- 1 -As podas de segurança são normalmente associadas a exemplares de maior dimensão e com idades avançadas, geralmente numa fase decrescente do seu ciclo de vida.
- 2 -As intervenções de poda de segurança, principalmente em árvores veteranas, devem ser consideradas de forma cuidadosa e específica, estando associadas a:
- a)Diminuição do peso ou reduções, por razões biomecânicas;
- b)Manutenção de rebentação epicórmica na copa.
- 3 -Esta intervenção pretende preservar as estruturas internas da copa da árvore, incluindo rebentos epicórmicos, de acordo com a fase do seu desenvolvimento e a biodiversidade associada ao exemplar.
- 4 -Esta intervenção não deve influenciar substancialmente o valor dos habitats e da biodiversidade da árvore e do ambiente envolvente.
- 5 -As feridas resultantes deste tipo de intervenção devem ser o mais pequenas possível, no entanto, pode revelar-se necessário proceder ao corte de ramos maiores, considerando que tal ação pode conduzir à disfunção ou apodrecimento da área afetada.
- 6 -Devem ser evitados alguns erros críticos associados a esta intervenção, tais como:
- a)Remoção de área foliar excessiva;
- b)Remoção completa da matéria morta;
- c)Remoção evitável, ou danificação, de condições de habitat.
Artigo 36.º — Poda de segurança
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