Visando a concretização duma nova orientação estratégica para o ordenamento florestal conforme com a Resolução do Conselho de Ministros n.º 115/2018, de 6 de setembro, são comuns a todas as sub-regiões homogéneas, os seguintes objetivos:
- a)Reduzir o número médio de ignições e de área ardida anual;
- b)Reduzir a vulnerabilidade dos espaços florestais aos agentes bióticos nocivos;
- c)Recuperar e reabilitar ecossistemas florestais afetados;
- d)Garantir que as zonas com maior suscetibilidade à desertificação e à erosão apresentam uma gestão de acordo com as corretas normas técnicas;
- e)Assegurar a conservação dos habitats e das espécies da fauna e flora protegidas;
- f)Aumentar o contributo das florestas para a mitigação das alterações climáticas;
- g)Promover a gestão florestal ativa e profissional;
- h)Desenvolver e promover novos produtos e mercados;
- i)Modernizar e capacitar as empresas florestais;
- j)Aumentar a resiliência dos espaços florestais aos incêndios;
- k)Aumentar a resiliência dos espaços florestais relativa a riscos bióticos;
- l)Reconverter povoamentos mal adaptados e/ou com produtividade abaixo do potencial;
- m)Assegurar o papel dos espaços florestais na disponibilização de serviços do ecossistema;
- n)Promover a conservação do solo e da água em áreas suscetíveis a processos de desertificação;
- o)Promover a conservação do regime hídrico;
- p)Aperfeiçoar a transferência do conhecimento técnico e científico mais relevante para as entidades gestoras de espaços florestais;
- q)Promover a conservação e valorização dos valores naturais e paisagísticos;
- r)Promover a melhoria da gestão florestal;
- s)Potenciar o valor acrescentado para os bens e serviços da floresta;
- t)Promover a Certificação da Gestão Florestal Sustentável;
- u)Promover a melhoria contínua do conhecimento e das práticas;
- v)Monitorizar o desenvolvimento dos espaços florestais;
- w)Aumentar a qualificação técnica dos prestadores de serviços silvícolas e de exploração florestal.