- 1.Cada um dos cônjuges tem a faculdade de dispor, para depois da morte, dos bens próprios e da sua meação nos bens comuns, sem prejuízo das restrições impostas por lei em favor dos herdeiros legitimários.
- 2.A disposição que tenha por objecto coisa certa e determinada do património comum apenas dá ao contemplado o direito de exigir o respectivo valor em dinheiro.
- 3.Pode, porém, ser exigida a coisa em espécie:
- a)Se esta, por qualquer título, se tiver tornado propriedade exclusiva do disponente à data da sua morte;
- b)Se a disposição tiver sido prèviamente autorizada pelo outro cônjuge por forma autêntica ou no próprio testamento;
- c)Se a disposição tiver sido feita por um dos cônjuges em benefício do outro.
Artigo 1685.º — (Disposições para depois da morte)
Vigente desde: 25/11/1966