- 1 -Até 10 dias antes da data admissível para a libertação condicional, o Ministério Público emite, nos próprios autos, parecer sobre a concessão.
- 2 -Antes de proferir despacho sobre a concessão da liberdade condicional, o Tribunal de Execução das Penas ouve o condenado, nomeadamente para obter o seu consentimento.
- 3 -O despacho que deferir a liberdade condicional ou deferir a adaptação à liberdade condicional, além de descrever os fundamentos da sua concessão, especifica o respectivo período de duração e as regras de conduta ou outras obrigações a que fica subordinado o beneficiário, sendo este dele notificado e recebendo cópia antes de libertado.
- 4 -O despacho que negar a liberdade condicional ou negar a adaptação à liberdade condicional é notificado ao recluso.
- 5 -Do despacho sobre a liberdade condicional ou a adaptação à liberdade condicional é remetida cópia, pelo meio de comunicação mais expedito, para os serviços prisionais, serviços de reinserção social e outras instituições que o tribunal determinar.
- 6 -O despacho que negar a liberdade condicional é susceptível de recurso.
- 7 -É correspondentemente aplicável o disposto no n.º 1 do artigo 495.º
Artigo 485.º — Decisão
Vigente desde: 29/08/2007
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