- 1 -Quando uma escritura contiver mais de um ato, cobram-se por inteiro os emolumentos devidos por cada um deles.
- 2 -Há pluralidade de atos se a denominação correspondente a cada um dos negócios jurídicos cumulados for diferente ou se os respetivos sujeitos ativos e passivos não forem os mesmos.
- 3 -Não são considerados novos atos:
- a)As intervenções, aquiescências e renúncias de terceiros necessárias à plenitude dos efeitos jurídicos ou à perfeição do ato a que respeitam;
- b)As garantias entre os mesmos sujeitos;
- c)As garantias a obrigações constituídas por sociedades, agrupamentos complementares de empresas e agrupamentos europeus de interesse económico prestadas por sócios e pelos membros dos agrupamentos no mesmo instrumento em que a dívida tenha sido contraída.
- 4 -Contar-se-ão como um só ato, tributado pelo emolumento de maior valor previsto para os atos cumulados:
- a)A venda e a cessão onerosa entre os mesmos sujeitos;
- b)O arrendamento e o aluguer, bem como o contrato misto de locação e de parceria, entre os mesmos sujeitos e pelo mesmo prazo;
- c)A dissolução de sociedades e a liquidação ou partilha do respetivo património;
- d)A aquiescência recíproca entre os cônjuges ou a aquiescência conjunta do marido e mulher, para atos lavrados ou a lavrar noutro instrumento;
- e)A outorga de poderes de representação ou o seu substabelecimento por marido e mulher contanto que o representante seja o mesmo;
- f)As diversas garantias de terceiros a obrigações entre os mesmos sujeitos prestados no título em que estas são constituídas, sem prejuízo do disposto na alínea c) do número anterior;
- g)As diversas garantias a obrigações entre os mesmos sujeitos em título posterior àquele em que foram constituídas.
- 5 -O disposto nos números anteriores é igualmente aplicável aos instrumentos avulsos que contenham mais de um ato.
Artigo 35.º
RevogadoVersão 2Vigente desde: 01/01/2022
Histórico de Alterações
Revogado
Versão 2
Revogado desde 01/01/2022
Original
Em vigor de 30/12/2011 a 31/12/2021