A presente portaria entra em vigor no dia útil seguinte ao da respetiva publicação e produz efeitos a 1 de janeiro de 2019.
O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Manuel Ferreira Araújo, em 28 de junho de 2018.
ANEXO
Programa de Formação do Internato Médico de Imuno-Hemoterapia
A formação específica no Internato Médico de Imuno-Hemoterapia tem a duração de 60 meses (5 anos) e é antecedida por uma formação genérica, partilhada por todas as especialidades, designada por Formação Geral.
A. Formação Geral
- 1 -Duração - 12 meses.
- 2 -Precedência:
A frequência com aproveitamento de todos os blocos formativos da Formação Geral é condição obrigatória para que o médico Interno inicie a formação específica.
- 3 -Equivalência:
Os blocos formativos da Formação Geral não substituem e não têm equivalência a eventuais estágios com o mesmo nome da formação específica.
B. Formação Específica
- 1 -Duração do internato - 60 meses (5 anos).
- 2 -Estrutura e duração dos estágios:
A formação inclui estágios obrigatórios e estágios opcionais.
- 2.1 -Estágios obrigatórios (duração total: 54 meses):
- a)Imuno-hemoterapia - 33 meses;
- b)Hematologia clínica - 6 meses;
- c)Hematologia laboratorial - 3 meses;
- d)Imunologia da transfusão e da transplantação - 3 meses;
- e)Cuidados intensivos polivalentes - 3 meses;
- f)Medicina interna - 6 meses.
- 2.2 -Estágios opcionais (duração: 3 a 6 meses):
Definidos e propostos pelos internos durante o processo formativo, a sua pertinência e exequibilidade devem ser sujeitas a avaliação e autorização do orientador de formação, diretor do serviço de colocação e Direção do Internato Médico.
- 2.2.1 -Na seleção destes estágios deve ser tido em conta o perfil profissional do médico especialista em imuno-hemoterapia e as necessidades formativas decorrentes.
- 2.2.2 -São áreas de estágio opcional, entre outras possíveis, as seguintes:
- a)Imunologia especializada na transfusão e da transplantação;
- b)Hemofilia (centros compreensivos de hemofilia);
- c)Hipocoagulação/trombofilia (consultas desta área);
- d)Terapêuticas celulares e regenerativas;
- e)Aférese em unidades de alotransplante;
- f)Serviços de imuno-hemoterapia de hospitais sem serviço de urgência polivalente;
- g)Hemocromatose e outras patologias do metabolismo do ferro (consultas desta área);
- h)Centros de genética com competência em doenças hematológicas ou em imuno-hematologia.
- 2.2.3 -Os estágios opcionais têm, no seu conjunto, uma duração mínima de 3 meses e máxima de 6 meses e pretendem aprofundar os conhecimentos adquiridos em estágios obrigatórios.
- 2.2.4 -Os estágios opcionais devem ser realizados antes do período final de 6 meses, que tem de ser cumprido na área de imuno-hemoterapia.
- 2.2.5 -A idoneidade formativa dos locais de estágio opcional é atribuída, nos termos do Regulamento do Internato Médico, pela Ordem dos Médicos.
- 2.3 -Regime de trabalho e prestação em serviço de urgência
- 2.3.1 -A organização das 40 horas semanais inclui a prestação de trabalho normal e em serviço de urgência, integrado em equipas e sob tutela.
- 2.3.2 -O período de 12 horas em regime de Serviço de Urgência, incluído nas 40 horas de trabalho, deve ser cumprido em equipas de urgência nos estágios em que houver urgência integrada.
- 2.3.3 -Nas situações em que o estágio, pela sua especificidade, não tiver regime de serviço de urgência integrado, o interno deve cumprir as 40 horas semanais distribuídas pela atividade de rotina em que está a realizar estágio, ou manter as 12 horas de prestação de trabalho em serviço de urgência no serviço de origem, respeitando a legislação e as normas em vigor.
- 2.4 -Frequência de estágios fora da instituição de colocação
Dadas as especificidades da componente clínico-laboratorial da especialidade, e a eventual necessidade de realização de estágios fora da instituição de origem, deve ser feito um esforço para manutenção do contacto, presencial ou via eletrónica, com o serviço de origem, salvaguardando sempre o melhor interesse formativo do interno no estágio que estiver a cumprir.
- 2.4.1 -A manutenção do contacto será presencial ou por via eletrónica, de acordo com a distância entre os serviços e deverá ter uma periodicidade quinzenal mínima, devendo ser elaborado resumo das atividades e avaliação da evolução do estágio pelo orientador de formação.
- 3 -Sequência dos estágios:
- 3.1 -Atendendo a que a orgânica dos serviços é variável, compete ao diretor do serviço de imuno-hemoterapia e ao orientador de formação adaptar a sequência dos estágios, de modo a permitir ao interno a melhor formação possível.
- 3.2 -Os primeiros 6 meses e os últimos 6 meses da formação específica são, no entanto, obrigatoriamente cumpridos na área de Imuno-Hemoterapia.
- 4 -Locais de formação:
Os locais de colocação dos internos para formação (serviços de origem) são serviços de imuno-hemoterapia, dirigidos por médico especialista em imuno-hemoterapia.
- 4.1 -Estágio de imuno-hemoterapia: serviços de imuno-hemoterapia e centros regionais do Instituto Português do Sangue e Transplantação, I. P.
- 4.2 -Estágio de hematologia clínica: serviços de hematologia clínica.
- 4.3 -Estágio de Hematologia Laboratorial: serviços de Patologia Clínica, Hematologia Clínica e Imuno-hemoterapia.
- 4.4 -Estágio de imunologia da transfusão e da transplantação: centros regionais do Instituto Português do Sangue e Transplantação, I. P., e serviços cuja atividade regular, científica e técnica se enquadre nos objetivos de formação.
- 4.4.1 -O estágio tem de ser obrigatoriamente orientado por um médico, de preferência com a especialidade de imuno-hemoterapia, de forma a poder articular os conhecimentos laboratoriais com a sua aplicabilidade clínica.
- 4.5 -Estágio de cuidados intensivos polivalentes: unidades de cuidados intensivos polivalentes.
- 4.6 -Estágio de medicina interna - serviços de medicina interna com idoneidade para, pelo menos, o primeiro ano da especialidade de medicina interna.
- 4.7 -Os locais de estágio deverão dar garantia de formação correspondente às definições curriculares estabelecidas, tendo de possuir idoneidade atribuída pela Ordem dos Médicos.
- 5 -Objetivos dos estágios:
- 5.1 -Estágio de imuno-hemoterapia:
Os objetivos de desempenho deste estágio, tendo em conta a sua duração (33 meses), são desdobrados em três módulos. Aos objetivos de desempenho dos diferentes módulos corresponderão os objetivos de conhecimento enunciados no ponto 5.1.2.
- 5.1.1 -Objetivos de desempenho:
- 5.1.1.1 -Módulo A (a + b + c = 3 meses; d + e = 6 meses):
- a)Organização funcional de um setor de colheita de sangue: promoção da dádiva, observação e seleção de dadores, colheita de sangue total e colheita de componentes por aférese;
- b)Técnicas de processamento de componentes sanguíneos e sua conservação;
- c)Sistemas de gestão da qualidade;
- d)Planeamento, execução, interpretação e valorização de métodos laboratoriais de imuno-hematologia, adequados à colheita de sangue e à transfusão, bem como ao diagnóstico, terapêutica e prognóstico de doenças alo e autoimunes. Execução das técnicas laboratoriais indicadas para a prevenção de doenças transmissíveis pela transfusão, quer por métodos serológicos, quer por biologia molecular. Interpretação de resultados e sua validação;
- e)Controlo de qualidade de componentes sanguíneos, reagentes, equipamentos e procedimentos técnicos.
- 5.1.1.2 -Módulo B (a + b = 6 meses; c + d = 6 meses):
- a)Trombose e hemostase laboratorial: planeamento, execução, interpretação e valorização de métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico, investigação, tratamento e monitorização de doenças tromboembólicas e hemorrágicas congénitas e adquiridas;
- b)Trombose e hemostase clínica: diagnóstico, integração dos resultados laboratoriais, planeamento e monitorização da terapêutica e definição do prognóstico, no âmbito de centros vocacionados para o tratamento da hemofilia e outras coagulopatias (que possuam em tratamento pelo menos 40 doentes hemofílicos graves), consultas de hipocoagulação e consultas de trombofilia;
- c)Hemaferese: colheita seletiva de componentes sanguíneos por aférese a doentes e dadores (familiares e não aparentados), incluindo células estaminais de sangue periférico. Hemaferese terapêutica;
- d)Técnicas de processamento de medula óssea, células estaminais de sangue periférico e células de cordão umbilical. Criobiologia de células e tecidos. Terapêutica celular e regenerativa.
- 5.1.1.3 -Módulo C (a = 12 meses):
- a)Prática clínica da medicina transfusional. Indicações clínicas dos componentes e derivados do sangue. Prevenção, diagnóstico e terapêutica dos efeitos adversos da transfusão;
- b)Avaliação da eficácia transfusional. Transfusão autóloga;
- c)Implementação de programas de Gestão do Sangue do Doente («Patient Blood Management - PBM»), focando os aspetos, abordagens e técnicas de redução do consumo de componentes e derivados do sangue.
- 5.1.2 -Objetivos de conhecimento:
- a)Fundamentação teórica dos objetivos de desempenho enunciados em 5.1.1.;
- b)Genética e bioquímica dos grupos sanguíneos;
- c)Imuno-hematologia forense;
- d)Biologia molecular e citometria de fluxo aplicadas à medicina transfusional;
- e)Fracionamento de plasma e técnicas de inativação viral;
- f)Produção de reagentes e sua normalização;
- g)Medicina transfusional no âmbito das várias especialidades médicas e cirúrgicas;
- h)Substitutos do sangue e alternativas à utilização de sangue homólogo;
- i)Conceitos de qualidade em saúde e aplicação dos sistemas de qualidade à medicina transfusional;
- j)Técnicas de gestão de existências de banco de sangue;
- k)Gestão do risco em medicina transfusional;
- l)Prevenção, higiene e segurança nos locais de trabalho;
- m)Sistemas de informação em medicina transfusional e automatização laboratorial;
- n)Análise instrumental de equipamentos;
- o)Aspetos deontológicos, éticos e legais da transfusão sanguínea e da transplantação;
- p)Organização, funcionamento e objetivos da rede nacional de transfusão sanguínea;
- q)Programas de Gestão do Sangue do Doente («Patient Blood Management - PBM»);
- r)Formação em suporte básico de vida;
- s)Formação em contexto de hemorragias com alguma diferenciação, nomeadamente hemorragia no contexto do parto, hemorragia pediátrica (incluindo neonatal), hemorragia massiva e trauma.
- 5.2 -Estágio de hematologia clínica:
- 5.2.1 -Objetivos de desempenho:
- a)Colheita, interpretação e valorização de: sinais, sintomas e resultados de exames complementares de diagnóstico, das diversas doenças hematológicas;
- b)Diagnóstico, terapêutica e prognóstico das doenças hematológicas, nomeadamente da patologia do glóbulo rubro e das plaquetas.
- 5.2.2 -Objetivos de conhecimento:
Fisiopatologia das doenças hematológicas, tratamento etiológico, de suporte e das complicações associadas.
- 5.3 -Estágio de hematologia laboratorial:
- 5.3.1 -Objetivos de desempenho:
- a)Execução e interpretação de provas laboratoriais relativas a investigação de patologias do sangue ou com expressão hematológica, no que respeita à morfologia e função celular no sangue periférico e medula óssea, nomeadamente utilizando a citometria de fluxo;
- b)Estudo de anemias e trombocitopenias.
- 5.3.2 -Objetivos de conhecimento:
Estudo dos princípios subjacentes ao equipamento e métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico e evolução de patologias do eritrócito, leucócito e plaqueta.
- 5.4 -Estágio de imunologia da transfusão e da transplantação
- 5.4.1 -Objetivos de desempenho:
- a)Tipagem HLA, classes i e ii;
- b)Técnicas de compatibilização pré-transplante;
- c)Pesquisa de anticorpos linfocitários e plaquetários;
- d)Culturas de células;
- e)Cultura linfocitária mista;
- f)Crioconservação de linfócitos;
- g)Produção de reagentes.
- 5.4.2 -Objetivos de conhecimento:
- a)Resposta imunitária;
- b)Polimorfismo genético do complexo major de histocompatibilidade (CMH); sua importância em transfusão e transplantação;
- c)Estudo do perfil imunológico dos candidatos a transplante;
- d)Critérios de seleção do par dador/recetor;
- e)Associação HLA/doença. Técnicas de tipagem HLA por serologia e genética molecular;
- f)Princípios de imunidade celular;
- g)Monitorização imunológica no pós-transplante.
- 5.5 -Estágio em cuidados intensivos polivalentes:
- 5.5.1 -Objetivos de desempenho:
- a)Diagnóstico e tratamento de emergências médico-cirúrgicas, nomeadamente as situações de transfusão maciça;
- b)Terapêutica substitutiva nas hemorragias clinicamente relevantes.
- 5.5.2 -Objetivos de conhecimento:
Noções de suporte imediato e avançado de vida.
- 5.5.3 -Neste estágio é dado relevo à integração nos cuidados médico-cirúrgicos prestados no âmbito da sala de emergência médica do serviço de urgência, bem como à participação nos cuidados prestados no contexto do bloco cirúrgico, nomeadamente em cirurgias de elevado consumo de componentes e derivados do sangue, nomeadamente cirurgia ortopédica, vascular ou cardiotorácica, bem como em contexto de transplante hepático.
- 5.6 -Estágio em medicina interna:
- 5.6.1 -Objetivos de desempenho:
Formação transversal em prevenção, diagnóstico e orientação terapêutica dos doentes, de forma integradora e multidisciplinar, em contexto de internamento, ambulatório ou de urgência.
- 5.6.2 -Objetivos de conhecimento:
Elaboração de histórias clínicas, proposta de diagnósticos diferenciais, ponderação sobre os exames complementares de diagnóstico mais apropriados e interpretação dos seus resultados; integração de todos os elementos de investigação clínica na obtenção de um diagnóstico final, prescrição e realização de um protocolo terapêutico e definição de um prognóstico.
- 5.7 -Estágios opcionais:
- 5.7.1 -Objetivos gerais de desempenho:
Adquirir aptidões específicas, técnicas diagnósticas, técnicas terapêuticas passíveis de utilização em imuno-hemoterapia, de acordo com o estado de desenvolvimento do conhecimento médico e da prática clínica na área de diferenciação escolhida.
- 5.7.2 -Objetivos gerais de conhecimento:
- a)Conhecer os aspetos fisiopatológicos e os critérios de diagnóstico e terapêutica dos problemas de saúde na área de diferenciação escolhida;
- b)Interpretar os exames auxiliares de diagnóstico mais comuns na área de diferenciação escolhida;
- c)Conhecer os princípios terapêuticos e os fármacos mais utilizados na área de diferenciação escolhida e os princípios éticos que se aplicam na prática clínica;
- d)Promover a investigação e a procura de conhecimento, nas áreas de diferenciação da imuno-hemoterapia.
- 5.1 -Estágio de imuno-hemoterapia:
- 6 -Avaliação:
- 6.1 -Avaliação de desempenho:
- 6.1.1 -Tipo de avaliação:
A avaliação de desempenho é contínua e de natureza formativa, de acordo com o Regulamento do Internato Médico.
- 6.1.2 -Momento de avaliação:
A avaliação do desempenho é formalizada no final de cada estágio e, quando a duração deste seja superior a um ano, em cada período de 12 meses, tendo obrigatoriamente em conta os seguintes parâmetros e respetivas ponderações, cujo resultado final é expresso numa escala de 0 a 20 valores:
- a)Capacidade de execução técnica - 3;
- b)Interesse pela valorização profissional - 2;
- c)Responsabilidade profissional - 3;
- d)Relações humanas no trabalho - 2.
- 6.1.3 -Competência para avaliar:
A avaliação do desempenho compete a uma comissão formada por 3 elementos, que inclui obrigatoriamente o orientador de formação e o diretor de serviço, ou ao responsável pelo estágio com o respetivo diretor de serviço, conforme se trate de estágio realizado no serviço de origem ou num serviço externo.
- 6.2 -Avaliação de conhecimentos:
- 6.2.1 -Tipo de avaliação:
A avaliação de conhecimentos é formalizada no final de cada estágio de duração igual ou superior a 6 meses, através de apreciação e discussão do relatório de atividades.
- 6.2.2 -Avaliação por cada 12 meses, em estágios de duração superior a um ano, através da discussão do relatório de atividades, cuja duração máxima deve ser de 90 minutos e da realização de uma prova prática (laboratorial e/ou clínica) com elaboração do respetivo relatório, que deve ter uma duração máxima de 120 minutos (60 minutos para a realização da prova, 30 minutos para a elaboração do relatório e 30 minutos para a sua discussão).
- 6.2.2.1 -O resultado final da prova referida no número anterior é expresso numa escala de 0 a 20 valores.
- 6.2.3 -Nos estágios com duração inferior a 6 meses, a avaliação é de desempenho. O relatório será discutido e classificado, fazendo parte da avaliação anual de conhecimentos.
- 6.2.4 -Competência para avaliar:
A avaliação de conhecimentos por cada 12 meses compete a uma comissão formada por 3 elementos, que inclui obrigatoriamente o orientador de formação e o diretor de serviço.
- 6.2.5 -A avaliação de conhecimentos nos estágios opcionais pode ser diferida para a avaliação de conhecimentos anual.
- 7 -Avaliação final do internato:
- 7.1 -Prova de discussão curricular:
- 7.1.1 -O curriculum vitae deve conter o resultado das avaliações de desempenho e de conhecimentos obtidas ao longo do processo formativo, devidamente autenticadas pelas respetivas instituições.
- 7.1.2 -O apuramento da classificação obtida na totalidade dos estágios do programa resulta da média das classificações atribuídas a cada estágio, ponderadas pelo tempo de duração do mesmo.
- 7.1.3 -Em caso de aprovação na prova de discussão curricular, a classificação prevista no número anterior é valorizada com uma ponderação de 50 % na classificação final da prova de discussão curricular.
- 7.2 -Prova prática:
Observação de um doente e discussão do caso clínico sorteado entre 3 doentes.
- 7.3 -Prova teórica
Destina-se a avaliar a integração e o nível de conhecimentos do candidato e reveste a forma oral, tendo a duração máxima de duas horas e trinta minutos, cabendo metade do tempo ao júri e a outra metade ao candidato.
- 8 -Aplicabilidade:
- 8.1 -O presente programa entra em vigor em 1 de janeiro de 2019 e aplica-se aos internos que iniciarem a formação específica a partir dessa data.
- 8.2 -Pode, facultativamente, abranger os internos já em formação que iniciaram o seu internato em 2018 ou 2017 e, nesses casos, os interessados deverão entregar na direção do internato do seu hospital, no prazo de dois meses a partir da publicação deste programa, uma declaração em que conste a sua pretensão com concordância averbada dos respetivos diretor de serviço e orientador de formação.
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