1 -As bocas de incêndio devem ser alimentadas a partir de reservas de água privativas da rede de incêndio do recinto, sempre que este as possua, de acordo com as exigências expressas no artigo 213.º
2 -Nos restantes casos, a alimentação deve ser assegurada por canalizações independentes, a partir da conduta de abastecimento geral da edificação em que se situe o recinto.
3 -A rede de alimentação das bocas de incêndio deve garantir, com metade das bocas do recinto abertas, num máximo de quatro, as seguintes condições:
a)A pressão dinâmica mínima em cada boca de incêndio deve ser de 250 kPa;
b)Nas bocas referidas no n.º 1 do artigo 202.º, o caudal deve estar compreendido entre 10 m3/h e 15 m3/h;
c)Nas bocas referidas no n.º 2 do mesmo artigo, o caudal deve estar compreendido entre 3 m3/h e 4 m3/h.