- 1 -Tendo em vista assegurar que são alcançados os padrões académicos desejáveis, o ISAG deverá institucionalizar um modelo de auto-avaliação de desempenho que se centre nos processos considerados mais relevantes.
- 2 -O processo de auto-avaliação inclui o processo de avaliação pedagógica e científica, e os outros processos que tenham em vista assegurar mecanismos internos de garantia e de melhoria da qualidade.
- 3 -O processo de auto-avaliação, a ser conduzido por uma Comissão de Auto-avaliação, deve iniciar-se com a revisão da missão e dos objectivos do ISAG e com o estudo das respectivas oportunidades e ameaças. O exercício deve progredir com a análise das forças e das fraquezas em áreas-chave a definir, culminando com a especificação de um plano de melhoria.
- 4 -A Comissão de Auto-avaliação e o seu responsável são designados pelo Presidente do Conselho de Direcção.
- 5 -O responsável da Comissão de Auto-avaliação garante o planeamento, coordenação e execução da auto-avaliação, incluindo a redacção do respectivo relatório. Deve ainda assegurar que o relatório é sujeito a um amplo escrutínio e reflexão, e que traduz um vasto consenso. Este responsável será, posteriormente, o elemento de contacto com a equipa de avaliação externa.
- 6 -Deve ser elaborado um guião de auto-avaliação, que forneça as orientações de base para o desenvolvimento do processo de auto-avaliação, visando promover internamente uma cultura de qualidade e abrangendo as seguintes áreas:
- a)Governação e gestão: face aos objectivos operacionais, devem ser analisadas as forças e fraquezas da área governação e gestão associadas a dois grandes domínios:
- i)Estrutura organizacional, processos de tomada de decisão e mecanismos e práticas de gestão;
- ii)Monitorização dos processos internos, sistema de informação, e mecanismos de feedback" e melhoria.
- b)Gestão de Recursos Humanos: tendo subjacentes os objectivos operacionais definidos para os Recursos Humanos, devem ser avaliados, fundamentalmente, os mecanismos de avaliação, promoção e gestão das competências, capacidades e carreiras dos colaboradores;
- c)Gestão de TIC: considerando os objectivos operacionais para a área das TIC, devem avaliar-se as forças e as fraquezas relativamente à infra-estrutura tecnológica, à utilização das TIC e à gestão de TIC;
- d)Ensino/Aprendizagem: tendo como referência os objectivos operacionais definidos para a área Ensino/Aprendizagem, avaliam-se as forças e as fraquezas relativas aos planos de estudo, ao desempenho dos estudantes, ao processo de ensino e respectivos padrões académicos;
- e)Investigação e Desenvolvimento: face aos objectivos operacionais definidos para a área Investigação e Desenvolvimento, avaliam-se as forças e fraquezas institucionais;
- f)Relações com o Exterior e Internacionalização: face aos objectivos operacionais estabelecidos para esta área, avaliam-se as forças e as fraquezas das relações regionais, nacionais e internacionais no que respeita ao ensino, investigação, prestação de serviços e cultura.
- a)Governação e gestão: face aos objectivos operacionais, devem ser analisadas as forças e fraquezas da área governação e gestão associadas a dois grandes domínios:
- 7 -Na sequência do processo de auto-avaliação deve ser elaborado um plano de melhoria, que especifique as forças e as fraquezas internas e o impacto esperado das acções de melhoria propostas. Na medida do possível, este plano deve definir a situação de partida e a forma como se pretende medir a sua evolução. Consequentemente, para cada objectivo operacional deve ser constituído um painel de indicadores (qualitativos e ou quantitativos) que permitam concretizar aquela tarefa.
- 8 -O processo de auto-avaliação culmina com a elaboração do relatório de auto-avaliação, que deverá traduzir as conclusões de tal processo.
- 9 -O exercício de auto-avaliação de desempenho deve ser realizado com uma periodicidade de três anos.
Artigo 57.º — Modelo de auto-avaliação
Vigente desde: 17/11/2009