- 1 -A classificação da Prova de Aptidão Vocacional, a constar em termo a ser homologado pelo Diretor da Escola de Artes, é atribuída pelo Júri das Provas com base nas classificações obtidas na prova prática e no exame escrito, na escala de 0 a 200, que resulta do cálculo da seguinte fórmula, arredondado às unidades, considerando como unidade a fração não inferior a cinco décimas:
CPAV = 0,3 x EE + 0,7 x PP
em que:
CPAV = Classificação final da Prova de Aptidão Vocacional;
EE = Classificação atribuída ao exame escrito;
PP = Classificação atribuída à prova prática;
- 2 -O exame escrito e a prova prática são classificados através de pautas a serem emitidas pelo Júri, na escala inteira de 0 a 200, de acordo com os critérios de avaliação e respetivos coeficientes de ponderação estabelecidos nos termos do artigo anterior.
- 3 -A aprovação nas Provas de Aptidão Vocacional requer uma classificação igual ou superior a 95.
- 4 -No caso de reprovar na Prova de Aptidão Vocacional, o candidato poderá, caso exista uma fase subsequente, inscrever-se novamente na Prova de Aptidão Vocacional, nos prazos de inscrições definidos em despacho reitoral, no mesmo ano.
Artigo 66.º — Critérios de classificação
Vigente desde: 08/06/2017
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Em vigor desde 08/06/2017