1 - Natureza da ocupação e da utilização do solo. - Contraponto morfológico ao monte dos Valinhos, o cabeço da Fazarga integra-se na estrutura verde do aglomerado urbano. Para além desta função, esta zona destina-se a habitação e equipamentos.
Reserva-se uma área de protecção aos moinhos e ao marco geodésico, configurando um conjunto não edificável até à cota altimétrica de 400 m. Este conjunto deverá ser objecto de estudo de pormenor com vista à sua protecção, salvaguarda e valorização. Nesta área apenas poderão ser edificados equipamentos de uso colectivo.
2 - Condições de ocupação do solo:
a) Só se admite a implantação de novas construções até à cota altimétrica máxima de 404 m. Acima desta cota apenas será permitida a construção de equipamentos integrados no conjunto a salvaguardar referido no ponto anterior;
b) Lote edificável mínimo de 1000 m2;
c):
IOS máximo - 0,4;
IUS máximo - 0,5;
Densidade habitacional - 10 fogos/ha;
Índice de cedência - 50 m2/100 m2 de construção;
Plantação de uma árvore/25 m2 de construção;
e) Número máximo de pisos - dois;
f) As construções deverão integrar-se na paisagem, volumétrica e arquitectonicamente. Sempre que possível será utilizada a pedra da região como material de construção, nomeadamente em muros de suporte, embasamentos e divisórias de propriedade. É obrigatório o uso de telhado nas coberturas, com telha cerâmica da região;
g) Os espaços não edificados do lote deverão ser arborizados com espécies da região.