- 1 -Quando o candidato é titular de curso de ensino secundário português utilizam-se as classificações das provas de ingresso indicadas na tabela 2 com a ponderação aí especificada.
- 2 -Para os candidatos titulares de cursos não portugueses legalmente equivalentes ao ensino secundário português, as provas de ingresso exigidas podem ser substituídas por exames finais de disciplinas daqueles cursos, nos termos do disposto no artigo 20.º-A do Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de setembro, na sua redação atualizada pelo Decreto-Lei n.º 90/2008, de 30 de maio.
- 3 -Nas demais situações, o candidato deve realizar provas de ingresso a organizar pela UBI nos prazos e locais estipulados para o efeito, sendo as classificações utilizadas com a ponderação constante na Tabela II.
- 4 -Excetuam-se do ponto anterior os candidatos que tenham efetuado com aproveitamento as provas de ingresso exigíveis para entrada no ensino superior no país onde tenham terminado o ensino secundário ou equivalente.
- 5 -Sem prejuízo da realização anual das provas de ingresso, as classificações utilizadas para a candidatura podem ser as obtidas no ano civil da candidatura ou nos três anos civis anteriores.
- 6 -Sempre que expressas noutra escala, as classificações são convertidas para a escala de 0 a 200.
- 7 -A classificação mínima de candidatura para cada ciclo de estudos é 100, após efetuada a conversão.
- 8 -As tabelas em anexo são anualmente revistas por despacho do Reitor.
Artigo 4.º — Qualificação académica específica
Vigente desde: 21/05/2019
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Em vigor desde 21/05/2019