O presente regulamento entra em vigor no primeiro dia útil após a sua publicação.
4 de abril de 2025. - O Bastonário, António Manuel Fernandes Lopes.
ANEXO I
Matriz para análise da atribuição de créditos, no processo de análise documental nos termos previstos no artigo 12.º deste regulamento
No processo de análise documental relativa à “fase 1” do processo de candidatura à atribuição do título de especialista, apenas serão consideradas como elegíveis as atividades ou publicações que digam respeito, ou estejam relacionadas, com a área de especialidade a que corresponde a candidatura.
Dimensão
Indicador
CDP - Crédito de Desenvolvimento Profissional
1 - Experiência clínica (Como fisioterapeuta)
Para candidatura a especialista Mínimo 150 CDP
Na área da especialidade
1.1.
Tempo de exercício profissional como fisioterapeuta (em geral) (corresponde ao conceito de “antiguidade na profissão” - Inclui trabalho dependente ou independente, e é calculado desde a conclusão do curso que lhe permitiu a inscrição na Ordem, mesmo que tenha tido interrupções).
Nota: Este item é um pré-requisito, obrigatório, para qualquer especialidade, que terá de ser confirmado, mas que não será contabilizado para o processo de candidatura à atribuição de um título de especialidade específico.
1.2.
Tempo de exercício em áreas ou contextos específicos, devidamente certificado
1 Ano (12 meses) -50 CDP 4 pontos por mês
1.3
Estágio ou “período de exercício” supervisionado, em áreas ou contextos específicos, realizado após a formação inicial, incluindo:
Períodos de estágio no âmbito de cursos de mestrado;
Períodos devidamente certificado e com aproveitamento, nos termos definidos pelo respetivo colégio de especialidade
12 meses -36 CDP 3 pontos por mês
(mínimo de 20 horas por semana/80 horas por mês)
2 - Formação académica e profissional obtida após a formação inicial (que deu acesso ao título profissional)
Para candidatura a especialista Mínimo 150 CDP
Na área da especialidade
2.1 - Formações conferentes de grau académico
Nota: nos casos em que diploma não tenha a menção expressa da área concreta da área correspondente à especialidade, pode ser considerado como tal, se a tese/dissertação/estágio for no âmbito dessa área de especialidade.
2.1.1. Doutoramento
Sem acreditação pela Ordem
180 CDP
Com acreditação pela Ordem
200 CDP
2.1.2. Mestrado
Sem acreditação pela Ordem
120 CDP
Com acreditação pela Ordem
150 CDP
2.2 - Formações não conferentes de grau académico
2.2.1. Pós-graduação (só por IES) (múltiplos de 30 ECTS) Sem acreditação pela Ordem
50 CDP - se anual (60 ECTS) 25 CDP - Se semestral (30 ECTS)
12,5 CDP por cada 15 ECTS
0,16 CDP /hora
Com acreditação pela Ordem
bonificação correspondente a 5 pontos CDP por cada semestre/30 ECTS
2.2.2. Outra formação profissional acreditada pela Ordem (horas de contacto)
0,10 CDP /hora Majoração se tiver estágio (0,12 CDP/hora)
2.2.3. Formação profissional não-acreditada pela Ordem (horas)
2.2.3.1. Formação presencial com avaliação ou formação à distância com avaliação
0,06 CDP/hora
2.2.3.2 Formação presencial sem avaliação ou formação à distância sem avaliação
0,025 CDP/hora
2.3 - Participação em eventos técnico científicos
Participação (presenças certificadas) em palestras/conferências/simpósios/reuniões/congressos, exclusivamente com registo de presenças
0,025 CDP/hora
Para candidatura a especialista Mínimo 150 CDP No conjunto de 3+4
Na área da especialidade
3 - Atividades docentes e/ou de promoção e divulgação científica e técnica
3.1 - Como docente (ou convidado) numa instituição de ensino superior acreditada pela A3ES
(Base de cálculo 360 horas /ano letivo)
3.1.1. Direção/Coordenação de Escola, Ciclo de Estudos ou Unidade Curricular
3.1.1.1. Diretor/Coordenador de Escola/Curso Superior (Licenciatura, Mestrado, Doutoramento)
50 CDP/ano (letivo)
3.1.1.2. Regente de Unidade Curricular de Curso Superior com atribuição de grau académico
10 CDP por UC
3.1.2. Docência em unidades curriculares
máximo 360 horas (= 57,6 CDP) em cada ano letivo
3.1.2.1. Doutoramento
0,16 CDP /hora
3.1.2.2. Mestrado
0,16 CDP /hora
3.1.2.3. Licenciatura/pós-graduações
0,16 CDP /hora
3.1.3. Orientação de estudantes
3.1.3.1. Orientação de estágios (qualquer grau de ensino)
0,16 CDP por hora de estágio/estudante
3.1.3.2 Equipa de Orientação de teses/dissertações
3.1.3.2.1. Doutoramento
6 CDP para doutoramentos (0,1 x 2x 30 semanas letivas)
3.1.3.2.2. Mestrado
3 CDP para mestrados (0,1 x
30 semanas letivas)
3.1.3.2.3. Licenciatura
1,5 CDP para licenciaturas (0,1 x 15 semanas letivas
3.1.4. Júri de Provas (arguente)
3.1.4.1. Doutoramento
0,8 CDP por concurso
3.1.4.2. Mestrados
0,8 CDP por concurso
3.1.4.3. Agregação
0,8 CDP por concurso
3.1.4.4. Título de Especialista da Carreira Docente do Ensino Superior Politécnico
0,8 CDP por concurso
3.2 - Como formador/conferencista
3.2.1. Formador em ações acreditadas pela Ordem dos Fisioterapeutas
0,16 CDP /hora
3.2.2. Formador em ações não acreditadas pela Ordem dos Fisioterapeutas
0,08 CDP /hora
3.2.3. Comunicações orais por convite em eventos científicos
0,1 CDP/comunicação
3.2.4. Comunicações orais ou posters em eventos científicos com seleção por conselho científico
0,1 CDP/comunicação
3.2.5. Moderador em congressos, simpósios e outros eventos científicos
0,25 CDP/ moderação
3.3 - Como autor/divulgador
3.3.1. Publicações como autor
3.3.1.1. Autor de artigo publicado em revistas científicas indexadas em ISI ou SCOPUS ou MEDLINE/pubmed ou livro ou capítulo de livro técnico/científico editado.
25 CDP por artigo
A considerar
No âmbito da obtenção do título de especialista, só considerar os artigos em que é o 1.º autor, 2.º autor ou último autor, responsável pela correspondência relacionada com o artigo.
No âmbito do sistema geral de creditação, eventualmente, reduzir para metade o n.º de CDP para os casos em que não corresponde aos critérios acima.
3.3.1.2. Publicações em periódicos científicos não indexados
0,25 CDP por artigo
3.3.1.3. Artigos técnicos, guias, manuais e similares
0,5 CDP por artigo
3.3.1.4. Artigo de opinião
0,1 CDP por artigo
3.3.2. Atividade editorial
3.3.2.1. Editor/coordenador de livro técnico-científico
2,5 CDP por edição
3.3.2.2 Membro de comissão editorial de periódicos científicos
0,25 por ano civil
3.3.2.3 Editor/Revisor de artigos publicados em revistas científicas indexadas em ISI ou SCOPUS ou MEDLINE/pubmed
0,3 por artigo editado
3.4 - Como organizador de eventos
3.4.1. Organização de eventos científicos
3.4.1.1 Coordenador de Comissão Científica/Organizadora
1 CDP por comissão
3.4.1.2. Membro de Comissão Científica/Organizadora
0,8 CDP por comissão
3.5 - Como investigador
3.5.1. Atividades em investigação
3.5.1.1. Investigador principal em Projeto financiado
25 CDP por projeto
3.5.1.2. Membro da equipa de investigação em Projeto financiado
10 CDP por projeto
3.5.1.3. Investigador principal em Projeto não financiado, mas submetido a avaliação por entidade reconhecida para o efeito
10 CDP por projeto
3.5.1.4. Membro da equipa de investigação em Projeto não financiado, mas submetido a avaliação por entidade reconhecida para o efeito
6 CDP por projeto
3.5.1.5. Participação em Comissões ou Grupos de trabalho de âmbito científico ou profissional
1 CDP por atividade
3.6 - Como elemento integrado numa carreira
3.6.1. Realização com sucesso de concursos com progressão na respetiva carreira, sem provas públicas
15 CDP /concurso
3.6.2. Realização com sucesso de concursos com progressão na respetiva carreira, com provas públicas
20 CDP /concurso
3.6.3. Obtenção do título de especialista nos termos do Decreto-Lei n.º 206/2009
25 CDP
3.6.4. Obtenção do título académico de agregado, nos termos do Decreto-Lei n.º 239/2007
50 CDP
4 - Atividades de gestão e coordenação
4.1 - Liderança de equipas profissionais
4.1.1. Direção/Coordenação de Serviços/Departamentos/Unidades (inclui unidades privadas de Fisioterapia registadas na ERS)
50 CDP /ano (civil-365 dias)
4.1.2. Coordenação/Gestão de Projetos/Equipas
25 CDP /ano (civil-365 dias)
4.1.3. Membro de Comissões/Projetos/Equipas/Grupos de Trabalho
5 CDP /atividade
4.2 - Participação em júris de concurso de carreira profissional (não académica)
4.2.1. Presidente de Júri de concursos públicos (contratação, acesso, ingresso progressão na carreira)
0,8 CDP/concurso
4.2.2. membro de Júri de concursos públicos (contratação, acesso, ingresso progressão na carreira)
0,8 CDP/concurso
4.3 - Realização de concursos de carreira profissional (não académica)
4.3.1. Realização com sucesso de concursos com progressão na respetiva carreira, com provas públicas
20 CDP/concurso
4.3.2. Realização com sucesso de concursos com progressão na respetiva carreira, sem provas públicas
15 CDP/concurso
4.4 - Participação em associações profissionais no âmbito da Fisioterapia, da saúde ou de representação de utentes/doentes
4.4.1. Membro de órgãos sociais da Ordem dos Fisioterapeutas
50 CDP/Ano
4.4.2. Desempenho de cargos ou funções na Ordem dos Fisioterapeutas
25 CDP/ Ano
4.4.3. Membro de órgãos sociais de organizações com carácter associativo, no âmbito da Fisioterapia
10 CDP/Ano
4.4.4. Membro de órgãos sociais de organizações com carácter associativo, no âmbito da saúde
10 CDP/Ano
4.4.5. Participação em Comissões ou Grupos de trabalho de âmbito profissional ou em órgãos sociais de organizações com carácter associativo, no âmbito da Fisioterapia
1 CDP por ano de atividade
4.5 - Outras atividades profissionais que revelem reconhecimento de mérito pelo trabalho desenvolvido, pioneirismo ou liderança, não integradas noutras rubricas
4.5.1. Obtenção ou renovação do Título de Especialista no âmbito de um colégio de especialidade da Ordem
50 CDP
4.5.2. Propriedade intelectual (registo, patente - processo ou técnica, produção tecnológica) e desenvolvimento de software (computacional e multimédia)
25 CDP
4.5.3. Prémios, distinções académicas ou profissionais
15 CDP
4.5.4. Atividade pericial (extra atividade profissional - não inclui atividade editorial)
15 CDP
4.5.5. Atividades de intervenção profissional não enquadradas noutras dimensões da tabela
5 CDP
ANEXO II
Critérios para operacionalização de uma área de especialidade
Dimensões
Critérios a validar
1 - Ser referente a uma área de e do conhecimento geral de todos os fisioterapeutas.
a) Representa uma área de exercício profissional que esteja de forma clara dentro do perfil profissional (scope of practice)
b) Que seja abordada minimamente no ciclo de formação inicial em fisioterapia e cumulativamente, ter uma abordagem teórica e em educação clínica num ciclo de educação em fisioterapia (licenciatura e/ou mestrado), por forma a representar uma área facilmente reconhecida por todos os fisioterapeutas e tenha sido abordada em teoria e educação clínica.
c) Representar uma área claramente distinta e facilmente distinguível das restantes áreas de especialização;
d) Não contribuir para a fragmentação da profissão.
2 - Ser referente a uma área de especialização intuitiva para o restante ecossistema das profissões de saúde.
a) Representar uma área facilmente compreendida e reconhecida como necessária na área da saúde pelas restantes profissões de saúde;
b) Garanta a fluidez de referenciação de utentes de e para outros profissionais;
c) Represente uma área de exercício onde há evidência de que o fisioterapeuta especialista contribui para a melhoria dos cuidados prestados, resolução de problemas de saúde e bem-estar das populações.
3 - Ser referente a uma área de especialização intuitiva para os utilizadores de serviços de fisioterapia.
a) Represente uma área facilmente reconhecida e compreendida pelos utentes e respetivas associações, facilitando a procura dos serviços prestados pelos fisioterapeutas;
b) Represente uma área de exercício onde há evidência de acréscimo de valor para os utilizadores dos serviços, quando fornecido por um especialista;
c) Represente uma área onde existe uma clara perspetiva de procura de cuidados, em função das necessidades identificadas em estudos epidemiológicos ou demográficos;
d) Que a quantidade de fisioterapeutas com formação e conhecimento na área e a procura por esses serviços de oferta especializada pelos utilizadores, obrigue à necessidade de certificação da área de especialidade como mecanismo de regulação.
4 - Ser área de especialização que implique um conjunto de saberes técnico- científicos especializados.
a) Represente uma área de exercício profissional que exija claramente conhecimentos e skills/competências mais avançados em relação aos adquiridos nessa área na formação inicial;
b) Represente uma área onde já são oferecidos programas acreditados de educação e formação de competências avançadas com prática clínica especializada;
c) Ser uma área que disponha de um corpo de literatura tecnocientífico diretamente com ela relacionado e que não se confunda com outra área.
5 - Ser área de especialização que se desenvolva com uma linha de investigação diferenciada no âmbito da Fisioterapia e identitária dessa
Especialidade
a) Represente uma área onde já existem publicações especializadas com revisão por pares, ou está a associada a palavras-chave que permitem uma identificação fácil das publicações científicas referente a essa área.
b) Represente uma área onde já existem centros de investigação dedicados, ou linhas de investigação integradas em centros de investigação científica reconhecidos.
6 - Ser área de especialização com correspondência e relevância no plano internacional
a) Que represente uma área que pode facilitar a mobilidade profissional de e para países da EU/EFTA ou países terceiros;
b) Represente uma área com correspondência direta num número significativo de países;
c) Represente uma área que possui um organismo associativo de natureza internacional, devidamente reconhecido pela Ordem.
7 - Dirija a condições de saúde ou fases do ciclo de vida.
a) Represente uma área de exercício profissional sustentável (estável), para além da evolução dos conhecimentos e das práticas específicas de cada momento, e se possa adaptar à própria evolução dos contextos organizacionais onde decorre o exercício da profissão;
b) Não se centrar numa dimensão isolada das raízes da profissão ou em métodos e/ou técnicas isoladas;
c) Garantia de melhor ajustamento com desafios de natureza societal.
ANEXO III
Competências transversais
As competências transversais do fisioterapeuta especialista, independentemente da sua área de especialidade, representam um conjunto de conhecimentos e capacidades altamente especializadas, alguns dos quais que se encontram na vanguarda do conhecimento na sua área de estudo ou de trabalho, que o tornam capaz de realizar a sua intervenção a um nível mais aprofundado. Consideram-se a este nível:
Exercício prática profissional
Capacidade para um exercício prática profissional de fisioterapeuta de maior complexidade e ou de imprevisibilidade, informada em evidência, fundamentada no domínio de normas de orientação clínica, referenciais legais, normativos e/ou regulamentos.
Promoção e desenvolvimento da profissão
O domínio da promoção e desenvolvimento da profissão de fisioterapeuta, através da participação no planeamento, implementação, liderança, comunicação, gestão.
Atitudes e comportamentos
Capacidade na adoção reiterada de atitudes e comportamentos impulsionadores da ação adaptativa para lidar com problemas de maior complexidade ou imprevisíveis, superar obstáculos e/ou resistir à pressão em situações complexas e, mesmo, adversas.
Condicionamentos e responsabilidades éticas
A capacidade para lidar com questões complexas, integrar conhecimentos, desenvolver soluções ou emitir juízos em situações mesmo de informação limitada ou incompleta, incluindo reflexões sobre as implicações e responsabilidades éticas e sociais que resultem dessas soluções e juízos que os condicionem.
Gestão
A orientação para os resultados, isto é, a capacidade para concretizar com efetividade, eficácia e eficiência os objetivos da sua intervenção e as tarefas que lhe estão relacionadas, em cenários mais complexos ou imprevisíveis.
Raciocínio
A capacidade para identificar, interpretar e avaliar dados complexos e relacioná-los de forma lógica e com sentido crítico, científico e inovador.
Comunicação
A capacidade para se expressar com clareza e precisão, adaptar a linguagem aos diversos tipos de interlocutores, ser assertivo na exposição e defesa das suas ideias e demonstrar respeito e consideração pelas ideias dos outros.
Liderança
Capacidade de procurar ativamente e criar oportunidades para contribuir para a evolução na sua área de especialidade.
Colaboração e trabalho em equipa
Capacidade para o trabalho em equipa, fundamentada num espírito de liderança de base colaborativa, compreensão e promoção da dinâmica dos grupos de trabalho, alicerçada na organização, definição e promoção da motivação e satisfação dos objetivos (individuais e comuns) do trabalho conjunto.
ANEXO IV
Competências específicas
Especialidade
Músculo-esquelética
Cardiorrespiratória
Neurológica
Avaliação
Examinar/avaliar aprofundadamente condições músculo-esqueléticas complexas em todas as suas dimensões.
Selecionar e aplicar estratégias, instrumentos de medida e meios complementares de diagnóstico, específicos, especializados e informados pela evidência científica, que permitam uma compreensão aprofundada, sistémica e adaptada a condições musculoesqueléticas, visando um diagnóstico diferenciado em fisioterapia em contextos complexos.
Hierarquizar e diferenciar problemas ou potenciais problemas, priorizar sinais e sintomas músculo-esqueléticos emergentes e não emergentes.
Reconhecer sinais de alerta em contextos e condições músculo- esqueléticas complexas que requeiram encaminhamento imediato para outros profissionais que considere melhor preparados para dar resposta à situação.
Articular e transmitir de forma clara e integrada as informações obtidas na avaliação em contexto músculo-esquelético, incluindo a sua complexidade, colaborando efetivamente com outros profissionais de saúde para garantir prestação de cuidados integrados e centrados no doente/utente.
Examinar/avaliar aprofundadamente condições respiratórias e/ou cardiovasculares complexas em todas as suas dimensões.
Selecionar e aplicar estratégias, instrumentos de medida e meios complementares de diagnóstico, específicos, especializados e informados pela evidência científica, que permitam uma compreensão aprofundada, sistémica e adaptada a condições respiratórias e/ou cardiovasculares, visando um diagnóstico diferenciado em fisioterapia em contextos complexos.
Hierarquizar e diferenciar problemas ou potenciais problemas, priorizar sinais e sintomas cardiorrespiratórios emergentes e não emergentes.
Reconhecer sinais de alerta em contextos e condições cardiorrespiratórias complexas que requeiram encaminhamento imediato para outros profissionais que considere melhor preparados para dar resposta à situação.
Articular e transmitir de forma clara e integrada as informações obtidas na avaliação em contexto cardiorrespiratório, incluindo a sua complexidade, colaborando efetivamente com outros profissionais de saúde para garantir prestação de cuidados integrados e centrados no doente/utente.
Examinar/avaliar aprofundadamente em condições neurológicas complexas em todas as suas dimensões.
Selecionar e aplicar estratégias, instrumentos de medida e meios complementares de diagnóstico, específicos, especializados e informados pela evidência científica, que permitam uma compreensão aprofundada, sistémica e adaptada a condições neurológicas, visando um diagnóstico diferenciado em fisioterapia em contextos complexos.
Hierarquizar e diferenciar problemas ou potenciais problemas, priorizar sinais e sintomas neurológicos emergentes e não emergentes.
Reconhecer sinais de alerta em contextos e condições neurológicas complexas que requeiram encaminhamento imediato para outros profissionais que considere melhor preparados para dar resposta à situação.
Articular e transmitir de forma clara e integrada as informações obtidas na avaliação em contexto neurológico, incluindo a sua complexidade, colaborando efetivamente com outros profissionais de saúde para garantir prestação de cuidados integrados e centrados no doente/utente
Diagnóstico
Capacidade para a elaboração de diagnóstico em fisioterapia, considerando a complexidade da situação músculo-esquelética, quer pela sua especificidade, raridade, contexto de atuação, ou situações com informação incompleta ou incoerente, com base na informação recolhida da avaliação individual e/ou multidisciplinar, numa dimensão biopsicossocial e funcionalidade, centrado na pessoa e familiares/cuidadores.
Interpretar, sintetizar, priorizar e relacionar os resultados da avaliação, para estabelecer o diagnóstico diferencial em fisioterapia considerando situações musculoesqueléticas complexas e/ou imprevisíveis.
Capacidade para a elaboração de diagnóstico em fisioterapia, considerando a complexidade da situação cardiorrespiratória, quer pela sua especificidade, raridade, contexto de atuação, ou situações com informação incompleta ou incoerente, com base na informação recolhida da avaliação individual e/ou multidisciplinar, numa dimensão biopsicossocial e funcionalidade, centrado na pessoa e familiares/cuidadores.
Interpretar, sintetizar, priorizar e relacionar os resultados da avaliação, para estabelecer o diagnóstico diferencial em fisioterapia considerando situações cardiorrespiratórias complexas e/ou imprevisíveis.
Capacidade para a elaboração de diagnóstico em fisioterapia, considerando a complexidade da situação neurológica, quer pela sua especificidade, raridade, contexto de atuação, ou situações com informação incompleta ou incoerente, com base na informação recolhida da avaliação individual e/ou multidisciplinar, numa dimensão biopsicossocial e funcionalidade, centrado na pessoa e familiares/cuidadores.
Interpretar, sintetizar, priorizar e relacionar os resultados da avaliação, para estabelecer o diagnóstico diferencial em fisioterapia considerando situações neurológicas complexas e/ou imprevisíveis.
Prognóstico e plano de intervenção
Interpretar, sintetizar, priorizar e relacionar os resultados da avaliação, para estabelecer um prognóstico em situações músculo- esqueléticas complexas e/ou imprevisíveis.
Estabelecer objetivos realistas, definidos no tempo e mensuráveis, com base no conhecimento aprofundado do sistema de movimento, fatores contextuais do doente, experiência clínica, evidência científica e raciocínio avançado.
Elaborar um plano de intervenção de fisioterapia em músculo- esquelética, em colaboração com o utente, família, cuidadores e/ou representantes, tendo em conta as necessidades e preferências do utente, as alterações ao sistema de movimento identificadas na avaliação e os objetivos estabelecidos.
Interpretar, sintetizar, priorizar e relacionar os resultados da avaliação, para estabelecer um prognóstico em situações cardiorrespiratórias complexas e/ou imprevisíveis.
Estabelecer objetivos realistas, definidos no tempo e mensuráveis, com base no conhecimento aprofundado do sistema de movimento, fatores contextuais do doente, experiência clínica, evidência científica e raciocínio avançado.
Elaborar um plano de intervenção de fisioterapia em cardiorrespiratória, em colaboração com o utente, família, cuidadores e/ou representantes, tendo em conta as necessidades e preferências do utente, as alterações ao sistema de movimento identificadas na avaliação e os objetivos estabelecidos.
Interpretar, sintetizar, priorizar e relacionar os resultados da avaliação, para estabelecer um prognóstico em situações neurológicas complexas e/ou imprevisíveis.
Estabelecer objetivos realistas, definidos no tempo e mensuráveis, com base no conhecimento aprofundado do sistema de movimento, fatores contextuais do doente, experiência clínica, evidência científica e raciocínio avançado.
Elaborar um plano de intervenção de fisioterapia neurológica, em colaboração com o utente, família, cuidadores e/ou representantes, tendo em conta as necessidades e preferências do utente, as alterações ao sistema de movimento identificadas na avaliação e os objetivos estabelecidos.
Intervenção
Exercer uma prática informada pela evidência, baseada na experiência acumulada e num conhecimento aprofundado da efetividade da intervenção pela fisioterapia em músculo- esquelética.
Utilizar estratégias de comunicação adequadas, em condições músculo-esqueléticas complexas, para garantir uma prática centrada no utente e na família.
Intervir em condições músculo- esqueléticas complexas, prescrevendo, aplicando, monitorizando e/ou adaptando a abordagem da fisioterapia com soluções que promovam impacto positivo no sistema do movimento e/ou funcionalidade.
Utilizar um conjunto vasto de estratégias para promover a autogestão e capacitação do utente na tomada de decisão, bem como para a sua motivação durante a intervenção em condições músculo-esqueléticas complexas.
Exercer uma prática informada pela evidência, baseada na experiência acumulada e num conhecimento aprofundado da efetividade da intervenção pela fisioterapia em cardiorrespiratória.
Utilizar estratégias de comunicação adequadas, em condições cardiorrespiratórias complexas, para garantir uma prática centrada no utente e na família.
Intervir em condições cardiorrespiratórias complexas, prescrevendo, aplicando, monitorizando e/ou adaptando a abordagem da fisioterapia com soluções que promovam impacto positivo no sistema do movimento e/ou funcionalidade.
Utilizar um conjunto vasto de estratégias para promover a autogestão e capacitação do utente na tomada de decisão, bem como para a sua motivação durante a intervenção em condições cardiorrespiratórias complexas.
Exercer uma prática informada pela evidência, baseada na experiência acumulada e num conhecimento aprofundado da efetividade da intervenção pela fisioterapia neurológica.
Utilizar estratégias de comunicação adequadas, em condições neurológicas complexas, para garantir uma prática centrada no utente e na família.
Intervir em condições neurológicas complexas, prescrevendo, aplicando, monitorizando e/ou adaptando a abordagem da fisioterapia com soluções que promovam impacto positivo no sistema do movimento e/ou funcionalidade.
Utilizar um conjunto vasto de estratégias para promover a autogestão e capacitação do utente na tomada de decisão, bem como para a sua motivação durante a intervenção em condições neurológicas complexas.
Avaliação de resultados/modificação da intervenção
Avaliar criticamente o seu desempenho em contextos músculo-esqueléticos complexos e/ou imprevisíveis, bem como o dos seus pares, de forma a tornar a sua prática mais eficiente, eficaz e efetiva.
Efetuar notas de transferência para encaminhamento profissional especializado, em condições complexas.
Registar documentalmente dados sobre a avaliação, diagnóstico, prognóstico, intervenção e reavaliação em contextos músculo- esqueléticos, de forma detalhada e rigorosa, permitindo a sua utilização para a tomada de decisão individual e/ou da equipa multidisciplinar, importante para o acompanhamento da evolução clínica do doente complexo.
Avaliar criticamente o seu desempenho em contextos cardiorrespiratórios complexos e/ou imprevisíveis, bem como o dos seus pares, de forma a tornar a sua prática mais eficiente, eficaz e efetiva.
Efetuar notas de transferência para encaminhamento profissional especializado, em condições complexas.
Registar documentalmente dados sobre a avaliação, diagnóstico, prognóstico, intervenção e reavaliação em contextos cardiorrespiratórios, de forma detalhada e rigorosa, permitindo a sua utilização para a tomada de decisão individual e/ou da equipa multidisciplinar, importante para o acompanhamento da evolução clínica do doente complexo.
Avaliar criticamente o seu desempenho em contextos neurológicos complexos e/ou imprevisíveis, bem como o dos seus pares, de forma a tornar a sua prática mais eficiente, eficaz e efetiva.
Efetuar notas de transferência para encaminhamento profissional especializado, em condições complexas.
Registar documentalmente dados sobre a avaliação, diagnóstico, prognóstico, intervenção e reavaliação em contextos neurológicos, de forma detalhada e rigorosa, permitindo a sua utilização para a tomada de decisão individual e/ou da equipa multidisciplinar, importante para o acompanhamento da evolução clínica do doente complexo.
Conclusão do processo
Decidir sobre a alta da fisioterapia, ou termino de contexto especializado em músculo- esquelética, após avaliação crítica do máximo impacto positivo possível no sistema de movimento e/ou ganho funcional, em condições complexas, acompanhada de registo e justificação da mesma.
Decidir sobre a alta da fisioterapia, ou termino de contexto especializado em cardiorrespiratória, após avaliação crítica do máximo impacto positivo possível no sistema de movimento e/ou ganho funcional, em condições complexas, acompanhada de registo e justificação da mesma.
Decidir sobre a alta da fisioterapia, ou término de contexto especializado em neurologia, após avaliação crítica do máximo impacto positivo possível no sistema de movimento e/ou ganho funcional, em condições complexas, acompanhada de registo e justificação da mesma.
318924771