- 1 -Na classificação final é adotada a escala de 0 a 20 valores considerando-se não aprovados os candidatos que obtenham classificação inferior a 9,5 valores.
- 2 -A classificação final resulta da média aritmética dos resultados obtidos nos métodos de seleção.
- 3 -Subsistindo o empate em caso de igualdade de valoração na ordenação final, após a aplicação dos critérios legais, aplicar-se-ão os seguintes critérios de preferência na ordenação:
- a)1.º Candidato (a) titular de carta de condução de veículos da categoria C;
- b)2.º Candidato (a) com classificação mais elevada nas PPS;
- c)3.º Candidato (a) com classificação mais elevada na PCG.
ANEXO I
Provas Práticas de Seleção (PPS)
- 1 -As provas a efetuar são as seguintes:
- a)Exercício de Equilíbrio na Trave;
- b)Força dos membros inferiores - Impulsão Horizontal (IH);
- c)Agilidade - Teste T (TT);
- d)Flexões de Braços na Trave (FBT);
- e)Força Média - Abdominais em 2 minutos (ABD);
- f)Vaivém (VV);
- g)Natação (NAT).
- 2 -As provas realizam-se num único dia, ou vários dias, dependendo do número de candidatos.
- 3 -A prova enunciada em 1.a) é eliminatória e não conta para a classificação.
- 4 -A classificação final das provas é obtida através da fórmula a seguir mencionada, em que a prova resistência (Teste de Vaivém), dada a importância desta qualidade física, é valorizada com o coeficiente três:
CF = ((3 x Vaivém) + class. IH.+ class. TT + class. FBT + class. Abd + class. Nat)/8
em que:
CF = Classificação final das PPS;
IH = Teste Impulsão Horizontal (IH);
TT = Testes T - Agilidade (TT);
FBT = Flexões de Braços na Trave (FBT);
ABD = Abdominais em 2 minutos (ABD);
VAIVÊM = Teste de Beeps;
NAT = Natação (NAT)
- 4.1 -Em cada prova, as classificações são obtidas através da Tabela n.º 1 em apêndice, sendo as concorrentes beneficiadas pela atribuição de mais um valor relativamente a cada uma dessas provas, à exceção da natação, que possui as tabelas n.os 2 e 3 independentes.
- 4.2 -Todas as provas:
- 4.2.1 -São realizadas com os concorrentes com equipamento de ginástica e natação: camisola, calções, meias, sapatos de ginástica, calções, óculos, touca;
- 4.2.2 -Todas as provas devem ser precedidas de aquecimento.
- 5 -Execução das Provas
- 5.1 -Exercício de equilíbrio na trave
- 5.1.1 -Finalidade
Verificar a confiança e a capacidade de decisão, equilíbrio, agilidade e despistar eventuais tendências de vertigens em altura, em superfícies instáveis e de espaço reduzido.
- 5.1.2 -Execução
Consiste em percorrer até ao extremo uma trave colocada a 2 m do solo, com comprimento de 4 m e a largura de 7 cm, regressando ao ponto de início.
- 5.1.3 -Regras
- a)Manter sempre de tronco erguido e sem apoio de braços e mãos;
- b)São permitidas três tentativas.
- 5.2 -Força dos membros inferiores - impulsão horizontal
- 5.2.1 -Finalidade
Atingir a máxima distância num salto em comprimento a pés juntos. Este teste tem como objetivo avaliar a força explosiva dos membros inferiores.
- 5.2.2 -Execução
O participante deve posicionar-se de pé atrás da linha que assinala o ponto de partida com os pés à largura dos ombros.
Deve fletir os joelhos, puxar os braços atrás e saltar em comprimento o mais longe possível.
- 5.2.3 -Regras:
- a)As distâncias são medidas desde o ponto de partida até ao calcanhar;
- b)Devem ser efetuados 2 saltos;
- c)O valor registado é o melhor resultado das duas avaliações;
- d)O avaliador deve estar colocado de transversalmente à zona de salto para que consiga ver o resultado e a execução do movimento.
(ver documento original)
Figura 1
Execução correta do teste de impulsão horizontal
- 5.3 -Agilidade - Teste T
- 5.3.1 -Finalidade
Realizar uma tarefa o mais rápido possível.
- 5.3.2 -Execução
No chão serão colocados 4 cones como é possível verificar na figura 2 onde as distâncias são de 10 metros do ponto de partida ao primeiro cone e 5 metros do cone central aos cones quer da direita quer da esquerda. A partida será feita com a voz de comando: "Atenção! Já!" o cronómetro é iniciado e o participante terá que executar a prova o mais rápido possível. O ponto de partida e de chegada é o mesmo. Após o sinal de partida, o participante deve iniciar a corrida deslocando-se até ao meio do "T" onde tem que tocar com a mão no cone, deslocar-se lateralmente para o cone da direita, posteriormente para o cone da esquerda, voltar ao cone do meio e, por fim, voltar ao ponto de partida onde termina a contagem do tempo.
- 5.3.3 -Regras
- a)O participante tem duas tentativas de execução com um intervalo de repouso de dois minutos entre tentativas. Será contabilizado o melhor tempo das duas tentativas;
- b)Do cone 1 ao 2, e do cone 2 ao 3 os deslocamentos são laterais e do cone 1 à meta o participante desloca-se de costas para esta;
- c)O participante tem que tocar nos cones 1, 2 e 3 ao aproximar-se destes;
- d)O cronómetro é parado quando ultrapassado a linha da meta;
- e)O avaliador deve estar colocado no sítio da partida transversalmente ao percurso para que possa sempre ver a transposição da linha e o toque em cada um dos cones;
- f)Registar o valor atingido pelo participante na folha de registo.
(ver documento original)
Figura 2
Teste T (Agilidade)
- 5.4 -Flexões de braços na trave (barra)
- 5.4.1 -Finalidade
Avaliar a força de resistência do trem superior, em especial dos músculos flexores e das ações de puxar.
- 5.4.2 -Execução
À voz de "em posição" dada pelo avaliador, o executante por meio de um salto, tomará a posição inicial, em suspensão facial, mantendo os braços em extensão completa, corpo na posição vertical e sem o contacto dos pés com o solo. À voz de "Começar", o executante realiza uma flexão completa dos braços, devendo o queixo ultrapassar a parte superior da barra (trave). Em seguida voltará à posição inicial pela extensão completa dos braços. O corpo deve permanecer na posição vertical durante o exercício.
- 5.4.3 -Regras
- a)A altura da Barra (Trave) deve estar a 2,30 m;
- b)Realizar, nas condições acima referidas, o maior número possível de flexões, até à falha, sem parar e sem intervalos de descanso;
- c)Não serão consideradas, para contagem, as flexões consideradas incorretas, ou seja, em que o queixo não passe acima da barra (trave), ou em que os braços não fiquem completamente estendidos;
- d)O corpo deve permanecer na vertical, não sendo permitidos balanços, nem movimentos de pernas (pedalar);
- e)A primeira flexão só pode ser iniciada, depois da ordem do avaliador, por forma a não ser aproveitado o balanço do salto inicial, para a efetuar;
- f)A prova deve ser realizada sem interrupções.
- g)É permitida a repetição da série para os candidatos que não obtenham o número suficiente de flexões para o sucesso nesta prova. Esta repetição pode ocorrer no final da primeira série realizada por todos os candidatos.
(ver documento original)
Figura 3
Execução correta das elevações de braços na barra (trave)
- 5.5 -Força média - teste de abdominais (2 minutos)
- 5.5.1 -Finalidade
Avaliar a resistência de força média (abdominal), durante 2 minutos.
- 5.5.2 -Execução
Este teste consiste na execução do maior número de abdominais realizados em 2 minutos (120 segundos). Após colocação de um colchão por participante no solo, a pares, o participante que tiver de fora, irá segurar nos pés do participante a ser avaliado.
- 5.5.3 -Regras
- a)O participante deve iniciar o teste deitado de costas no colchão com os joelhos fletidos aproximadamente a 90.º, pés assentes no colchão, as mãos entrelaçadas atrás da cabeça e os cotovelos bem afastadas da cabeça. Os pés do participante vão estar a ser agarrados pelo participante que tiver de fora;
- b)Uma execução correta será considerada quando o participante (a) parte da posição inicial e executa o movimento de flexão do tronco com os cotovelos (de forma cruzada) atinge o nível dos joelhos e volta à posição inicial;
- c)Deverá ser dito ao participante (a) quando se encontra a metade da prova (60 segundos), quando faltam 30 segundos para terminar a prova e fazer a contagem decrescente nos últimos 5 segundos;
- d)O teste termina quando o tempo de 2 minutos tiver chegado ao fim;
- e)O valor registado é o número de repetições corretas realizadas pelo participante;
- f)O avaliador dever estar colocado transversalmente ao candidato para que consiga ver a realização completa do movimento;
- g)Registar o número de repetições bem executadas pelo participante na folha de registo.
(ver documento original)
Figura 4
Execução correta dos Abdominais (cruzados)
- 5.6 -Capacidade Cardiorrespiratória - Teste de Vaivém
- 5.6.1 -Finalidade
Avaliar a capacidade de resistência cardiorrespiratória
- 5.6.2 -Execução
Consiste na execução do número máximo de percursos realizados numa distância de 20 m a uma cadência predeterminada. Através de pinos e respetiva fita métrica, será feita a delimitação do espaço. Irá estar um computador portátil/Ipod/mp3 com o software conectado a umas colunas de áudio para a realização do teste. Este será um teste realizado com mais do que um participante ao mesmo tempo.
- 5.6.3 -Regras
- a)O participante deve colocar-se na linha de partida e iniciar o teste ao sinal sonoro inicial transmitido pelas colunas áudio;
- b)Deverá correr ao longo do percurso de 20 m na distância marcada pelos pinos, e deve tocar ou trespassar a linha quando ouve o sinal sonoro;
- c)Ao sinal sonoro deve também inverter o sentido de corrida e correr até à outra extremidade;
- d)Se atingir a linha antes do sinal sonoro, deverá esperar pelo novo sinal sonoro para correr em sentido contrário. Idealmente, deve controlar o ritmo de corrida de forma a chegar ao final dos 20 m um pouco antes do sinal sonoro;
- e)O sinal sonoro ajuda a marcar a velocidade durante o percurso. Inicialmente a velocidade é mais reduzida (8,5 km/h) e aumenta progressivamente;
- f)Um sinal sonoro indica o final de um percurso de 20 m, e um triplo sinal sonoro indica o final de cada etapa (1 minuto);
- g)Quando o participante não conseguir atingir a linha final do percurso (pela segunda vez) ao sinal sonoro termina a prestação do participante;
- h)O avaliador deve estar colocado transversalmente ao percurso para que consiga ver a transposição da linha e registar o n.º de percursos;
- i)O registo de percursos é segundo o n.º de beeps que forem respeitados;
- j)Registar o valor atingido pelo participante na folha de registo.
(ver documento original)
Figura 5
Teste do Vaivém (Cardiorrespiratório)
- 5.7 -Natação
- 5.7.1 -Finalidade
Avaliar a capacidade de nadar.
- 5.7.2 -Execução
Consiste em nadar, em qualquer estilo, exceto decúbito dorsal, percorrendo uma distância de 100 metros de forma ininterrupta.
- 5.7.3 -Regras
- a)Os candidatos à medida que vão sendo chamados, dirigem-se para o bloco de partida e, ao sinal de "Partir" (que pode ser voz, apito ou pistola) começam a nadar;
- b)Não será permitida qualquer pausa depois de iniciada a prova.
APÊNDICE
Tabela 1
(ver documento original)
TABELA 2
(ver documento original)
TABELA 3
(ver documento original)
ANEXO II
Inspeção Médica e Tabela de Inaptidões
(Exame médico de Seleção)
Inspeção Médica
A Inspeção Médica consta de um Exame Clínico e de Exames Complementares.
- 1 -O Exame Clínico de base compreende:
- a)Anamnese;
- b)Exame ectoscópico;
- c)Exame neurológico;
- d)Exame do aparelho respiratório;
- e)Exame do aparelho cardiovascular;
- f)Exame do aparelho digestivo;
- g)Exame do aparelho geniturinário;
- h)Exame oftalmológico;
- i)Exame otorrinolaringológico;
- j)Exame do aparelho osteoarticular;
- k)Exame estomatológico;
- l)Exame biométrico;
- m)Avaliação endócrina e metabólica;
- 2 -Os exames complementares compreendem:
- a)Análises do sangue;
- b)Análises da urina;
- c)Exames radiológicos;
- d)Audiometria;
- e)Acuidade visual e visão periférica;
- f)ECG em repouso;
- g)Prova de Esforço;
- h)Eletroencefalograma.
- 2.1 -As análises ao sangue consistem em:
- 2.1.1 -Hemograma completo;
- 2.1.2 -Doseamento de glicémia em jejum, ureia, ácido úrico, colesterol total, triglicéridos, VGT, transminases.
- 2.1.3 -Doseamento de Ige total;
- 2.1.4 -Reação VDRL;
- 2.1.5 -Marcadores virais da hepatite B e C;
- 2.2 -As análises da urina consistem em:
- 2.2.1 -Análises dos carateres gerais da urina e sedimento urinário;
- 2.2.2 -Pesquisa de metabolitos de drogas de abuso.
- 2.3 -Os exames radiológicos consistem em:
- 2.3.1 -Radiografia de tórax;
- 2.3.2 -Radiografia da coluna vertebral, todos os segmentos, frente e perfil.
- 3 -Para esclarecimento do diagnóstico pode o médico examinador promover a submissão do candidato a outros exames complementares.
TABELA DE INAPTIDÕES
Elaborada seguindo Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas de Saúde e Afins (ICD 10)
- 1 -Condições sensoriais de visão fora dos limites seguintes:
- 1.1 -Acuidade visual inferior a 17/10 no somatório dos dois olhos, não corrigida com prótese ocular (óculos ou lentes de contacto);
- 1.2 -Visão periférica inferior a 140º no meridiano horizontal em cada olho, sem correção;
- 1.3 -Sentido cromático avaliado pelas tabelas de Ishiara: ausência de sentido tricromático.
- 2 -Audição fora dos limites seguintes:
Diminuição da audição, num dos ouvidos superior a 25 dB em três das quatro frequências seguintes:
500 Hz;
1000 Hz;
2000 Hz;
4000 Hz.
- 3 -Tecido cutâneo que não revele condições de higiene e integridade.
- 1 -Tuberculose com qualquer localização, em atividade ou cura há menos de dois anos;
- 2 -Doenças sexualmente transmitidas;
- 3 -Hepatite crónica viral;
- 4 -Micoses, causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 5 -Paludismo crónico comprovado por meios complementares de diagnóstico;
- 6 -Quisto hidático e hidatitoses.
- 1 -Tumor maligno em qualquer localização ou evolução;
- 2 -Tumores benignos causadores de perturbações funcionais que diminuam a capacidade para o serviço.
- 1 -Anemias comprovadas clinicamente ou por meios complementares de diagnóstico, causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 2 -Diáteses hemorrágicas;
- 3 -Agranulocitose;
- 4 -Doenças dos leucócitos;
- 5 -Poliglobulias;
- 6 -Doenças do baço;
- 7 -Sarcoidose e imunodeficiências.
- 1 -Disfunção tiroideia;
- 2 -Diabetes melitus;
- 3 -Outras disfunções endócrinas bem manifestadas ou suspeitas de evolução progressiva;
- 4 -Qualquer doença metabólica;
- 5 -Doenças nutricionais causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço.
- 1 -Alterações mentais orgânicas (demências, alterações da personalidade e do comportamento devido a lesão cerebral);
- 2 -Alterações mentais e do comportamento devidas ao uso de substâncias psicoativas;
- 3 -Esquizofrenia e estados esquizoides e delirantes (engloba o estado paranoide);
- 4 -Perturbações do humor, mania, doença bipolar, estados depressivos;
- 5 -Neuroses, distúrbios relacionados com o stress e somatizações;
- 6 -Alterações da personalidade e do comportamento;
- 7 -Outros distúrbios mentais e do comportamento em grau suscetível de poder causar perturbações que diminuam a capacidade para o serviço (inclui a gaguez).
- 1 -Doenças inflamatórias do sistema nervosos central ou suas sequelas;
- 2 -Síndromas extrapiramidais;
- 3 -Doenças desmielinizantes;
- 4 -Epilepsia;
- 5 -Doenças dos nervos, raízes e plexos nervosos ou suas sequelas causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 6 -Doenças musculares e neuromusculares causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço.
- 1 -Doenças das pálpebras, do aparelho lacrimal, da órbita e da conjuntiva com nítida perturbação funcional;
- 2 -Doenças da esclerótica, córnea, íris e corpo ciliar com perturbação funcional;
- 3 -Doenças do cristalino;
- 4 -Doenças da coroideia e da retina;
- 5 -Glaucoma;
- 6 -Doenças do vítreo e globo ocular;
- 7 -Doenças do nervo ótico e vias óticas;
- 8 -Estrabismo e outras anomalias dos movimentos binoculares com nítida perturbação funcional;
- 9 -Diplopia;
- 10 -Nistagmo;
- 11 -Ambliopia;
- 12 -Sequelas de cirurgia da miopia.
- 1 -Otites médias de tratamento prolongado ou fazendo prever alterações cicatriciais definitivas;
- 2 -Doenças agudas ou crónicas da mastoide;
- 3 -Colesteatoma;
- 4 -Labirintopatias agudas ou crónicas.
- 1 -Sequelas de febre reumática;
- 2 -Hipertensão arterial;
- 3 -Cardiopatia isquémica;
- 4 -Doenças do endocárdio, miocárdio, e pericárdio;
- 5 -Lesões valvulares não reumáticas;
- 6 -Alterações da condução e do ritmo cardíaco, causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 7 -Doenças vasculares cerebrais e suas sequelas;
- 8 -Doenças das artérias, arteríolas, capilares, veias e da circulação linfática não classificadas noutro local, causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço.
- 1 -Alterações ou doenças orgânicas do nariz e cavidades acessórias, faringe, laringe e traqueia, causando perturbações funcionais respiratórias ou da fonação de tratamento prolongado;
- 2 -Rinite alérgica;
- 3 -Doença pulmonar crónica obstrutiva;
- 4 -Asma brônquica;
- 5 -Bronquiectasias e supurações pulmonares;
- 6 -Pneumoconioses e outras doenças causadas por agentes externos;
- 7 -Doenças da pleura causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 8 -Pneumotórax.
- 1 -Afeções crónicas da boca e glândulas salivares que perturbem a fonação ou a mastigação;
- 2 -Menos de 20 dentes (à exceção dos sisos) regularmente distribuídos;
- 3 -Doenças do esófago não classificadas noutros capítulos causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 4 -Úlcera do estômago, duodeno ou intestino, comprovadas radiologicamente e com perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 5 -Hérnias abdominais ou hemiorrafia há menos de seis meses;
- 6 -Doenças inflamatórias crónicas não infecciosas do intestino;
- 7 -Doença hepática alcoólica;
- 8 -Doença hepática crónica;
- 9 -Doenças crónicas orgânicas da vesícula e vias biliares, litiásicas ou não;
- 10 -Doenças do pâncreas (pancreatite crónica, quisto e pseudoquisto).
- 1 -Infeções da pele de tratamento prolongado;
- 2 -Dermatoses bolhosas;
- 3 -Dermatites e eczemas com localização ou extensão que diminuam a capacidade para o serviço;
- 4 -Psoaríase e outras doenças pápulo-escamosas com localização ou extensão que diminuam a capacidade para o serviço;
- 5 -Urticária crónica causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço.
- 1 -Artrite reumatoide e outras poliartrites;
- 2 -Artroses;
- 3 -Deformidades adquiridas dos membros;
- 4 -Lesões da rótula e do joelho;
- 5 -Doenças sistémicas do tecido conjuntivo;
- 6 -Doenças da coluna vertebral causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 7 -Doenças dos músculos, tendões, ligamentos e aponevroses, causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 8 -Osteopatias causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço.
- 1 -Doenças glomerulares;
- 2 -Nefropatias túbulo-intersticiais;
- 3 -Insuficiência renal;
- 4 -Doenças da bexiga e da uretra;
- 5 -Doenças do aparelho genital masculino causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 6 -Doenças da mama causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 7 -Doenças inflamatórias ou suas sequelas do aparelho genital feminino causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 8 -Prolapso genital feminino;
- 9 -Fístulas dos órgãos genitais femininos.
- 1 -Pé plano, valgo, varo, equino ou cavo pronunciado;
- 2 -Joelhos valgos com afastamento intermaleolar superior a 10 cm;
- 3 -Joelhos valgos com afastamento intercondiliano superior a 10 cm;
- 4 -Outras malformações congénitas e anomalias cromossómicas causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço.
Sintomas, sinais e anomalias clínicas e laboratoriais sem significado clínico definido e de evolução imprevisível.
- 1 -Sequelas de lesões traumáticas causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 2 -Sequelas de lesões causadas por corpos estranhos causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 3 -Sequelas de queimaduras e geladuras causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 4 -Sequelas de intoxicações causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 5 -Sequelas de lesões provocadas por outras causas externas causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço;
- 6 -Complicações de atos médicos e cirúrgicos não classificados noutros capítulos causando perturbações que diminuam a capacidade para o serviço.
- 1 -Todas as doenças, suas sequelas, ou deformidades de caráter permanente que possam interferir com as funções de Bombeiro Sapador, podem ser consideradas causas de inaptidão, embora não estejam especificamente mencionadas nesta tabela.
- 2 -Os indivíduos inaptos poderão solicitar relatório circunstanciado, através do seu médico assistente, à junta de inspeção.
314300358
Artigo 9.º — Classificação final
Vigente desde: 28/06/2021
Histórico de Alterações
Original
Versão 1Versão em vigor
Em vigor desde 28/06/2021