Cria a Escola Superior de Tecnologias Navais (ESTNA), a funcionar junto da Escola Naval
Criação
É criada a Escola Superior de Tecnologias Navais, abreviadamente designada por ESTNA.
Natureza
A ESTNA é um estabelecimento militar de ensino superior politécnico.
Objectivo e missão
Articulação com a Escola Naval
Graus
A ESTNA confere o grau de bacharel em tecnologias navais.
Cursos
Outras actividades complementares da formação
Acesso
Estatuto
Estrutura orgânica
1 - A ESTNA compreende:
a) O comandante;
b) Os órgãos de conselho;
c) A direcção do ensino;
e) O corpo docente;
f) O corpo de alunos;
g) Os serviços e órgãos de apoio.
2 - São órgãos de conselho:
a) O conselho científico-pedagógico;
b) O conselho de disciplina.
3 - São órgãos comuns à EN e à ESTNA:
a) O corpo de alunos;
b) Os serviços e órgãos de apoio.
Comandante
Conselho científico-pedagógico
Ao conselho científico-pedagógico compete dar parecer sobre os assuntos relacionados com a orientação científica, técnica e pedagógica, avaliação dos cursos e rendimento escolar relativos ao ensino ministrado na ESTNA.
Conselho de disciplina
Ao conselho de disciplina compete dar parecer sobre os assuntos relacionados com a disciplina escolar.
Direcção do ensino
À direcção do ensino compete dirigir o ensino ministrado na ESTNA, promover e assegurar o desenvolvimento e realização das actividades pedagógicas e científicas e os respectivos programas da Escola.
Corpo docente
Regulamento
O regulamento da ESTNA é aprovado por portaria do Ministro da Defesa Nacional, sob proposta do Chefe do Estado-Maior da Armada, ouvido o conselho científico-pedagógico da ESTNA.
Articulação com outras instituições
No âmbito das suas atribuições e visando uma mais adequada prossecução dos seus objectivos, a ESTNA pode estabelecer acordos, convénios e protocolos de cooperação com outras instituições de ensino superior ou de investigação.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 24 de Outubro de 1996. - António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino - António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino - António Luciano Pacheco de Sousa Franco - Eduardo Carrega Marçal Grilo.
Promulgado em 9 de Dezembro de 1996.
Publique-se.
O Presidente da República, JORGE SAMPAIO.
Referendado em 11 de Dezembro de 1996.
O Primeiro-Ministro, António Manuel de Oliveira Guterres.