A avaliação individual subordina-se a juízos de valor precisos e objetivos, de modo a evitar:
- a)Influenciar a avaliação de um conjunto de competências, com base na impressão causada por uma em particular;
- b)Avaliar com excessiva benevolência, atribuindo um nível de desempenho acima do evidenciado;
- c)Avaliar com extremo rigor, atribuindo um nível de desempenho abaixo do evidenciado;
- d)Estabelecer ligações erradas entre competências, no pressuposto de que possuem uma correlação que conduz à atribuição da mesma classificação;
- e)Usar a perceção de si mesmo como padrão de referência para avaliação;
- f)Ter em consideração aspetos ou situações que extravasem o âmbito da FAV;
- g)Elaborar juízo não correspondente ao nível da competência avaliada;
- h)Atribuir níveis elevados e sentir pressão para o continuar a fazer.