas
Condicionar expansão urbano-turística;
Condicionar a construção de açudes em zonas sensíveis;
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água;
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água.
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes
9330 - Florestas de Quercus suber
Agricultura e Pastorícia
Condicionar expansão do uso agrícola.
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas;
Condicionar a florestação;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Condicionar expansão urbano-turística.
Outros usos e atividades
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Ordenar acessibilidades.
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes
9340 - Florestas de Quercus ilex e Quercus rotundifolia
Agricultura e Pastorícia
Salvaguardar o pastoreio;
Condicionar expansão do uso agrícola;
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas;
Condicionar a florestação;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Promover a regeneração natural;
Reduzir o risco de incêndio;
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Condicionar a expansão urbano-turística;
Outros usos e atividades
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Ordenar acessibilidades.
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes.
9560 - Florestas endémicas de Juniperus spp.
Agricultura e Pastorícia
Salvaguardar de pastoreio;
Condicionar expansão do uso agrícola.
Silvicultura
Adotar práticas silvícolas específicas;
Proibir a florestação;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Promover a regeneração natural;
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Condicionar a expansão urbano-turística.
Outros usos e atividades
Condicionar ou interditar corte e colheita de espécies;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Orientações específicas
Condicionar o acesso.
Flora
Valores Naturais
Orientações de gestão
Holcus setiglumis
Agricultura e Pastorícia
Outros condicionamentos específicos a práticas agrícolas (promover o código de boas práticas agrícolas, manter regime de pousios com periodicidade adequada e com recurso a desmatações);
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas.
Construção e infraestruturas
Apoiar tecnicamente o alargamento de estradas e a limpeza de taludes;
Condicionar a construção de infraestruturas (mitigar impactes decorrentes da implantação de vias de comunicação);
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis.
Fauna - Invertebrados
Valores Naturais
Orientações de gestão
Coenagrion mercuriale
Agricultura e Pastorícia
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas.
Silvicultura
Reduzir o risco de incêndio;
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água;
Condicionar captação da água;
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Regular dragagens e extração de inertes.
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes.
Fauna - Peixes
Valores Naturais
Orientações de gestão
Chondrostoma durienses
Agricultura e Pastorícia
Condicionar o uso de agro-químicos/adotar técnicas alternativas em áreas contíguas ao habitat;
Silvicultura
Reduzir o risco de incêndio;
Construção e infraestruturas
Assegurar caudal ecológico;
Melhorar transposição de barragens/açudes (colocação de passagens adequadas para peixes);
Condicionar a construção de açudes em zonas sensíveis;
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis;
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade de água (considerando como referência valores de referência os limites previstos para as “águas de ciprinídeos”, de acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 236/98, de 1 de agosto)
Condicionar captação de água (nas zonas mais sensíveis e durante os meses de menor pluviosidade);
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Interditar deposições de dragados ou outros aterros (em áreas mais sensíveis);
Ordenar prática de desporto da natureza (desportos associados aos cursos de água);
Regular dragagens e extração de inertes (interditar extração de inertes nos locais de reprodução da espécie, em qualquer época do ano. Nos restantes locais, condicionar durante a Primavera);
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes (implementar programas de controlo e erradicação de espécies vegetais exóticas invasoras das margens das linhas de água e encostas adjacentes, promovendo a sua substituição por espécies autóctones; e controlar introduções furtivas de espécies animais potenciais competidoras);
Manter/recuperar habitats contíguos (estabelecer corredores ecológicos).
Rutilus alburnoides
Agricultura e Pastorícia
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas em áreas contíguas ao habitat.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio
Construção e infraestruturas
Assegurar caudal ecológico;
Melhorar transposição de barragens/açudes (colocação de passagens adequadas para peixes);
Condicionar a construção de açudes em zonas sensíveis;
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis;
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água (considerando como referência valores de referência os limites previstos para as “águas de ciprinídeos”, de acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 236/98, de 1 de agosto)
Condicionar captação de água (nas zonas mais sensíveis e durante os meses de menor pluviosidade);
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Interditar deposições de dragados ou outros aterros (em áreas mais sensíveis);
Ordenar prática de desporto da natureza (desportos associados aos cursos de água);
Regular dragagens e extração de inertes (interditar extração de inertes nos locais de reprodução da espécie, em qualquer época do ano. Nos restantes locais, condicionar durante a Primavera).
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes (implementar programas de controlo e erradicação de espécies vegetais exóticas invasoras das margens das linhas de água e encostas adjacentes, promovendo a sua substituição por espécies autóctones; e controlar introduções furtivas de espécies animais potenciais competidoras);
Manter/recuperar habitats contíguos (estabelecer corredores ecológicos).
Rutilus arcasii
Agricultura e Pastorícia
Condicionar o uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas em áreas contíguas ao habitat.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio
Construção e infraestruturas
Assegurar caudal ecológico;
Melhorar transposição de barragens/açudes (colocação de passagens adequadas para peixes);
Condicionar a construção de açudes em zonas sensíveis;
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade de água (considerando como referência valores de referência os limites previstos para as “águas de ciprinídeos”, de acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 236/98, de 1 de agosto);
Condicionar captação de água (nas zonas mais sensíveis e durante os meses de menor pluviosidade);
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Interditar deposições de dragados ou outros aterros (em áreas mais sensíveis);
Ordenar prática de desporto da natureza (desportos associados aos cursos de água);
Regular dragagens e extração de inertes (interditar extração de inertes nos locais de reprodução da espécie, em qualquer época do ano. Nos restantes locais, condicionar durante a Primavera).
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes (implementar programas de controlo e erradicação de espécies vegetais exóticas invasoras das margens das linhas de água e encostas adjacentes, promovendo a sua substituição por espécies autóctones; e controlar introduções furtivas de espécies animais potenciais competidoras);
Manter/recuperar habitats contíguos (estabelecer corredores ecológicos).
Fauna - Répteis
Valores Naturais
Orientações de gestão
Emys orbicularis
Agricultura e Pastorícia
Adotar práticas de pastoreio específicas (salvaguardar do pastoreio os locais mais sensíveis);
Condicionar uso de agro-químicos/adotar técnicas alternativas em áreas contíguas ao habitat.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio
Construção e infraestruturas
Assegurar caudal ecológico;
Condicionar expansão urbano-turística (ordenar expansão urbano-turística de forma a não afetar as áreas mais sensíveis);
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água;
Condicionar captação de água (nas zonas mais sensíveis e durante os meses de menor pluviosidade);
Condicionar drenagem (em zonas mais sensíveis);
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Ordenar atividades de recreio e lazer (em áreas mais sensíveis, associadas às zonas húmidas);
Regular dragagens e extração de inertes (interditar extração de inertes nas zonas coincidentes com áreas de reprodução);
Regular uso de açudes e charcas (salvaguardar os charcos temporários do gado; evitar a mobilização dos charcos temporários localizados em terrenos agrícolas);
Orientações específicas
Impedir introdução de espécies não autóctones/controlar existentes (controlar introduções furtivas de espécies animais potenciais competidoras);
Recuperar zonas húmidas.
Mauremys leprosa
Agricultura e Pastorícia
Adotar práticas de pastoreio específicas (salvaguardar do pastoreio os locais mais sensíveis);
Condicionar uso de agro-químicas/adotar técnicas alternativas em áreas contíguas ao habitat.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio
Construção e infraestruturas
Assegurar caudal ecológico;
Condicionar expansão urbano-turística (ordenar expansão urbano-turística de forma a não afetar as áreas mais sensíveis);
Outros usos e atividades
Monitorizar, manter/ melhorar qualidade da água;
Condicionar captação de água (nas zonas mais sensíveis e durante os meses de menor pluviosidade);
Condicionar drenagem (em zonas mais sensíveis);
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Conservar/ recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Ordenar atividades de recreio e lazer (em áreas mais sensíveis, associadas às zonas húmidas);
Regular dragagens e extração de inertes (interditar a extração de inertes nas zonas de reprodução);
Regular o uso de açudes e charcas (salvaguardar os charcos temporários do gado; evitar a mobilização dos charcos temporários localizados em terrenos agrícolas);
Orientações específicas
Recuperar zonas húmidas.
Fauna - Mamíferos
Valores Naturais
Orientações de gestão
Canis lupus
Agricultura e Pastorícia
Adotar práticas de pastoreio específicas (cercas elétricas, rebanhos de menores dimensões, cães de gado);
Assegurar mosaico de habitats (promover a existência de bosquetes em alternância com zonas mais abertas de matos e prados);
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (em áreas mais abertas, com o objetivo de criar locais de refúgio e reprodução).
Silvicultura
Condicionar a florestação (em áreas mais sensíveis);
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones (com um subcoberto diversificado);
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas (condicionar a construção de grandes infraestruturas em áreas sensíveis. Garantir a livre circulação da espécie e das suas presas);
Reduzir mortalidade acidental (vedações efetivas com saídas one way out, passagens para fauna e sinalização rodoviária, tanto nas novas vias rodoviárias como nas já existentes);
Condicionar a construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividade
Implementar gestão cinegética compatível com conservação da espécie (correta exploração cinegética das suas presas, nomeadamente pelo estabelecimento de áreas de caça/não caça, condicionantes ao número de efetivos a abater e às épocas de caça);
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Ordenar acessibilidades (condicionar a abertura/utilização de acessos em áreas sensíveis);
Ordenar atividades de recreio e lazer (condicionar atividades motorizadas de todo-o-terreno, restringindo o acesso às áreas mais sensíveis).
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados (cães assilvestrados, em áreas mais sensíveis);
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas (promover o fomento de presas selvagens, como o corço e o veado).
Lutra lutra
Agricultura e Pastorícia
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (promover a manutenção/criação de sebes e bordaduras de vegetação natural na periferia das zonas húmidas).
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Assegurar caudal ecológico;
Condicionar expansão urbano-turística (ordenar expansão urbano-turística de forma a não afetar as áreas mais sensíveis);
Reduzir mortalidade acidental (passagens para fauna e sinalizadores em rodovias; implementar dispositivos dissuasores da passagem e entrada da espécie nas pisciculturas);
Outros usos e atividade
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água;
Condicionar captação de água (nas zonas mais sensíveis e durante os meses de menor pluviosidade);
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone.
Microtus cabrerae
Agricultura e Pastorícia
Adotar práticas de pastoreio específicas (pastoreio extensivo preferencialmente de suínos ou ovinos);
Assegurar a manutenção de usos agrícolas extensivos;
Condicionar a intensificação agrícola;
Assegurar mosaicos de habitats (intercalar vegetação alta e rasteira, com arbustos espinhosos. Zonas de pastoreio e áreas agrícolas extensivas, em associação com diferentes classes sucessionais de floresta, com abundante estrato herbáceo);
Condicionar queimadas (não efetuar queimadas nas zonas mais sensíveis);
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (em áreas mais abertas, com o objetivo de criar locais de refúgio e reprodução).
Silvicultura
Condicionar a florestação (condicionar a conversão do uso do solo para a florestação em áreas com colónias identificadas);
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Apoiar tecnicamente o alargamento de estradas e a limpeza de taludes (em áreas onde forem identificadas colónias nestas situações).
Outros usos e atividade
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone.
Orientações específicas
Definir zonas de proteção para a espécie /habitat (identificar e preservar os locais onde ocorrem colónias);
Manter/recuperar habitats contíguos.
Miniopterus schreibersi
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Condicionar a intensificação agrícola;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (em áreas mais abertas, para aumentar a diversidade de presas e facilitar deslocações na paisagem);
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas.
Silvicultura
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones (com um subcoberto diversificado);
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Reduzir risco de incêndio.
Outros usos e atividade
Monitorizar, manter/melhorar qualidade de água (conservação das suas áreas de alimentação);
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Ordenar prática de desporto da natureza.
Orientações específicas
Condicionar o acesso (evitar a reativação ou uso das galerias utilizadas por estas espécie de morcego para qualquer outra finalidade não compatível, nomeadamente explorações mineiras. Quando se justifique, colocar vedações que evitem a entrada de visitantes, mas permitida a passagem de morcegos. A entrada dos visitantes é restringida apenas nas épocas do ano em que o abrigo se encontra ocupado);
Consolidar galerias de minas importantes;
Desobstruir a entrada de abrigos (minas);
Impedir o encerramento de grutas, minas e algares com dispositivos inadequados (como portas compactas ou gradeamentos de malha apertadas)
Myotis blythii
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Condicionar a intensificação agrícola;
Assegurar o mosaico de habitats (bosquetes, sebes e matos, intercalados com zonas mais abertas de pastagens e zonas agrícolas);
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (em áreas mais abertas, para aumentar a diversidade de presas e facilitar deslocações na paisagem);
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas.
Silvicultura
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones (com um subcoberto diversificado);
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Reduzir risco de incêndio.
Outros usos e atividade
Monitorizar, manter/melhorar qualidade de água (conservação das suas áreas de alimentação);
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Ordenar prática de desporto da natureza.
Orientações específicas
Condicionar o acesso (evitar a reativação ou uso das galerias utilizadas por estas espécie de morcego para qualquer outra finalidade não compatível, nomeadamente explorações mineiras. Quando se justifique, colocar vedações que evitem a entrada de visitantes, mas permitida a passagem de morcegos. A entrada dos visitantes é restringida apenas nas épocas do ano em que o abrigo se encontra ocupado);
Consolidar galerias de minas importantes;
Desobstruir a entrada de abrigos (minas);
Impedir o encerramento de grutas, minas e algares com dispositivos inadequados (como portas compactas ou gradeamentos de malha apertadas)
Myotis emarginatus
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Condicionar a intensificação agrícola;
Assegurar o mosaico de habitats (bosquetes, sebes e matos, intercalados com zonas mais abertas de pastagens e zonas agrícolas);
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (em áreas mais abertas, para aumentar a diversidade de presas e facilitar deslocações na paisagem);
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas.
Silvicultura
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones (com um subcoberto diversificado);
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Manter árvores mortas ou árvores velhas com cavidades;
Reduzir risco de incêndio.
Outros usos e atividade
Monitorizar, manter/melhorar qualidade de água (conservação das suas áreas de alimentação);
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Ordenar prática de desporto da natureza.
Orientações específicas
Condicionar o acesso (evitar a reativação ou uso das galerias utilizadas por estas espécie de morcego para qualquer outra finalidade não compatível, nomeadamente explorações mineiras. Quando se justifique, colocar vedações que evitem a entrada de visitantes, mas permitida a passagem de morcegos. A entrada dos visitantes é restringida apenas nas épocas do ano em que o abrigo se encontra ocupado);
Consolidar galerias de minas importantes;
Desobstruir a entrada de abrigos (minas);
Impedir o encerramento de grutas, minas e algares com dispositivos inadequados (como portas compactas ou gradeamentos de malha apertadas);
Criar caixas de abrigo;
Manter as edificações que possam albergar colónias/populações.
Myotis myotis
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Condicionar a intensificação agrícola;
Assegurar o mosaico de habitats (bosquetes, sebes e matos, intercalados com zonas mais abertas de pastagens e zonas agrícolas);
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (em áreas mais abertas, para aumentar a diversidade de presas e facilitar deslocações na paisagem);
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas.
Silvicultura
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones (com um subcoberto diversificado);
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Reduzir risco de incêndio.
Outros usos e atividade
Monitorizar, manter/melhorar qualidade de água (conservação das suas áreas de alimentação);
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Ordenar prática de desporto da natureza.
Orientações específicas
Condicionar o acesso (evitar a reativação ou uso das galerias utilizadas por estas espécie de morcego para qualquer outra finalidade não compatível, nomeadamente explorações mineiras. Quando se justifique, colocar vedações que evitem a entrada de visitantes, mas permitida a passagem de morcegos. A entrada dos visitantes é restringida apenas nas épocas do ano em que o abrigo se encontra ocupado);
Consolidar galerias de minas importantes;
Desobstruir a entrada de abrigos (minas);
Impedir o encerramento de grutas, minas e algares com dispositivos inadequados (como portas compactas ou gradeamentos de malha apertadas).
Rhinolophus ferrumequinum
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Condicionar a intensificação agrícola;
Assegurar o mosaico de habitats (bosquetes, sebes e matos, intercalados com zonas mais abertas de pastagens e zonas agrícolas);
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (em áreas mais abertas, para aumentar a diversidade de presas e facilitar deslocações na paisagem);
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas.
Silvicultura
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones (com um subcoberto diversificado);
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Reduzir mortalidade acidental (evitar o uso de vedações rematadas no topo com arame farpado).
Outros usos e atividade
Monitorizar, manter/melhorar qualidade de água (conservação das suas áreas de alimentação);
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Ordenar prática de desporto da natureza.
Orientações específicas
Condicionar o acesso (evitar a reativação ou uso das galerias utilizadas por estas espécie de morcego para qualquer outra finalidade não compatível, nomeadamente explorações mineiras. Quando se justifique, colocar vedações que evitem a entrada de visitantes, mas permitida a passagem de morcegos. A entrada dos visitantes é restringida apenas nas épocas do ano em que o abrigo se encontra ocupado);
Consolidar galerias de minas importantes;
Desobstruir a entrada de abrigos (minas);
Impedir o encerramento de grutas, minas e algares com dispositivos inadequados (como portas compactas ou gradeamentos de malha apertadas);
Manter as edificações que possam albergar colónias/populações.
Rhinolophus hipposideros
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Condicionar a intensificação agrícola;
Assegurar o mosaico de habitats (bosquetes, sebes e matos, intercalados com zonas mais abertas de pastagens e zonas agrícolas);
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos (em áreas mais abertas, para aumentar a diversidade de presas e facilitar deslocações na paisagem);
Condicionar uso de agroquímicos/adotar técnicas alternativas.
Silvicultura
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones (com um subcoberto diversificado);
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Reduzir risco de incêndio.
Construção e infraestruturas
Reduzir mortalidade acidental (evitar o uso de vedações rematadas no topo com arame farpado).
Outros usos e atividade
Monitorizar, manter/melhorar qualidade de água (conservação das suas áreas de alimentação);
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Ordenar prática de desporto da natureza.
Orientações específicas
Condicionar o acesso (evitar a reativação ou uso das galerias utilizadas por estas espécie de morcego para qualquer outra finalidade não compatível, nomeadamente explorações mineiras. Quando se justifique, colocar vedações que evitem a entrada de visitantes, mas permitida a passagem de morcegos. A entrada dos visitantes é restringida apenas nas épocas do ano em que o abrigo se encontra ocupado);
Consolidar galerias de minas importantes;
Desobstruir a entrada de abrigos (minas);
Impedir o encerramento de grutas, minas e algares com dispositivos inadequados (como portas compactas ou gradeamentos de malha apertadas);
Manter as edificações que possam albergar colónias/populações.
A) Os valores naturais protegidos na ZPE Vale do Côa (PTZPE0039), no território de Vila Nova de Foz Côa incluem:
Espécies Alvo de Orientações de Gestão - Aves do Anexo I da Diretiva 79/409/CEE e Migradoras não incluídas no Anexo I
Código
Espécie
Nome comum
Espécie alvo/ Critério
Anexo I
A229
Alcedo atthis
guarda-rios-comum
C6
Sim
A255
Anthus campestris
petinha-dos-campos
C6
Sim
A091
Aquila chrysaetos
águia-real
C6
Sim
A215
Bubo bubo
bufo-real
C6
Sim
A133
Burhinus oedicnemus
alcaravão
C6
Sim
A243
Calandrella brachydactyla
calhandrinha
C6
Sim
A030
Ciconia nigra
cegonha-preta
C6
Sim
A080
Circaetus gallicus
águia-cobreira
C6
Sim
A084
Circus pygargus
tartanhão-caçador; águia caçadeira
C6
Sim
A245
Galerida theklae
cotovia-escura
C6
Sim
A070
Gyps fulvus
grifo
B2; C6
Sim
A093
Hieraaetus fasciatus
águia-perdigueira; águia-de-bonelli
B2; C6
Sim
A092
Hieraaetus pennatus
águia-calçada
C6
Sim
A246
Lullula arbórea
cotovia-dos-bosques; cotovia-pequena
C6
Sim
A073
Milvus migrans
milhafre-preto
C6
Sim
A074
Milvus milvus
milhafre-real; milhafre-de-rabo-de-bacalhau
C6
Sim
A077
Neophron percnopterus
britango; abutre do egipto
B2; C6
Sim
A278
Oenanthe leucura
chasco-preto
B2; C6
Sim
-
Passeriformes migradores caniçais e galerias ripícolas
-
A3; C6
-
-
Passeriformes migradores de matos e bosques
-
A3; C6
-
Outras Aves do Anexo I da Diretiva 79/409/CEE e Migradoras não incluídas no Anexo I
Código
Espécie
Nome comum
Anexo I
A226
Apus apus
andorinhão-preto
-
A228
Apus melba
andorinhão-real
-
A225
Caprimulgus ruficollius
noitibó-de-nuca-vermelha
-
A031
Ciconia ciconia
cegonha-branca
Sim
A211
Clamator glandarius
cuco-rabilongo
-
A113
Coturnix coturnix
codorniz
-
A099
Falco subbuteo
ógea
-
A300
Hippolais polyglotta
felosa-poliglota
-
A479
Hirundo daurica
andorinha-dáurica
-
A251
Hirundo rustica
andorinha-das-chaminés
-
A341
Lanius senator
picanço-barreteiro
-
A271
Luscinia megarhynchos
rouxinol
-
A278
Oenanthe hispanica
chasco-ruivo
-
A337
Oriolus oriolus
papa-figos
-
A214
Otus scops
mocho-de-orelhas
-
A072
Pernis apivorus
bútio-vespeiro; falcão-abelheiro
Sim
A391
Phalacrocorax carbo
corvo-marinho; corvo-marinho-de-faces-brancas
-
A304
Sylvia cantillans
toutinegra-de-bigodes; toutinegra-carrasqueira
-
A303
Sylvia conspicillata
toutinegra-tomilheira
-
A570
Sylvia hortensis
toutinegra-real
-
A302
Sylvia undata
toutinegra-do-mato; felosa-do-mato
Sim
A128
Tetrax tetrax
sisão
Sim
A285
Turdus philomelos
tordo-pinto; tordo-músico
-
B) Os fatores de ameaça à conservação dos valores naturais e as orientações de gestão para a ZPE Vale do Côa (PTZPE0039) no território de Vila Nova de Foz Côa são:
B.1) Fatores de ameaça
O abandono quase total do cultivo cerealífero, a par com a realização frequente de queimadas por parte dos pastores, têm sido fatores determinantes no surgimento de incêndios florestais com consequente empobrecimento ecológico, nomeadamente ao nível das populações de presas das aves de rapina.
A abertura de acessos e a extração de pedra são ameaças de caráter pontual em termos geográficos, mas que a médio prazo podem vir a influenciar negativamente os núcleos de avifauna rupícola mais importantes na área.
Interessa referir que a principal ameaça às populações de aves rupícolas corresponderá à eventual construção das barragens de Pêro Martins e Senhora de Monforte, que poderão submergir importantes troços de biótopos rupícolas.
B.2) Orientações de gestão
As orientações de gestão para a ZPE do Vale do Côa são dirigidas prioritariamente para a conservação das aves rupícolas. Neste âmbito deverá ser encarada como fundamental a manutenção do conjunto de atividades agropecuárias tradicionais, nomeadamente a cerealicultura e a silvopastorícia. Estas duas atividades são particularmente importantes devido à criação de um mosaico de habitats (pastagens, sementeiras, matos, montados) de onde dependem as presas da Águia de Bonelli e da Águia-real. Complementarmente, deverá ser assegurada a recuperação natural dos maciços florestais de sobreiro, azinheira e carvalho-cerquinho. Nesse sentido e tendo em conta a forte incidência de incêndios no período estival interessa fomentar uma maior compatibilização com o aproveitamento pecuário dessas áreas, promovendo as práticas silvo-pastoris, mas também garantindo os adequados sistemas de vigilância e as campanhas de silvicultura preventiva. A recuperação dos numerosos pombais tradicionais, a par com a vigilância medico veterinária das populações de Pombo-da-rocha Columba lívia são outras ações a implementar nesta ZPE.
As orientações de gestão identificadas nesta ficha decorrem da transposição das orientações associadas a um conjunto de espécies consideradas como mais representativas da ZPE “Espécies alvo de orientações de gestão” e que uma vez tidas em conta levarão à conservação não só dessas espécies, mas de todas as espécies de aves de conservação obrigatória nesta área.
B.3) Detalhe das orientações de gestão com referência aos valores naturais
Aves
Valores Naturais
Orientações de gestão
Authus campestris
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo.
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Aquila chrysaetos
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir o risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Manter olival tradicional existente.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio;
Assegurar mosaico de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceos e arbustivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis;
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Implementar gestão cinética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas;
Promover alimentação artificial (Criar/Gerir campos de alimentação de aves necrófagas);
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso;
Controlar efetivos de animais assilvestrados;
Pagar atempadamente os prejuízos causados pelo lobo.
Authus campestris
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo.
Bubo bubo
Agricultura e Pastorícia
Assegurar o mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Silvicultura
Assegurar mosaico de habitats;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas.
Burhinus oedicnemus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir o risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Silvicultura
Assegurar mosaico de habitats.
Outros usos e atividades
Condicionar a construção de infraestruturas;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Incrementar sustentabilidades económica de atividades com interesse para a conservação;
Ordenar atividades de recreio e lazer.
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Calandrella brachydactyla
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir o risco de incêndios;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Silvicultura
Assegurar mosaico de habitats.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas.
Outros usos e atividades
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Ciconia nigra
Silvicultura
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Condicionar intervenções nas margens e leito das linhas de água;
Manter/melhorar qualidade de água;
Ordenar atividades de recreio e lazer.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Estabelecer contratos de gestão com proprietários/gestores de terrenos em áreas prioritárias;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso.
Circaetus gallicus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montando aberto;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Reduzir o risco de incêndio;
Assegurar mosaico de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover a regeneração natural;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia.
Outros usos e atividades
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar atividades de recreio e lazer.
Orientações específicas
Adquirir/arrendar terrenos.
Circus pygargus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Silvicultura
Assegurar mosaico de habitats.
Outros usos e atividades
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Ordenar atividades de recreio e lazer.
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Galerida theklae
Agricultura e Pastorícia
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo.
Outros usos e atividades
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Gyps fulvus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Silvicultura
Assegurar mosaico de habitats;
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo.
Construção e infraestrutura
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Promover alimentação artificial (Criar/Gerir campos de alimentação de aves necrófagas);
Condicionar o acesso;
Controlar efetivos de animais assilvestrados;
Pagar atempadamente os prejuízos causados pelo lobo.
Hieraaetus fasciatus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Manter olival tradicional existente.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio;
Assegurar mosaicos de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a construção.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Adquirir/arrendar terrenos;
Estabelecer contratos de gestão com proprietários/gestores de terrenos em áreas prioritárias;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas;
Promover alimentação artificial;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso.
Hieraaetus pennatus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio;
Assegurar mosaicos de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover a regeneração natural;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Incrementar sustentabilidades económica de atividades com interesse para a conservação.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia.
Outros usos e atividades
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Adquirir/arrendar terrenos;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros.
Lullula arborea
Agricultura e Pastorícia
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Milvus migrans
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio;
Assegurar mosaico de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover a regeneração natural;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia.
Orientações específicas
Adquirir/arrendar terrenos;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais.
Milvus milvus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir o risco de incêndios;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Conservar/ promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio;
Assegurar mosaico de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover regeneração natural;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos;
Conservar/ recuperar povoamentos florestais autóctones;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone;
Incrementar sustentabilidades económica de atividades com interesse para a conservação.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia.
Orientações específicas
Adquirir/arrendar terrenos;
Estabelecer contratos de gestão com proprietários/gestores de terrenos em áreas prioritárias;
Estabelecer programa de repovoamentos/fomento/reintrodução de presas;
Promover alimentação artificial (Criar/Gerir campos de alimentação de aves necrófagas);
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso;
Controlar efetivos de animais assilvestrados;
Pagar atempadamente os prejuízos causados pelo lobo.
Neophron percnopterus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio;
Assegurar mosaico de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Adquirir/arrendar terrenos;
Estabelecer contratos de gestão com proprietários/gestores de terrenos em áreas prioritárias;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas;
Promover alimentação artificial (Criar/ Gerir campos de alimentação de aves necrófagos);
Promover alimentação artificial;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso;
Controlar os efetivos de animais assilvestrados;
Pagar atempadamente os prejuízos causados pelo lobo.
Oenanthe leucura
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Adquirir/arredar terrenos.
Passeriformes migradores de caniçais e galerias rupícolas
Silvicultura
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer.
Passeriformes migradores de matos e bosques
Agricultura e Pastorícia
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter olival tradicional existente;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Promover a regeneração natural;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Orientações específicas
Adquirir/arrendar terrenos.
A) Os valores naturais protegidos na ZPE Douro Internacional e Vale do Rio Águeda (PTZPE0038), no território de Vila Nova de Foz Côa incluem:
Espécies Alvo de Orientações de Gestão - Aves do Anexo I da Diretiva 79/409/CEE e Migradoras não incluídas no Anexo I
Código
Espécie
Nome comum
Espécie alvo/ Critério
Anexo I
A255
Anthus campestris
petinha-dos-campos
C6
Sim
A091
Aquila chrysaetos
águia-real
C6
Sim
A215
Bubo bubo
bufo-real
C6
Sim
A133
Burhinus oedicnemus
alcaravão
C6
Sim
A243
Calandrella brachydactyla
calhandrinha
C6
Sim
A224
Caprimulgus europaeus
noitibó-cinzento
C6
Sim
A225
Caprimulgus ruficollius
noitibó-de-nuca-vermelha
A3
-
A031
Ciconia ciconia
cegonha-branca
C6
Sim
A030
Ciconia nigra
cegonha-preta
B2; C6
Sim
A080
Circaetus gallicus
águia-cobreira
C6
Sim
A084
Circus pygargus
águia-caçadeira; tartaranhão-caçador
C6
Sim
A399
Elanus caerules
peneireiro-cinzento
B2; C6
Sim
A103
Falco peregrinus
falcão-peregrino
C6
Sim
A245
Galerida theklae
cotovia-escura
C6
Sim
A078
Gyps fulvus
grifo
B2; C6
Sim
A093
Hieraaetus fasciatus
águia-perdigueira; águia-de-bonelli
B2; C2; C6
Sim
A092
Hieraaetus pennatus
águia-calçada
B2; C6
Sim
A246
Lullula arbórea
cotovia-dos-bosques; cotovia-pequena
C6
Sim
A073
Milvus migrans
milhafre-preto
C6
Sim
A074
Milvus milvus
milhafre-real; milhano
C6
Sim
A077
Neophron percnopterus
britango; abutre do egipto
B2; C6
Sim
A279
Oenanthe leucura
chasco-preto
B2; C6
Sim
-
Passeriformes migradores caniçais e galerias ripícolas
-
A3; C6
-
-
Passeriformes migradores de matos e bosques
-
-
-
A346
Pyrrhocorax Pyrrhocorax
gralha-de-bico-vermelho
C6
Sim
A128
Tetrax tetrax
sisão
C6
Sim
Outras Aves do Anexo I da Diretiva 79/409/CEE e Migradoras não incluídas no Anexo I
Código
Espécie
Anexo I
A226
Apus apus
-
A228
Apus melba
-
A211
Clamator glandarius
-
A113
Coturnix coturnix
-
A099
Falco subbuteo
-
A300
Hippolais polyglotta
-
A341
Lanius senator
-
A271
Luscinia megarhynchos
-
A278
Oenanthe hispanica
-
A277
Oenanthe oenanthe
-
A337
Oriolus oriolus
-
A214
Otus scops
-
A304
Sylvia cantillans
A303
Sylvia conspicillata
-
A302
Sylvia undata
Sim
A228
Tachymarptis melba
-
A285
Turdus philomelos
-
B) Os fatores de ameaça à conservação dos valores naturais e as orientações de gestão para a ZPE Douro Internacional e Vale do Rio Águeda (PTZPE0038) no território de Vila Nova de Foz Côa são:
B.1) Fatores de ameaça
O abandono e alteração das práticas agropecuárias tradicionais, nomeadamente o declínio do cultivo cerealífero, correspondem à causa mais preocupante em termos de redução da diversidade de aves e também ao nível da rarefação dos recursos tróficos de algumas das espécies mais ameaçadas (Britango Neoghron percnopterus, Águia de Bonelli, Hieraaetus fasciatus, Milhafre real, Milvus Milvus, Sisão Tetrax Tetrax, Gralha-de-bico-vermelho, Pyrrhocorax pyrrhocorax).
Na metade meridional desta ZPE a realização frequente de queimadas por parte de pastores que no período estival atingem por vezes grandes proporções, têm sido um fator determinante no empobrecimento ecológico dessa área, que se reflete negativamente ao nível das populações de presas das grandes aves rapinas.
Outro aspeto de origem antrópica que afeta negativamente as populações de aves rupícolas corresponde ao conjunto de atividades náuticas que decorre nas albufeiras do Rio Douro durante o período de nidificação, nomeadamente os passeios em embarcações de recreio. A prática de desportos de ar livre e o ecoturismo, dada a utilização de espaços remotos e de grande valor paisagístico são também um motivo de perturbações sobre as aves.
Todas estas atividades recreativas e turísticas têm vindo a crescer e será de prever que a médio prazo, caso não sejam implementadas medidas de ordenamento, venham a provocar uma redução na área de distribuição de algumas espécies assim como uma redução da produtividade.
A atividade cinegética constitui uma ameaça grave para algumas espécies de aves de rapina, entre as quais a águia-real Aquila chrysaetos e a águia de Bonelli Hieraaetus fasciatus, devido à imagem negativa que muitos caçadores têm em relação à ação destes predadores sobre as espécies cinegéticas.
A abertura de acessos e a extração de pedra são ameaças de caráter pontual em termos geográficos, mas que a médio prazo podem vir a influenciar negativamente os núcleos de avifauna rupícola mais importantes na área.
B.2) Orientações de gestão
As orientações de gestão para a ZPE do Douro Internacional e Vale do Águeda são dirigidas prioritariamente para a conservação de aves rupícolas e de aves estepárias. Neste âmbito deverá ser encarada como fundamental a manutenção do conjunto de atividades agropecuárias tradicionais, nomeadamente a cerealicultura, e a criação de gado em regime extensivo, (ex: silvopastorícia em montados e lameiros).
Complementarmente, e também tendo em conta outras populações para as quais esta área é muito importante, como sejam os passeriformes florestais autóctones. Nesse sentido e tendo em conta a forte incidência de incêndios no período estival interessa fomentar uma maior compatibilização com o aproveitamento pecuário dessas áreas, promovendo as práticas silvopastoris, mas também garantindo os adequados sistemas de vigilância e as campanhas de silvicultura preventiva.
Em termos de atividades turísticas e recreativas, e uma vez que esta área apresenta uma elevada apetência para as mesmas devido aos 7 planos de água e à espetacularidade paisagística de muitos locais, torna-se necessário desenvolver esforços ao nível do seu ordenamento, em especial, dentro das áreas de maior sensibilidade ecológica (margens escarpadas dos rios) que evitem que o espectável crescimento das mesmas não venha a ter um impacte negativo sobre esse património natural e que inclusive possa contribuir para melhorar a situação de algumas espécies.
Tratando-se de uma área onde a atividade cinegética está profundamente enraizada interessa assegurar que a caça caminhe para uma maior sustentabilidade ecológica e que seja conseguida uma redução ao nível da perseguição aos predadores. Será assim necessário sensibilizar e trabalhar em parceria com as coletividades ligadas à cinegética em termos de gestão das populações de espécies cinegéticas.
Todo esse conjunto de orientações deverá sempre ser detalhado no instrumento de gestão da ZPE - o Plano Zonal do Parque Natural do Douro Internacional - que deve ser encarado como o instrumento de excelência para atingir os objetivos de gestão da ZPE e que deverá ser enquadrado de forma competitiva no universo dos demais instrumentos incentivos disponíveis.
As orientações de gestão identificadas nesta ficha decorrem da transposição das orientações associadas a um conjunto de espécies consideradas como mais representativas da ZPE “Espécies alvo de orientações de gestão” e que uma vez tidas em conta levarão à conservação não só dessas espécies, mas de todas as espécies de aves de conservação obrigatória nesta área.
B.3) Detalhe das orientações de gestão com referência aos valores naturais
Aves
Valores Naturais
Orientações de gestão
Authus campestris
Agricultura e Pastorícia
Manter práticas de pastoreio extensivo.
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Aquila chrysaetos
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir o risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Manter olival tradicional existente;
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceos e arbustivo.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis;
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Regular o tráfego de embarcações e o estabelecimento de zonas de amarração;
Implementar gestão cinética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Condicionar pesca.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas;
Promover alimentação artificial (Criar/Gerir campos de alimentação de aves necrófagas);
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso;
Controlar efetivos de animais assilvestrados;
Bubo bubo
Agricultura e Pastorícia
Assegurar o mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Silvicultura
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Regular o tráfego de embarcações e o estabelecimento de zonas de amarração;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Condicionar pesca.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas.
Burhinus oedicnemus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir o risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie.
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Calandreolla brachydactyla
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir o risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas.
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Ciconia nigra
Silvicultura
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Regular o tráfego de embarcações e o estabelecimento de zonas de amarração;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Condicionar intervenções nas margens e leito de linhas de água;
Condicionar pesca;
Monitorizar, manter/melhorar qualidade da água.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros;
Condicionar o acesso;
Controlar a predação e/ou parasitismo e/ou a competição interespecífica.
Circaetus gallicus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Manter/melhorar ou promover manchas de montando aberto;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie.
Circus pygargus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer.
Orientações específicas
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Galerida theklae
Agricultura e Pastorícia
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter práticas de pastoreio extensivo.
Gyps fulvus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo.
Construção e infraestrutura
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Regular o tráfego de embarcações e o estabelecimento e o estabelecimento de zonas de amarração;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Condicionar pesca.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Promover alimentação artificial (Criar/Gerir campos de alimentação de aves necrófagas);
Promover alimentação artificial;
Condicionar o acesso;
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Hieraaetus fasciatus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Manter olival tradicional existente.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Regular o tráfego de embarcações e o estabelecimento e o estabelecimento de zonas de amarração;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Condicionar pesca.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas;
Promover alimentação artificial;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso.
Hieraaetus pennatus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Promover a manutenção de prados húmidos.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia.
Outros usos e atividades
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros.
Lullula arborea
Agricultura e Pastorícia
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones.
Milvus migrans
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover a manutenção de prados húmidos;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia.
Orientações específicas
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais.
Milvus milvus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir o risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação;
Conservar/ promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Promover regeneração natural;
Conservar/ recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover a manutenção de prados húmidos;
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia.
Orientações específicas
Estabelecer programa de repovoamentos/fomento/reintrodução de presas;
Promover alimentação artificial (Criar/Gerir campos de alimentação de aves necrófagas);
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso;
Controlar efetivos de animais assilvestrados.
Neophron percnopterus
Agricultura e Pastorícia
Assegurar mosaico de habitats;
Promover cerealicultura extensiva;
Reduzir risco de incêndio;
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter práticas de pastoreio extensivo;
Incrementar sustentabilidade económica de atividades com interesse para a conservação.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo.
Construção e infraestruturas
Condicionar a construção de infraestruturas;
Reduzir mortalidade acidental associada a linhas de transporte de energia;
Restringir construção de barragens em zonas sensíveis.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer;
Regular o tráfego de embarcações e o estabelecimento de zonas de amarração;
Implementar gestão cinegética compatível com conservação espécie;
Ordenar acessibilidades;
Condicionar pesca.
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados;
Estabelecer programa de repovoamento/fomento/reintrodução de presas;
Promover alimentação artificial (Criar/ Gerir campos de alimentação de aves necrófagos);
Promover alimentação artificial;
Criar pontos de água: charcas e bebedouros artificiais;
Condicionar o acesso;
Controlar os efetivos de animais assilvestrados;
Controlar a predação e/ou parasitismo e/ou a competição inter-específica.
Oenanthe leucura
Orientações específicas
Preservar os maciços rochosos e habitats rupícolas associados.
Passeriformes migradores de caniçais e galerias rupícolas
Silvicultura
Conservar/recuperar vegetação ribeirinha autóctone.
Outros usos e atividades
Ordenar atividades de recreio e lazer.
Passeriformes migradores de matos e bosques
Agricultura e Pastorícia
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Manter olival tradicional existente;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo.
Tetrax tetrax
Agricultura e Pastorícia
Manter/melhorar ou promover manchas de montado aberto;
Conservar/promover sebes, bosquetes e arbustos.
Silvicultura
Promover a regeneração natural;
Conservar/recuperar povoamentos florestais autóctones;
Promover áreas de matagal mediterrânico;
Conservar/recuperar vegetação dos estratos herbáceo e arbustivo.
ANEXO III
Orientações Relativas ao Uso do Solo nas Áreas Integradas em Rede Natura 2000
1 - Interdições
De modo a manter e a promover o estado de conservação favorável dos valores naturais de interesse comunitário, são interditas, nas áreas integradas em RN2000, as seguintes ações, atividades ou projetos:
a) A deposição de resíduos líquidos e sólidos, de inertes e de materiais de qualquer natureza, o lançamento de efluentes sem tratamento prévio adequado, de acordo com as normas em vigor;
b) A instalação de indústrias poluentes;
c) A promoção, nas áreas que sejam alvo de recuperação paisagística e ambientam, de projetos, ações ou atividades que produzam novos impactes negativos.
2 - Atos e Atividades Condicionadas a Parecer Vinculativo do ICNF
Agricultura, Silvicultura e Aquicultura
a) Projetos de emparcelamento rural com ou sem infraestruturas para regadio;
b) Reconversão de terras não cultivadas há mais de 5 anos para agricultura intensiva;
c) Projetos de desenvolvimento agrícola que incluam infraestruturação de rega e drenagem;
d) Florestação e reflorestação, desde que implique a substituição de espécies preexistentes, em áreas isoladas ou contínuas, com espécies de rápido crescimento e desflorestação destinada à conversão para outro tipo de utilização das terras, bem como as florestações para recuperação do coberto vegetal;
e) Instalações de pecuária intensiva;
f) Instalações de piscicultura intensiva;
g) Plantação/expansão/reconversão de olival, pomares e vinha.
Indústria
a) Todas
Projetos e Infraestruturas
a) Projetos de loteamento, parques industriais e plataformas logísticas;
b) Operações de loteamento urbano, incluindo a construção de conjunto comercial e de parques de estacionamento (>1 ha);
c) Construção de vias férreas e instalações de transbordo intermodal e de terminais intermodais;
d) Construção de aeroportos e aeródromos;
e) Construção de estradas;
f) Construção de vias navegáveis, obras de canalização e regularização de cursos de água;
g) Barragens e outras instalações destinadas a reter a água ou armazená-la de forma permanente;
h) Linhas de elétrico, linhas de metropolitano aéreas e subterrâneas, linhas suspensas ou análogas de tipo específico, utilizadas exclusiva ou principalmente para transporte de passageiros;
i) Construção de aquedutos, adutoras, redes de abastecimento de água e redes de saneamento;
j) Sistemas de captação e realimentação artificial de águas subterrâneas;
Outros projetos
a) Pistas de corridas e de treinos para veículos a motor;
b) Estações de tratamento de águas residuais (ETAR);
c) Locais para depósito de lamas;
d) A exploração de recursos geológicos fora das áreas de exploração já licenciadas ou concessionadas, onde seja comprovada a existência de recurso;
Turismo
a) Empreendimentos turísticos (estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turístico, hotéis rurais e projetos associados, parques de campismo e de caravanismo, parques temáticos, campos de golfe);
b) Espaços e/ou infraestruturas destinadas ao recreio, lazer e atividades desportivas;
c) A prática de atividades motorizadas organizadas e competições desportivas fora das áreas edificadas (perímetros urbanos, aglomerados rurais e áreas de edificação dispersa);
d) Ancoradouros e praias fluviais.
ANEXO IV
Património Cultural Classificado
Código
Designação
Proteção
IN - Interesse Nacional
IN1
Paisagem cultural do Alto Douro Vinhateiro (Património Mundial da Unesco)
Aviso n.º 15170/2010, DR, 2.ª série, n.º 147, de 30-07-2010 e Portaria n.º 122/2024, de 16 de janeiro
IN2
Conjunto dos Sítios Arqueológicos no Vale do Côa (Património Mundial da Unesco)
Decreto n.º 3/97, de 2 de julho, alterado pelo Decreto n.º 6/2013, de 6 de maio. (ZEP: Aviso n.º 15168/2010, DR n.º 147, de 30-07-2010, com as alterações introduzidas pelo Aviso n.º 1924/2021, DR n.º 20, de 29-01-2021)
IN3
Castelo de Numão (MN)
Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910
IN4
Pelourinho de Vila Nova de Foz Côa (MN)
Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910
IN5
Igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa (MN)
Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910
IN6
Núcleo de arte rupestre da Fonte Frieira
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN7
Núcleo de arte rupestre da Broeira
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN8
Núcleo de Arte Rupestre do Vale de Moinhos
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN9
Núcleo de Arte Rupestre de Meijapão
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN10
Núcleo de Arte Rupestre da Canada do Inferno/Rego da Vide
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN11
Núcleo de Arte Rupestre do Vale dos Namorados
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN12
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta do Fariseu
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN13
Núcleo de Arte Rupestre do Vale da Figueira/Teixugo
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN14
Estação arqueológica da Quinta de Santa Maria da Ervamoira
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN15
Núcleo de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos/Quinta dos Poios
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN16
Núcleo de Arte Rupestre da Ribeirinha
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN17
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta da Barca
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN18
Núcleo de Arte Rupestre da Penascosa
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN19
Núcleo Arqueológico de Habitat Paleolítico do Salto do Boi/Cardina
Decreto n.º 32/97, de 02-07-1997 e Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013
IN20
Núcleo de Arte Rupestre de Vale de Cabrões
Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013, DR n.º 211, 2.ª série
IN21
Núcleo de Arte Rupestre da Vermelhosa
Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013, DR n.º 211, 2.ª série
IN22
Núcleo de Arte Rupestre do Vale de José Esteves
Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013, DR n.º 211, 2.ª série
IN23
Núcleo de Arte Rupestre do Alto da Bulha
Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013, DR n.º 211, 2.ª série
IN24
Núcleo de Arte Rupestre da Foz do Côa
Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013, DR n.º 211, 2.ª série
IN25
Núcleo de Arte Rupestre de Vale do Forno
Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013, DR n.º 211, 2.ª série
IN26
Núcleo de Arte Rupestre da Canada da Moreira
Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013, DR n.º 211, 2.ª série
IN27
Núcleo de Arte Rupestre da Canada do Amendoal
Decreto n.º 6/2013, de 6-05-2013, DR n.º 211, 2.ª série
IP - Interesse Público
IP1
Pelourinho de Horta (IIP)
Decreto n.º 23122, DG n.º 231, de 11-10-1933
IP2
Ponte sobre a Ribeira de Teja (IIP)
Decreto n.º 29/90, DR n.º 163, de 17-07-1990
IP3
Pelourinho de Freixo de Numão (IIP)
Decreto n. º23122, DG n.º 231, de 11-10-1933
IP4
Casa Grande de Freixo de Numão (IIP)
Decreto n. º129/77, DR n.º 226, de 29-09-1977
IP5
Pelourinho de Touça (IIP)
Decreto n. º23122, DG n.º 231, de 11-10-1933
IP6
Casa de Nossa Senhora da Conceição/Casa grande de Cedovim (IIP)
Decreto n. º129/77, DR n.º 226, de 29-09-1977
IP7
Pelourinho de Cedovim (IIP)
Decreto n. º23122, DG n.º 231, de 11-10-1933
IP8
Pelourinho de Muxagata (IIP)
Decreto n. º23122, DG n.º 231, de 11-10-1933
IP9
Castelo de Castelo Melhor (IIP)
Decreto n. º28/82, DR n.º 47, de 26-02-1982 (ZEP-Portaria n.º 336/2011, DR n. º27, de 08-02-2011)
IP10
Pelourinho de Almendra (IIP)
Decreto n. º23122, DG n.º 231, de 11-10-1933
IP11
Igreja Matriz de Almendra (IIP)
Decreto n. º37366, DG n.º 70, de 05-04-1949
IP12
Casa de Almendra (IIP)
Decreto n. º129/77, DR n.º 226, de 29-09-1977
IP13
Sítio Arqueológico Castanheiro do Vento (SIP)
Portaria n.º 1050/2010, DR n.º 239, de 13-12-2010
IP14
Castelo Velho de Freixo de Numão (SIP)
Portaria n.º 219/2010, DR n. º55, de 19-03-2010
Declaração de retificação n.º 734/2010, DR n.º 73, de 15-04-2010
IP15
Solar dos Donas Botto Pinto (Casa de João Marçal) (MIP)
Portaria n.º 740-DD/2012, DR n.º 248, de 24/12/2012
IM - Interesse Municipal
IM1
Casa Vermelha (IM)
Deliberação de 21-04-2003 da CM
IM2
Capela de Nossa Senhora da Conceição (IM)
Decreto n.º 95/78, DR n.º 210, de 12 setembro 1978
Decreto n.º 28/82, DR n.º 47, de 26 fevereiro 1982
MN - Monumento Nacional
SIP - Sítio de Interesse Público
MIP - Monumento de Iinteresse Público
IIP - Imóvel de Interesse Público
IM - Interesse Municipal
ANEXO V
Património Edificado Inventariado
Freguesia ou lugar
Designação
Código
Almendra
Capela da Misericórdia
BNC132
Solar do Conde de Almendra
BNC130
Antiga “Caza” Municipal
BNC129
Capela de N.ª Sª. do Socorro
BNC128
Nicho da Rua das Eiras
BNC133
Capela de S. Sebastião
BNC136
Cruzeiro/calvário
BNC135
Escola Primária
BNC134
Adega Cooperativa (modernista)
BNC137
Casa dos Bordalo
BNC138
Capela de N.ª Sª. do Campo
BNC127
Solar dos Viscondes do Banho/ séc. XVIII
BNC131
Capela de S. Lourenço
BNC140
Castelo Melhor
Igreja Matriz
BNC121
Fonte dos animais
BNC120
Centro de Receção do Parque Arqueológico
BNC116
Ermida do Arcanjo S. Gabriel
BNC103
Cruzeiro
BNC104
Gravuras do “Muro dos Namorados”
BNC106
Fonte Sta Maria
BNC105
Casa do Passadiço (Casa Solarenga)
BNC114
Fonte das Hortas
BNC125
Cedovim
Capela de St.º António
BNC110
Capela de St.ª Madalena
BNC122
Capela N.ª S.ª do
BNC118
Capela de S. Sebastião (St.º Mártir)
BNC113
Capela N.ª S.ª do Rosário
BNC124
Solar dos Teixeira de Aguilar/Casa Grande
BNC107
Antiga Casa dos Magistrados
BNC112
Nicho do “Sr. dos Passos
BNC112
Fonte do Rabaçal
BNC108
Chafariz do adro
BNC109
Chafariz da Praça
BNC117
Chafariz da Madalena
BNC123
Cruzeiro junto à igreja
BNC111
Cruzeiro St.º António
BNC115
Capela Sta. Marinha
BNC126
Capela de S. Mamede
BNC98
Chãs
Fonte da Figueira
BNC139
Cortes da Veiga
Capela e Miradouro Srª da Veiga
BNC3
Fonte do Cimo da Costa
BNC21
Nicho no Vale Escudeiro
BNC26
Custoias
Cruzeiro
BNC19
Igreja Matriz
BNC19
Capela N.ª Sª. da Graça (ruína)
BNC39
Capela e Miradouro de N.ª Srª. do Viso
BNC35
Freixo de Numão
Capela S. Sebastião
BNC78
Capela de Sto. António
BNC75
Escola Primária
BNC71
Fonte da Bica
BNC65
Casa do lavrador do sec. XVII no largo da Devesa
BNC68
Casa do séc. XVIII na Rua Direita
BNC66
Igreja Matriz
BNC63
Antiga Caza da Justiça e antiga Casa da Câmara
BNC67
Capela N. Srª. da Conceição
BNC69
Capela Stª. Bárbara
BNC61
Capela da Srª. da Carvalha
BNC77
Fonte da Carvalha
BNC76
Cruzeiro do Pontão
BNC64
Fonte e Tanque do Sapo
BNC70
Horta do Douro
Igreja Matriz
BNC74
Capela N.ª S.ª dos Prazeres
BNC73
Cruzeiro
BNC72
Mós
Igreja Matriz
BNC16
Solar dos Assecas/Chalé das Mós
BNC13
Estação Ferroviária de Freixo de Numão-Mós
BNC4
Murça
Capela e Ermida N.ª Sr.ª da Esperança
BNC30
Capela S. João
BNC28
Fonte do Eucalipto
BNC27
Igreja Matriz
BNC24
Muxagata
Igreja Matriz
BNC95
Capela Stª Luzia
BNC94
Capela St.ª Ana
BNC93
Centro de Receção PAVC
BNC96
Fonte da Concelha
BNC99
Solar dos Donas Botto/Casa do Cruzeiro
BNC101
Capela S. Sebastião
BNC102
Capela St.ª Clara
BNC97
Cruzeiro alpendrado
BNC100
Numão
Capela de N.ª Sr.ª da Ribeira (Arnozelo)
BNC5
Capela St.ª Eufémia
BNC36
Escola Primária dos Centenários
BNC34
Igreja Matriz
BNC31
Casa de Carlos Lacerda
BNC32
Fonte da Moura
BNC29
Fonte Grande
BNC25
Capela de St.ª Teresa
BNC33
Fonte do Sapo e Tanque no lugar dos Picotos
BNC38
Antigas termas da Lagarteira
BNC12
Quinta e Capela do Vezúvio
BNC1
Estação Ferroviária do Vezúvio
BNC2
Pocinho
Estacão Ferroviária do Pocinho
BNC7
Capela N.ª Sr.ª do Amparo
BNC6
Conjunto edificado “Bairro Refer”
BNC10
Escola Primária dos Centenários
BNC9
Casa Modernista
BNC8
Santa Comba
Igreja Matriz
BNC147
Capela N.ª Sr.ª da Saúde
BNC151
Capela St.º António
BNC150
Capela Sr.ª da Penha
BNC152
Capela S. Sebastião
BNC143
Casa Brasonada Séc. XVIII
BNC144
Fonte da Mó
BNC145
Nicho do Passo
BNC148
Cruzeiro
BNC149
Casa do Cristão - Novo
BNC146
Santo Amaro
Igreja Matriz
BNC22
Cruzeiro da Ermida
BNC23
Sebadelhe
Igreja Matriz
BNC87
Capela S. Sebastião ou do St. Mártir
BNC83
Fonte de Cima
BNC81
Fonte de Baixo
BNC80
Casa Cristão-Novo de 1611
BNC86
Solar e Capela dos Donas Botto e Torre do Relógio
BNC85
Cruzeiro em Casa do Cristão-Novo
BNC84
Capela N.ª Sr.ª da Piedade
BNC88
Cruzeiro
BNC82
Torre do relógio
BNC89
Seixas
Igreja Matriz
BNC17
Capela St.º António
BNC14
Casa Grande
BNC15
Ermida/Miradouro de São Martinho
BNC11
Fonte dos Cântaros
BNC18
Tomadias
Igreja Matriz
BNC142
Cruzeiro
BNC141
Touça
Igreja Matriz
BNC90
Casa dos Albuquerques
BNC91
Forno Comunitário da Telha
BNC92
Vila Nova de Foz Côa
Capela N.ª Sr.ª da Conceição
BNC58
Capela do Sr. dos Aflitos
BNC37
Capela de S. Sebastião
BNC40
Capela N.ª Sr.ª da Aldeia Nova
BNC44
Capela N.ª Sr.ª do Amparo
BNC62
Capela de S. Pedro
BNC60
Capela St.ª Quitéria
BNC49
Capela St. António
BNC42
Cruzeiro da Capela de St.º António
BNC43
Capela de St.ª Bárbara
BNC59
Escola Primária Conde Ferreira
BNC55
Escola Primária Adães Bermudas
BNC47
Edifício da Câmara Municipal
BNC46
Torre do Relógio
BNC48
Palacete dos Batistas
BNC57
Palacete tipo Brasileiro (serviços da Câmara)
BNC45
Casa do Povo
BNC52
Casa dos Condes de Pinhel
BNC53
Casa da Viscondessa/Visconde de Foz Coa
BNC54
Casa na Av. Gago Coutinho e Sacadura Cabral n.º 5.
BNC41
Estação Ferroviária do Côa
BNC56
Casa dos Almeidas
BNC51
Fonte do Depósito
BNC79
Casa dos Campos
BNC50
ANEXO VI
Património Arqueológico
ID
Designação
Almendra
01.01
Abrigo do Vale de Janas
01.02
Achado Isolado
01.03
Achado Isolado
01.04
Almendra
01.05
Atalaia em Atalaia
01.06
Calábria | Monte do Castelo | Calavre
01.07
Calçada da Ribeirinha
01.08
Calçada de Almendra
01.09
Calçada do Carrasco
01.10
Canada do Armazém
01.11
Capela de Nossa Senhora da Misericórdia | Capela de Nosso Senhor dos Passos
01.12
Capela de Nossa Senhora do Campo
01.13
Capela de S. Lourenço
01.14
Capela de São Sebastião
01.15
Capela do Socorro
01.16
Casa Velha
01.17
Devesa 1
01.18
Devesa 2
01.19
Devesa 3
01.20
Fonte do Olmo
01.21
Foz da Ribeirinha
01.22
Foz da Ribeirinha
01.23
Fumo | Poio do Silveiral
01.24
Furada
01.25
Gamoal
01.26
Gamoal | Vale de Mateus
01.27
Hortatortas I e II
01.28
Igreja Matriz de Almendra
01.29
Leda
01.30
Lorga da Raposa
01.31
Moinho da Barbuda
01.32
Núcleo de Arte Rupestre da Penascosa
01.33
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta da Barca - Quinta da Barca I
01.34
Núcleo de Arte Rupestre da Ribeirinha | Abrigo da Ribeirinha
01.35
Olga Grande 1
01.36
Olga Grande 10
01.37
Olga Grande 13
01.38
Olga Grande 14
01.39
Olga Grande 15
01.40
Olga Grande 16
01.41
Olga Grande 17
01.42
Olga Grande 18
01.43
Olga Grande 19
01.44
Olga Grande 2
01.45
Olga Grande 3
01.46
Olga Grande 4 | Pedras Altas
01.47
Olga Grande 5
01.48
Olga Grande 6
01.49
Olga Grande 7
01.50
Olga Grande 8
01.51
Olga Grande 9
01.52
Olival da Ribeirinha
01.53
Olival de Telhões | Aldeia Nova
01.54
Penascosa - Rocha 37
01.55
Penascosa Sul
01.56
Pombal de Vale de Mateus
01.57
Ponte sobre a Ribeira de Aguiar
01.58
Prado Grande
01.59
Quinta da Alagoa
01.60
Quinta das Morvalhas
01.61
Quinta de S. Lourenço
01.62
Quinta do Andrade
01.63
Seixo 1.º I
01.64
Seixo 1.º II
01.65
Senhora do Campo
01.66
Tapada do Matos
01.67
Tapada do Parreira
Castelo Melhor
02.01
Broeira (habitat)
02.02
Broeira II
02.03
Cabeço do Espinho
02.04
Calçada | Calçada do Côa | Caminho do Côa
02.05
Calçada da Penascosa
02.06
Calçada das Tulhas
02.07
Canada da Meca
02.08
Canada da Moreira
02.09
Canada do Arrobão
02.10
Capela de S. Gabriel
02.11
Castelo de Castelo Melhor
02.12
Cavalaria I
02.13
Cavalaria II
02.14
Colmeal
02.15
Foz de Piscos
02.16
Fraga do Seno
02.17
Garrido
02.18
Garrido - Rocha 1
02.19
Garrido - Rocha 2
02.20
Garrido - Rocha 3
02.21
Garrido - Rocha 5
02.22
Monte das Donas
02.23
Muro dos Namorados
02.24
Namorados | Rua dos Namorados
02.25
Namorados II
02.26
Núcleo de Arte Rupestre da Broeira
02.27
Núcleo de Arte Rupestre da Canada do Amendoal
02.28
Núcleo de Arte Rupestre da Canada do Inferno
02.29
Núcleo de Arte Rupestre da Fonte Frieira - Fonte Frieira 1
02.30
Núcleo de Arte Rupestre de Fonte Frieira - Fonte Frieira 2
02.31
Núcleo de Arte Rupestre de Meijapão
02.32
Núcleo de Arte Rupestre de Rego da Vide
02.33
Núcleo de Arte Rupestre de Vale de Moinhos
02.34
Núcleo de Arte Rupestre do Vale de José Esteves
02.35
Ponto da Serra
02.26
Prado
02.37
Praia da Penascosa
02.38
Quinta da Bouça Velha
02.39
Quinta da Cascalheira
02.40
Quinta da Granja
02.41
Quinta das Tulhas - Rocha 3
02.42
Quinta das Tulhas - Rocha 4
02.43
Quinta do Naldo
02.44
Ribeira da Cabreira I
02.45
Ribeira da Cabreira II
02.46
Ribeira da Cabreira III
02.47
Ribeira da Cabreira IV
02.48
Ribeira da Cabreira V
02.49
Ribeira do Impariz
02.50
Ribeira do Picão I
02.51
Ribeira do Picão II
02.52
Ribeira do Picão III
02.53
Ribeira do Picão IV
02.54
S. Gabriel
02.55
S. Gabriel (Marco Geodésico)
02.56
Tapada da Penascosa
Cedovim
03.01
Adro e Igreja Paroquial de Cedovim | Igreja de São João Baptista
03.02
Barral
03.03
Calabrie | Cedovim
03.04
Cáparo | Pinheiro Manso
03.05
Capela de Nossa Senhora do Amparo
03.06
Capela de Ranhados
03.07
Capela de Santa Maria Madalena
03.08
Capela do Mártir São Sebastião
03.09
Casa Grande de Cedovim | Casa de Nossa Senhora da Conceição
03.10
Castelo
03.11
Froia
03.12
Pelourinho de Cedovim
03.13
Portela | Sumagral
03.14
Quinta do Areeiro
03.15
Santa Marinha
03.16
Santo António
Chãs
04.01
Abrigo da Pedrinha
04.02
Abrigo do Castelo Velho
04.03
Areais | Casa do Muro (Sepultura)
04.04
Calçada das Chãs
04.05
Calçada de João Afonso
04.06
Calçada de Vale Chainho
04.07
Calçada do Pombal da Serra | Calçada das Quintas
04.08
Calçada dos Abrolhas
04.09
Calçada dos Tambores
04.10
Canada Grande
04.11
Capela de Nossa Senhora da Assunção
04.12
Castelo Velho 3 | Tambores
04.13
Curral da Pedra
04.14
Curva da Ferradura
04.15
Gamboa
04.16
Jardim I
04.17
Jardim II
04.18
Lapas
04.19
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta da Barca - Quinta da Barca II
04.20
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta da Barca - Quinta da Barca III
04.21
Núcleo de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos | Quinta dos Poios - Ribeira de Piscos III
04.22
Olgas da Quinta de Santa Maria da Ervamoira
04.23
Perdigueiros
04.24
Quebradas
04.25
Quebradas II
04.26
Quinta da Barca
04.27
Quinta da Barca IV
04.28
Quinta da Barca Norte
04.29
Quinta da Barca Sul
04.30
Quinta da Barca Sul II
04.31
Quinta da Ervamoira I e II
04.32
Quinta de Vale Cheiroso | Vale Chainho
04.33
Quinta dos Areais | Casa do Muro
04.34
Quintas
04.35
Ribeira das Cortes
04.36
Santa Bárbara II
04.37
Sepulturas da Quinta da Barca
04.38
Tambores
04.39
Tapada da Lameira
Custóias
05.01
Cadabulhos
05.02
Capela da Senhora do Viso | Miradouro da Senhora do Viso
05.03
Capela de Nossa Senhora da Graça
05.04
Igreja Paroquial de Custóias | Igreja de São João Baptista
05.05
Senhora da Graça
05.06
Senhora do Viso | Atalaia de Custóias
05.07
Silvã | Lugar dos Moinhos
Freixo de Numão
06.01
Adziboa
06.02
Almoinhas I | Escorna Bois
06.03
Alto de Santa Eufémia
06.04
Alto dos Barreiros
06.05
Areias
06.06
Atalho do Redoído I
06.07
Atalho do Redoído II
06.08
Canado do Castanheiro
06.09
Cantos
06.10
Capela de Nossa Senhora da Carvalha
06.11
Capela de Nossa Senhora da Conceição
06.12
Capela de Nossa Senhora da Esperança
06.13
Capela de Santa Bárbara
06.14
Capela de Santo António
06.15
Capela de São João
06.16
Capela de São Sebastião
06.17
Carvalha | Ameixoeira
06.18
Castelo Velho de Freixo de Numão
06.19
Cazal | Colodreira
06.20
Cazal 1 | Lugar do Casal
06.21
Chão da Santa
06.22
Chão do Cardoso
06.23
Chão do Cláudio
06.24
Colodreira
06.25
Colodreira - Escorna Bois
06.26
Escorna Bois 1
06.27
Escorna Bois 2
06.28
Freixo de Numão
06.29
Freixo de Numão - Adro da Igreja
06.30
Freixo de Numão - Casa da Xirumba
06.31
Freixo de Numão - Casa do Afonso
06.32
Freixo de Numão - Casa do Moutinho
06.33
Freixo de Numão - Casa Judaica
06.34
Freixo de Numão - Quintal do Ministro
06.35
Freixo de Numão - Rua 25 de Abril
06.36
Freixo de Numão - Rua de Santa Bárbara
06.37
Freixo de Numão - Rua do Açougue
06.38
Freixo de Numão - Rua do Açougue n.º 1 - Casa do Cândido Fonseca
06.39
Granja
06.40
Igreja Paroquial de Freixo de Numão | Igreja de São Pedro
06.41
Igreja Paroquial de Murça | Igreja de Santa Senhorinha
06.42
Lagar da Mela
06.43
Lameiro dos Amarais
06.44
Laranjal 1 | Lugar do Laranjal
06.45
Laranjal 2
06.46
Largo de São João
06.47
Moinho das Regadas | Moinho do Cubo | Lugar das Regadas
06.48
Moinho do Senra
06.49
Montargão
06.50
Monte Poente do Prazo
06.51
Moreirinhas
06.52
Paçal I
06.53
Paçal II
06.54
Painova
06.55
Pedra Escrita
06.56
Pelourinho de Freixo de Numão
06.57
Poço d’Ola
06.58
Prazo | Lugar do Prazo
06.59
Prazo 2
06.60
Proviceira
06.61
Quinta da Lameira
06.62
Quintal da Casa Grande de Freixo de Numão
06.63
Redoido | Regadas 1
06.64
Regadas 2
06.65
Regadas 3
06.66
Rumansil 1
06.67
Rumansil 2
06.68
Salgueiro
06.69
Tapada da Eira
06.70
Vale das Mós
06.71
Vale de São João | Santa Joana
06.72
Vale Ferreiro
06.73
Vendada 1
06.74
Vendada 2 | Lugar da Vendada
06.75
Vendada 3
06.76
Vendada 4
06.77
Vendada 5
06.78
Vendada 5
06.79
Vendada 7
06.80
Zaralhôa | Cabeço
06.81
Zimbro I
06.82
Zimbro II - Escorna Bois
Horta
07.01
Capela de Nossa Senhora dos Prazeres
07.02
Castanheiro do Vento
07.03
Chão do Abade
07.04
Igreja Paroquial de Horta | Igreja do Santíssimo Salvador
07.05
Pelourinho da Horta
07.06
Rasa 1
07.07
Sequeira
07.08
Vale da Amoreira
07.09
Veiga I
Muxagata
08.01
Abrigo da Casa do Muro
08.02
Alto do Castelo | Tapadão
08.03
Calçada da Quinta das Olgas
08.04
Capela da Alcaria | Capela de São Sebastião
08.05
Capela de Santa Ana
08.06
Capela de Santa Clara
08.07
Capela de Santa Luzia
08.08
Casa do Muro I
08.09
Casa do Muro II
08.10
Casa do Muro III
08.11
Castelo de Muxagata
08.12
Ervamoira
08.13
Ervamoira | Quinta de Santa Maria de Ervamoira
08.14
Fariseu - Rocha 9
08.15
Fariseu (Habitat)
08.16
Folhal | Folhal 2
08.17
Igreja Paroquial de Muxagata | Igreja de Santa Maria Madalena
08.18
Monte
08.19
Ninho de Água
08.20
Núcleo de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos | Quinta dos Poios - Foz de Piscos
08.21
Núcleo de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos | Quinta dos Poios - Ribeira de Piscos I
08.22
Núcleo de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos | Quinta dos Poios - Ribeira de Piscos II
08.23
Núcleo de Arte Rupestre do Vale da Figueira | Teixugo - Foz de Vale de Figueira
08.24
Núcleo de Arte Rupestre do Vale da Figueira | Teixugo - Vale de Figueira
08.25
Quinta das Olgas
08.26
Quinta das Olgas 2
08.27
Quinta dos Piscos
08.28
Ribeira de Piscos - Rocha 24
08.29
Ribeira de Piscos II
08.30
Ribeira de Piscos III
08.31
Ribeira de Piscos IV
08.32
Ribeira de Piscos IX
08.33
Ribeira de Piscos V
08.34
Ribeira de Piscos VI
08.35
Ribeira de Piscos VII
08.36
Ribeira de Piscos VIII
08.37
Ribeira de Piscos X
08.38
Ribeira de Piscos XI
08.39
Ribeira de Piscos XII
08.40
Ribeiro da Cumieira
Numão
09.01
Bailadouro
09.02
Cadavada
09.03
Caminho da Areal
09.04
Capela de Santa Teresa
09.05
Capela de São Pedro de Numão | Cemitério dos Mouros
09.06
Castanheiro
09.07
Castelo de Numão | Castelo (extra-muros)
09.08
Castelo de Numão | Vila Velha de Numão
09.09
Castelos
09.10
Citânia da Teja | Sobreiral
09.11
Conde
09.12
Fonte Campelinho
09.13
Fonte da Telheira | Lugar da Telheira
09.14
Igreja Paroquial de Numão | Igreja de Nossa Senhora da Assunção
09.15
Lugar da Costa
09.16
Morgado
09.17
Numão (área urbana)
09.18
Pitanceira
09.19
Ponte sobre a Ribeira de Teja | Ponte em Numão | Ponte da Zaralhôa | Ponte da Zaralheta
09.20
Porto de Bois
09.21
Quinta da Cabreira
09.22
Raza 2
09.23
Vale da Ovada 1
09.24
Vale da Ovada 2
09.25
Vale da Ovada 4
Santa Comba
10.01
Cabecinho da Perdiz
10.02
Cabeço da Quinta da Torrinha
10.03
Capa da Raia
10.04
Capela de Nossa Senhora da Saúde
10.05
Capela de Santo António
10.06
Capela de São Sebastião
10.07
Cardal
10.08
Casal
10.09
Casal II
10.10
Casinhas | Ramila
10.11
Castelo Velho de Santa Comba
10.12
Castelos
10.13
Currais da Mó
10.14
Igreja Paroquial de Santa Comba | Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
10.15
Laboreira
10.16
Lameira Longa
10.17
Moinho do Chocho
10.18
Núcleo Arqueológico do Salto do Boi | Cardina I e II
10.19
Olival da Quinta da Torrinha
10.20
Quadros
10.21
Quinta da Torrinha
10.22
Quinta das Casas
10.23
Quinta das Casas II
10.24
Quinta das Casas III
10.25
Quinta das Gaieiras
10.26
Quinta do Curral Velho
10.27
Salgueiro
10.28
Santa Bárbara I
10.29
Tapada do Padre
10.30
Tourão da Ramila
Sebadelhe
11.01
Capela de Nossa Senhora da Piedade
11.02
Capela de São Sebastião
11.03
Igreja Paroquial de Sebadelhe | Igreja de São Lourenço
11.04
Ladeiras
11.05
Quinta dos Bons Ares | Santa Eufémia
11.06
Soutinho | Vale Junco
11.07
Terra do Rei Nemão
11.08
Vendas
Seixas
12.01
Capela de Santo António
12.02
Capela de São Martinho | Miradouro de São Martinho
12.03
Castelo Velho 2
12.04
Castelo Velho de Seixas
12.05
Cazal 2 | Tapadas
12.06
Igreja Paroquial de Seixas | Igreja de São Martinho
12.07
Quinta do Vale
12.08
São Martinho
Touça
13.01
Atalaia do Facho
13.02
Chão da Cortinha | Toga
13.03
Detrás da Serra
13.04
Forno de Telha da Touça
13.05
Igreja Paroquial de Touça | Igreja de Nossa Senhora da Pureza
13.06
Pelourinho da Touça
13.07
Vale Minhoto
Vila Nova de Foz Côa
14.01
Abrigo da Foz do Côa
14.02
Alto da Bulha
14.03
Alto das Malhadas
14.04
Alto do Fariseu
14.05
Ara de Foz Côa
14.06
Azinhate
14.07
Bairro Flor da Rosa 4
14.08
Bairro Flor da Rosa 5
14.09
Bairro Flor da Rosa 6
14.10
Bulha
14.11
Cachão
14.12
Calçada da Vermelhosa
14.13
Campanas
14.14
Capela de Nossa Senhora da Conceição
14.15
Capela de Nossa Senhora da Graça | Igreja Paroquial de Mós do Douro | Igreja de São Pedro
14.16
Capela de Nossa Senhora da Veiga
14.17
Capela de Nossa Senhora do Amparo
14.18
Capela de Santa Bárbara
14.19
Capela de Santa Bárbara | Miradouro de Santa Bárbara
14.20
Capela de Santa Luzia
14.21
Capela de Santa Quitéria | Antiga Sinagoga
14.22
Capela de Santo António
14.23
Capela de São Pedro
14.24
Capela de São Sebastião
14.25
Castelo de Foz Côa
14.26
Castelo de Vila Nova de Foz Côa | Torre do Relógio de Vila Nova de Foz Côa
14.28
Castelo Velho IV | Castelo Velho do Monte de Meão
14.27
Castelo Velho V
14.29
Cerro do Pereira
14.30
Crelgo
14.31
Cruzinha | Necreal | Chão da Bomba
14.32
Eira
14.33
Fariseu - Rocha 1
14.34
Figueira Preta
14.35
Foz do Côa - Rocha 112
14.36
Foz do Côa - Rocha 113
14.37
Gricha
14.38
Igreja Paroquial de Santo Amaro | Igreja de Santo Amaro
14.39
Igreja Paroquial de Vila Nova de Foz Côa | Igreja de Nossa Senhora do Pranto
14.40
Minas do Cabeço Vermelho
14.41
Moinhos de Cima
14.42
Moinhos de Cima - Rocha 17
14.43
Moinhos de Cima - Rocha 18
14.44
Moinhos de Cima - Rocha 22
14.45
Moinhos de Cima - Rocha 23
14.46
Moinhos de Cima - Rocha 4
14.47
Moinhos de Cima - Rocha 5
14.48
Moinhos de Cima - Rocha 6
14.49
Moinhos de Cima - Rocha 7
14.50
Monte Meão I
14.51
Monte Meão II
14.52
Monte Meão III
14.53
Monte Meão IV
14.54
Monte Meão V
14.55
Monte Meão VI
14.56
Monte Meão VII
14.57
Nossa Senhora do Amparo
14.58
Núcleo de Arte rupestre da Bulha
14.59
Núcleo de Arte Rupestre da Foz do Côa
14.60
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta do Fariseu
14.61
Núcleo de Arte Rupestre da Vermelhosa
14.62
Núcleo de Arte Rupestre de Vale de Cabrões
14.63
Núcleo de Arte Rupestre de Vale do Forno
14.64
Núcleo de arte rupestre do Paço
14.65
Paço
14.66
Pedreira do Poio
14.67
Poio
14.68
Quinta do Vale de Meão I e II
14.69
Raposeira I
14.70
Raposeira II
14.71
Rego de Vide II
14.72
Reguengo | Nossa Senhora da Veiga
14.73
Sambado
14.74
Texugo
14.75
Torrão
14.76
Tudão
14.77
Vale da Casa | Vale da Cerva
14.78
Vale da Casa II
14.79
Vale de Cabrões II
14.80
Vale de Canivães
14.81
Vale de Grilo
14.82
Vale de José Esteves (montante)
14.83
Vale de José Esteves II
14.84
Vale de José Esteves III
14.85
Vale de José Esteves IV
14.86
Vale de Moinhos - Rocha 10
14.87
Vale de Moinhos - Rocha 11
14.88
Vale de Moinhos - Rocha 12
14.89
Vale de Moinhos - Rocha 7
14.90
Vale de Moinhos II
14.91
Vale de Moinhos III
14.92
Vale do Forno - Rocha 19
14.93
Vale do Forno - Rocha 5
14.94
Vale do Forno - Rocha 6
14.95
Vale do Forno II
14.96
Vale do Forno III
14.97
Vale do Forno IV
14.98
Vale Escuro
14.99
Vale Videiro
14.60
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta do Fariseu
ANEXO VII
Orientações e Determinações do Programa Regional de Ordenamento Florestal de Trás-os-Montes e Alto Douro (PROF TMAD)
Por forma a garantir a sua compatibilização com o Programa Regional de Ordenamento Florestal de Trás-os-Montes e Alto Douro (PROF-TMAD), enquanto instrumento de política setorial, a disciplina de ocupação, uso e transformação do solo nos espaços florestais do concelho de Vila Nova de Foz Côa, cumulativamente com o acatamento das disposições legais aplicáveis e as disposições especificamente estabelecidas no presente regulamento para esses espaços, deve integrar as orientações estratégicas florestais constantes daquele programa, a seguir explicitadas dando cumprimento ao estipulado no n.º 4 do artigo 1.º do seu Regulamento.
As subsequentes referências aos Anexos I a IV ao Regulamento do PROF-TMAD remetem para o conteúdo dos mesmos que consta do Anexo A da Portaria n.º 57/2019, de 11 de fevereiro, com a Declaração de Retificação n.º 15/2019, de 12 de abril com a alteração dada pela Portaria n.º 18/2022 de 05 de janeiro, que para todos os efeitos aqui se consideram reproduzidos.
I - Disposições Gerais
1 - Corredores ecológicos
As intervenções florestais nos corredores ecológicos devem respeitar as normas de silvicultura e gestão para estes espaços definidas no Anexo I do Regulamento do PROF-TMAD.
2 - Modelos gerais de silvicultura, gestão florestal e de organização territorial
A realização de ações nos espaços florestais das sub-regiões do PROF de Trás-os-Montes e Alto Douro, do concelho de Vila Nova de Foz Côa, a saber, as Sub-regiões homogéneas, Douro e Douro Superior, deve obedecer às orientações constantes das normas de intervenção e modelos de silvicultura definidos, respetivamente, nos Anexos I e II do Regulamento do PROF-TMAD.
3 - Áreas florestais sensíveis
As intervenções nas áreas florestais sensíveis - em termos de perigosidade de incêndio; com risco de erosão; ou suscetíveis a pragas e doenças - devem respeitar as normas de silvicultura específicas para estes espaços definidas no Anexo I do Regulamento do PROF-TMAD.
4 - Normas comuns a todas as sub-regiões homogéneas
4.1 - Para cada sub-região homogénea são identificadas as espécies florestais a privilegiar, distinguidas em dois grupos (Grupo I e Grupo II) em resultado da avaliação da aptidão do território para as mesmas.
4.2 - Não podem ser efetuadas reconversões para outras espécies de áreas ocupadas com espécies do Grupo I, exceto se for utilizada na replantação outra espécie igualmente do Grupo I, sem prejuízo dos regimes legais específicos de proteção de determinadas espécies e do regime jurídico das ações de arborização e rearborização.
4.3 - O recurso a outras espécies que não se encontrem identificadas no Grupo I ou Grupo II, ou reconversões em situações distintas das referidas no número anterior, tem de ser tecnicamente fundamentado, com base nas características da espécie a usar e condições edafoclimáticas do local de instalação, e ser devidamente autorizado pelo ICNF, I. P.
4.4 - O disposto no n.º 4.2 não se aplica em reconversões de áreas ocupadas com espécies do Grupo I, quando a espécie a replantar for Ilex aquifolium (Azevinho), Quercus rotundifolia (Azinheira) ou Quercus suber (Sobreiro) e estas espécies fizerem parte das espécies do Grupo II.
4.5 - Admitem-se reconversões de povoamentos puros de espécies do Grupo I, para povoamentos mistos com espécies do Grupo II, se a espécie do Grupo I mantiver a dominância.
4.6 - Para cada sub-região homogénea é considerado um grupo de espécies, assinaladas com asterisco (*), como sendo prioritária a gestão e conservação em manchas de regeneração natural.
II - Sub-Regiões Homogéneas
Sub-região homogénea Douro
a) Nesta sub-região homogénea, com igual nível de prioridade, visa-se a implementação e o desenvolvimento das seguintes funções gerais dos espaços florestais:
Previstas
A acrescentar
i) Conservação de habitats, de espécies da fauna e da flora e de geomonumentos
ii) Produção
iii) Silvopastorícia, caça e pesca em águas interiores
iv)
v)
b) As normas de silvicultura a aplicar nesta sub-região homogénea correspondem às normas das funções referidas na alínea anterior definidas no Anexo I do Regulamento do PROF-TMAD;
c) Nesta sub-região devem ser privilegiadas as seguintes espécies florestais:
I) Espécies a privilegiar (Grupo I):
II) Outras espécies a privilegiar (Grupo II):
Castanheiro (Castanea sativa);
Lódão-bastardo (Celtis australis);
Cedro-do-buçaco (Cupressus lusitanica);
Cipreste -comum (Cupressus sempervirens);
Freixo-comum (Fraxinus angustifolia*);
Nogueira-negra (Juglans nigra);
Cerejeira-brava (Prunus avium);
Carvalho-português (Quercus faginea);
Azinheira (Quercus rotundifolia);
Sobreiro (Quercus suber);
Amieiro (Alnus glutinosa);
Medronheiro (Arbutus unedo);
Vidoeiro (Betula celtiberica);
Pilriteiro (Crataegus monogyna*);
Freixo-europeu (Fraxinus excelsior);
Nogueira-comum (Juglans regia);
Oxicedro (Juniperus oxycedrus*);
Oliveira-brava (Olea europaea*);
Pinheiro-bravo (Pinus pinaster);
Pinheiro-manso (Pinus pinea);
Terebinto/cornalheira (Pistacia terebinthus*);
Plátano (Platanus x acerifolia);
Choupo-negro (Populus nigra);
Choupo-híbrido (Populus x canadensis);
Carvalho-negral (Quercus pyrenaica);
Salgueiro-branco (Salix alba*);
Borrazeira-preta (Salix atrocinerea*);
Borrazeira-branca (Salix salviifolia*).
Sub-região homogénea Douro Superior
a) Nesta sub-região homogénea, com igual nível de prioridade, visa-se a implementação e o desenvolvimento das seguintes funções gerais dos espaços florestais:
Previstas
A acrescentar
i) Conservação de habitats, de espécies da fauna e da flora e de geomonumentos
ii) Produção
iii) Silvopastorícia, caça e pesca em águas interiores
iv)
v)
b) As normas de silvicultura a aplicar nesta sub-região homogénea correspondem às normas das funções referidas na alínea anterior definidas no Anexo I do Regulamento do PROF-TMAD;
c) Nesta sub-região devem ser privilegiadas as seguintes espécies florestais:
I) Espécies a privilegiar (Grupo I):
II) Outras espécies a privilegiar (Grupo II):
Castanheiro (Castanea sativa);
Lódão-bastardo (Celtis australis);
Cedro-do-buçaco (Cupressus lusitanica);
Cipreste -comum (Cupressus sempervirens);
Freixo-comum (Fraxinus angustifolia*);
Nogueira-negra (Juglans nigra);
Cerejeira-brava (Prunus avium);
Carvalho-português (Quercus faginea);
Azinheira (Quercus rotundifolia);
Sobreiro (Quercus suber);
Amieiro (Alnus glutinosa);
Medronheiro (Arbutus unedo);
Vidoeiro (Betula celtiberica);
Pilriteiro (Crataegus monogyna*);
Freixo-europeu (Fraxinus excelsior);
Nogueira-comum (Juglans regia);
Oxicedro (Juniperus oxycedrus*);
Oliveira-brava (Olea europaea*);
Pinheiro-bravo (Pinus pinaster);
Pinheiro-manso (Pinus pinea);
Terebinto/cornalheira (Pistacia terebinthus*);
Plátano (Platanus x acerifolia);
Choupo-negro (Populus nigra);
Choupo-híbrido (Populus x canadensis);
Carvalho-negral (Quercus pyrenaica);
Salgueiro-branco (Salix alba*);
Borrazeira-preta (Salix atrocinerea*);
Borrazeira-branca (Salix salviifolia*).
III - Planos de Gestão Florestal (PGF)
1 - Explorações sujeitas a PGF
a) Estão sujeitas a PGF as explorações florestais e agroflorestais públicas e comunitárias, nos termos estabelecidos no artigo 5.º da Lei de Bases da Política Florestal;
b) Encontram-se igualmente sujeitas à elaboração obrigatória de PGF as explorações florestais e agroflorestais privadas com área igual ou superior a 20 hectares;
c) Sem prejuízo da legislação específica, estão excluídas da necessidade de elaboração de PGF as explorações florestais e agroflorestais que se encontrem obrigadas pelo PGF da Zona de Intervenção Florestal (ZIF) que abranja a área da exploração.
2 - Explorações não sujeitas a PGF
As explorações florestais e agroflorestais privadas de área inferior à mínima obrigatória submetida a PGF, desde que não integradas em ZIF, ficam sujeitas ao cumprimento das seguintes normas mínimas:
a) Normas de silvicultura preventiva definidas no Anexo I do Regulamento do PROF-TMAD;
b) Normas gerais de silvicultura definidas no Anexo I do Regulamento do PROF-TMAD;
c) Modelos de silvicultura adaptados à sub-região homogénea onde se insere a exploração, definidos no Anexo II do Regulamento do PROF-TMAD.
IV - Medidas de Intervenção Comuns e Específicas por Sub-Região Homogénea
Visando alcançar adequadamente os objetivos específicos inscritos no PROF-TMAD, são estabelecidas as medidas de intervenção comuns à região do PROF-TMAD e as medidas de intervenção específicas para as sub-regiões homogéneas do Douro e Douro Superior que se encontram definidas no Anexo III do Regulamento do PROF-TMAD.
V - Limite Máximo de Área a Ocupar por Eucalipto
Para efeitos de aplicação do estabelecido no Decreto-Lei n.º 96/2013, de 19 de julho, na sua redação atual, e em conformidade com o estabelecido no Anexo IV do Regulamento do Programa Regional de Ordenamento Florestal de Trás os Montes e Alto Douro, publicado pela Portaria n.º 57/2019, de 11 de fevereiro, com a Declaração de Retificação n.º 15/2019, de 12 de abril com a alteração dada pela Portaria n.º 18/2022 de 05 de janeiro o limite máximo de área (em hectares) a ocupar por espécies do género Eucalyptus spp. no concelho de Vila Nova de Foz Côa é de 125 hectares.
Fonte: PROF-TMAD
ANEXO VIII
Áreas Excluídas da REN
Exclusão de áreas com edificações legalmente licenciadas ou autorizadas
N.º Ordem
Superfície (ha)
Tipologia REN
Fim a que se destina
Síntese da Fundamentação
C1
0,200
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área parcialmente edificada no lugar de Numão.
C2
3,870
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Seixas.
C3
0,160
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Seixas.
C4
2,900
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Murça.
C5
0,240
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área de colmatação no lugar de Murça.
C6
0,930
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Mós.
C7
0,270
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Mós.
C8
0,440
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Santo Amaro.
C9
0,004
Áreas com risco de erosão
Espaços de equipamentos ou infraestruturas não lineares
Cemitério de Santo Amaro.
0,130
Cabeceiras das linhas de água
0,004
Áreas com risco de erosão e Cabeceiras das linhas de água
C10
0,200
Áreas de máxima infiltração
Espaços habitacionais
Área parcialmente edificada no lugar de Cortes da Veiga.
0,034
Zonas ameaçadas pelas cheias
0,028
Áreas de máxima infiltração e Zonas ameaçadas pelas cheias
C11
2,240
Áreas de máxima infiltração
Espaços habitacionais
Área parcialmente edificada no lugar de Cortes da Veiga.
0,411
Zonas ameaçadas pelas cheias
0,411
Áreas de máxima infiltração e Zonas ameaçadas pelas cheias
C12
1,120
Áreas de máxima infiltração
Espaços habitacionais
Área dominantemente edificada no lugar de Cortes da Veiga.
0,911
Zonas ameaçadas pelas cheias
0,911
Áreas de máxima infiltração e Zonas ameaçadas pelas cheias
C13
0,300
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Pocinho.
C14
2,480
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Pocinho.
C15
0,428
Faixa de proteção da albufeira
Espaços habitacionais
Área parcialmente edificada no lugar de Pocinho.
0,710
Áreas de máxima infiltração
0,428
Faixa de proteção da albufeira e Áreas de máxima infiltração
C16
0,250
Faixa de proteção da albufeira
Espaços de equipamentos ou infraestruturas não lineares
Fossa séptica no lugar de Pocinho.
C17
0,030
Faixa de proteção da albufeira
Espaços habitacionais
Área dominantemente edificada no lugar de Pocinho.
C18
0,430
Áreas com risco de erosão
Espaços de equipamentos
Área ocupada por edifício do Centro de Alto Rendimento (CAR) do Pocinho.
C19
1,040
Áreas com risco de erosão
Espaços de equipamentos ou infraestruturas estruturantes
Área ocupada pelo edifício do Museu do Côa.
C20
0,060
Cabeceiras de linhas de água
Espaços habitacionais
Acerto pontual para regularização da frente urbana e inclusão em espaços habitacionais da cidade.
C21
153,38
Cabeceiras de linhas de água
Espaços habitacionais, Espaços centrais e Espaços de equipamentos
Área correspondente a grande parte da área consolidada da cidade.
C22
0,560
Áreas com risco de erosão
Espaços de equipamentos ou infraestruturas locais
Área do atual canil municipal, nas imediações da cidade.
C23
0,200
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Pequena parcela de acerto e regularização do perímetro urbano na cidade.
C24
1,340
Cabeceiras de linhas de água
Espaços habitacionais
Área parcialmente ocupada de remate do perímetro urbano da cidade, associada a arruamento infraestruturado.
C25
1,200
Áreas de máxima infiltração
Espaços de atividades económicas
Lote ainda não ocupado integrado no loteamento industrial da cidade.
C26
7,990
Cabeceiras de linhas de água
Espaços de equipamentos ou infraestruturas não lineares
Área correspondente à parcela do Kartódromo.
C27
4,390
Cabeceiras de linhas de água
Espaços de atividades económicas
Unidade industrial existente a associar ao espaço de atividades económicas programado a norte.
C28
0,660
Cabeceiras de linhas de água
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Touça.
C29
0,120
Áreas de máxima infiltração
Espaços habitacionais
Regularização dos limites da área urbana do lugar de Sequeira.
C30
2,320
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Cedovim.
C31
1,300
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Cedovim.
C32
2,110
Áreas com risco de erosão
Espaços habitacionais
Área edificada consolidada no lugar de Cedovim.
C33
21,470
Cabeceiras de linhas de água
Espaços habitacionais
Corresponde à totalidade do lugar de Chãs.
Exclusão de áreas destinadas à satisfação das carências existentes em termos de habitação, atividades económicas, equipamentos e infraestruturas
N.º Ordem
Superfície (ha)
Tipologia REN
Fim a que se destina
Síntese da Fundamentação
Uso atual
E1
7,96
Cabeceiras de linhas de água
Espaços habitacionais
Área programada, incluída em UOPG, na cidade de Vila Nova de Foz Côa. Área central, de charneira entre o núcleo antigo e as expansões recentes, essencial no contributo para a coesão da cidade e que permitirá no processo de urbanização a disponibilização de espaços para utilização coletiva.
Agrícola/incultos
E2
0,74
Cabeceiras de linhas de água
Espaços habitacionais
Área programada, na cidade de Vila Nova de Foz Côa. Corresponde a uma pequena parcela livre de edificações, cuja urbanização se pretende promover de forma a viabilizar a abertura de arruamento local.
Agrícola
E3
6,33
Cabeceiras de linhas de água
Espaços de atividades económicas
Área programada. Área essencial para a ampliação do atual loteamento industrial da cidade.
Agrícola/incultos
E4
0,89
Cabeceiras de linhas de água
Espaços de equipamentos ou infraestruturas não lineares
Área reservada para a construção do novo canil municipal.
Matos/ecocentro
E5
1,94
Cabeceiras de linhas de água
Espaços de equipamentos
Área programada, no Lugar de Chãs. Reserva de solo para construção do lar 3.ª idade, com projeto em desenvolvimento pela paróquia local.
Incultos
E6
1,87
Cabeceiras de linhas de água
Espaços de atividades económicas
Área programada, no Lugar de Almendra. Implementação da estratégia do PDM de previsão de áreas empresariais dispersas pelo território associadas, preferencialmente, a unidades já instaladas.
Matos
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619097122