Aprova as medidas de controlo fitossanitário a adoptar no território nacional em relação à bactéria Ralstonia solanacearum (Smith) Yabuuchi et al., transpondo a Directiva n.º 98/57/CE, do Conselho, de 20 de Julho
Objecto
O presente diploma estabelece as medidas de controlo fitossanitário a adoptar em relação à bactéria Ralstonia solanacearum (Smith) Yabuuchi et al., anteriormente designada por Pseudomonas solanacearum (Smith) Smith, que para efeitos do presente diploma é a seguir designada por organismo prejudicial, no sentido de evitar o seu aparecimento e, uma vez detectada, localizá-la e determinar a sua distribuição, evitar a sua dispersão e combatê-la com vista à sua erradicação.
Prospecção oficial
Dever de informação em relação ao organismo prejudicial
Qualquer pessoa que saiba ou suspeite da presença do organismo prejudicial em qualquer dos materiais vegetais ou outros materiais definidos no presente diploma deve dar conhecimento do facto à DGPC.
Procedimentos no caso de suspeita da presença do organismo prejudicial
Procedimentos no caso de confirmação da presença do organismo prejudicial
Medidas de protecção fitossanitária
Métodos de descontaminação
Os métodos adequados para a descontaminação dos objectos referidos no n.º 4 do artigo anterior serão a lavagem e a desinfecção, quando necessário, de forma a garantir que não existe qualquer risco reconhecido de dispersão do organismo prejudicial, devendo a sua aplicação ter lugar sob supervisão dos serviços competentes da respectiva DRA.
Proibição
É proibida a posse e manuseamento do organismo prejudicial.
Excepções
A DGPC poderá autorizar excepções às medidas previstas nos artigos 6.º e 7.º nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 91/98, de 14 de Abril, para fins experimentais ou científicos e trabalhos de selecção de variedades.
Infracções
Competência em matéria contra-ordenacional
A iniciativa e a instrução dos processos de contra-ordenação são da competência da DRA em cuja área de actuação foi praticada a contra-ordenação, cabendo ao director-geral de Protecção das Culturas a competência para aplicação das coimas e sanções acessórias.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 1 de Outubro de 1999. - António Manuel de Oliveira Guterres - Joaquim Augusto Nunes de Pina Moura - Luís Medeiros Vieira.
Promulgado em 22 de Outubro de 1999.
Publique-se.
O Presidente da República, JORGE SAMPAIO.
Referendado em 26 de Outubro de 1999.
O Primeiro-Ministro, António Manuel de Oliveira Guterres.
ANEXO I
Esquema de ensaio para diagnóstico, detecção e identificação de Ralstonia solanacearum (Smith) Yabuuchi et al.
Conteúdo do esquema de ensaio
O esquema de ensaio apresentado descreve os vários procedimentos envolvidos:
Nos apêndices ao presente anexo, são fornecidos pormenores para a preparação dos materiais a utilizar nas análises, isto é, meios de cultura, tampões, soluções e reagentes.
Quadro síntese do esquema de ensaio
(ver quadro no documento original)
Apresentação do fluxograma
(ver esquema no documento original)
Apresentação do fluxograma
(ver esquema no documento original)
Planta da batateira. - Na fase inicial de infecção, verifica-se uma murchidão das folhas na parte superior da planta a temperaturas elevadas e durante o dia, com recuperação à noite. A murchidão torna-se rapidamente irreversível, resultando na morte da planta. O tecido vascular dos caules de plantas afectadas cortados transversalmente pode tornar-se castanho e uma exsudação leitosa escorre da superfície cortada ou pode ser facilmente extraída apertando o caule com os dedos. Quando um caule cortado é colocado verticalmente em água, há um corrimento viscoso a partir dos feixes vasculares.
Tubérculo de batateira. - Os tubérculos de batateira têm de ser cortados transversalmente junto do hilo (estolho). Na fase inicial da infecção há uma coloração amarelo-vítrea ou castanho-clara no anel vascular, pelo qual emerge espontaneamente, após alguns minutos ou quando é aplicada uma ligeira pressão com os polegares junto da superfície cortada, uma exsudação de cor creme-clara. Mais tarde, a coloração torna-se castanha mais evidente e a necrose pode alastrar ao parênquima. Nas fases mais avançadas, a infecção alastra a partir do hilo e dos olhos, podendo observar-se lesões na casca, de cor vermelho-acastanhada e em ligeira depressão, a partir das quais se pode manifestar exsudação bacteriana que origina a adesão de partículas de terra.
Planta do tomateiro. - Os primeiros sintomas visíveis são o aspecto flácido das folhas mais jovens. Em condições ambientais favoráveis ao agente patogénico (temperatura do solo de cerca de 25ºC, humidade saturada), segue-se dentro de dias a epinastia e a murchidão de um lado ou da planta inteira, que resulta no colapso total da planta. Em condições menos favoráveis (temperatura do solo de cerca de 21ºC), pode desenvolver-se no caule um grande número de raízes adventícias. Pode observar-se um cordão gorduroso ao longo do caule, que põe em evidência a necrose do sistema vascular. Quando o caule é cortado transversalmente, os tecidos vasculares do caule, com uma coloração acastanhada, exsudam gotas de líquido amarelo ou branco, que contêm bactérias.
Os testes rápidos de rastreio facilitam o diagnóstico inicial. Utilizar um ou mais dos seguintes testes:
A presença de Ralstonia solanacearum em caules de batateira com sintomas de murchidão pode ser avaliada através de um simples teste inicial: cortar o caule imediatamente acima do nível do solo. Colocar a superfície cortada num recipiente com água. Pouco tempo depois, haverá uma exsudação bacteriana espontânea a partir do anel vascular. Qualquer outra bactéria que provoque infecção vascular em plantas de batateira não exibirá este fenómeno.
Os grânulos de PHB nas células de Ralstonia solanacearum são visualizados através da coloração com azul-de-nilo A ou com negro-de-sudão B.
Preparar um esfregaço a partir do exsudado ou com uma suspensão do tecido necrosado numa lâmina de microscópio, ou então preparar um esfregaço de uma cultura de quarenta e oito horas em YPGA ou SPA, tal como descrito no apêndice n.º 1. Preparar esfregaços de controlo positivo da estirpe Biovar 2/Raça 3 e, se necessário, um esfregaço de uma estirpe heteróloga como controlo negativo. Deixar secar. Passar rapidamente a parte de baixo da lâmina à chama várias vezes até que o esfregaço esteja fixado.
1) Corar o esfregaço fixado na lâmina com uma solução aquosa a 1% de azul-de-nilo A. Incubar durante dez minutos a uma temperatura de 55ºC;
2) Escorrer a solução corante. Lavar brevemente e com cuidado em água corrente. Retirar o excesso de água com papel de filtro;
3) Lavar o esfregaço com uma solução aquosa a 8% de ácido acético. Incubar durante um minuto à temperatura ambiente;
4) Lavar com cuidado em água da torneira corrente. Secar com papel de filtro;
5) Voltar a humedecer com uma gota de água. Cobrir com uma lamela;
6) Examinar o esfregaço corado em microscópio de epifluorescência a 450 nm com lente de imersão em óleo e uma ampliação de 1000 vezes.
Os grânulos de PHB apresentam uma fluorescência laranja-viva. Observar também com luz normal para verificar se os grânulos são intracelulares e se a morfologia das células é típica de Ralstonia solanacearum.
1) Corar o esfregaço fixado na lâmina com uma solução a 0,3% de negro-de-sudão B em etanol a 70%. Incubar durante dez minutos à temperatura ambiente;
2) Escorrer a solução corante. Lavar brevemente e com cuidado em água da torneira corrente. Retirar o excesso de água com papel de filtro;
3) Mergulhar o esfregaço brevemente em xilol. Secar com papel de filtro;
Nota. - Cuidado! O xiloe é um produto nocivo. Trabalhar em «hotte».
4) Lavar o esfregaço com um solução aquosa a 0,5% (p/v) de safranina e deixar durante dez segundos à temperatura ambiente;
Nota. - Cuidado! A safranina é um produto nocivo. Trabalhar em «hotte».
5) Lavar com cuidado em água corrente. Secar com papel de filtro. Cobrir com uma lamela;
6) Examinar o esfregaço corado em microscópio com luz transmitida com lente de imersão em óleo e uma ampliação de 1000 vezes. Os grânulos de PHB em células de Ralstonia solanacearum apresentam uma coloração azul-negra. As paredes celulares apresentam uma coloração rosa.
Outros testes de rastreio considerados apropriados são o teste IF, descrito no n.º 2 da secção III do presente anexo, o teste ELISA, como indicado no n.º 3 da secção III do presente anexo, e o teste PCR, descrito no n.º 4 da secção III do presente anexo.
Em meios nutritivos gerais, os isolamentos virulentos de Ralstonia solanacearum produzem colónias de cor pérola, achatadas, irregulares e fluidas, exibindo muitas vezes espirais características.
Em meio de tetrazólio de Kelman, as colónias típicas de isolamentos virulentos de Ralstonia solanacearum são cremes, achatadas, irregulares e fluidas, com espirais de cor vermelho-viva no centro. Formas avirulentas de Ralstonia solanacearum desenvolvem colónias butirosas vermelho-escuras.
Em meio SMSA, os isolamentos virulentos de Ralstonia solanacearum produzem colónias branco-leitosas, achatadas, irregulares e fluidas, com centros vermelho-vivos bem distintos.
As formas avirulentas de Ralstonia solanacearum desenvolvem no meio SMSA colónias menos fluidas, completamente rosas a vermelhas.
Identificar as culturas puras de Ralstonia solanacearum através de, pelo menos, um dos seguintes procedimentos:
Nota. - Incluir estirpes apropriadas de controlo para cada teste utilizado.
As seguintes características fenotípicas de Ralstonia solanacearum estão universalmente presentes ou ausentes:
(ver quadro no documento original)
Os meios de cultura e métodos de ensaio estão descritos em Lelliott & Stead, 1987.
Preparar uma suspensão de 10(elevado a 6) células por mililitro a partir da cultura e de uma estirpe de controlo. Preparar um série de diluições de anti-soro, com duas ordens de diluição. Aplicar o procedimento IF descrito no n.º 2 da secção III do presente anexo. O título de IF da cultura tem de ser equivalente ao do controlo positivo.
Preparar uma suspensão com uma concentração superior a 10(elevado a 6) células por mililitro a partir da cultura e de uma estirpe de controlo. Aplicar o procedimento ELISA (secção III, n.º 3). O valor ELISA da cultura tem de ser equivalente ao do controlo positivo.
Preparar uma suspensão de 10(elevado a 6) células por mililitro a partir da cultura e de uma estirpe de controlo positivo. Aplicar o procedimento da PCR descrito no n.º 4 da secção III do presente anexo. O produto da PCR da cultura tem de ter a mesma dimensão e perfil de restrição (REA) do controlo positivo.
Preparar uma suspensão de 10(elevado a 6) células por mililitro da cultura e de uma estirpe de controlo. Aplicar o procedimento FISH (Van Beuningen et al., 1995) com o «primer» OLI-1 (Seal et al., 1993). A cultura tem de manifestar a mesma reacção que o controlo positivo.
As proteínas desnaturadas de células inteiras são separadas através de electroforese em gel de poliacrilamida (PAGE) (Stead, 1992a).
Incubar a cultura e uma estirpe de controlo positivo durante quarenta e oito horas a uma temperatura de 28ºC em agar de soja tripticase e aplicar o procedimento FAP (Janse, 1991; Stead, 1992a; Stead, 1992b). O perfil da cultura tem de ser idêntico ao do controlo positivo. Nas condições especificadas, os ácidos gordos característicos são 14:0 3OH, 16:0 2OH, 16:1 2OH e 18:1 2OH.
A caracterização da estirpe é opcional mas recomendada para cada novo caso, utilizando, pelo menos, um dos testes seguintes:
A Ralstonia solanacearum é dividida em biovares com base na capacidade de produzir ácido a partir de três álcoois de hexose e três açúcares (Hayward, 1964 & 1994):
(ver quadro no documento original)
Testes suplementares diferenciam a biovar 2 em subfenótipos (Hayward, 1994):
(ver quadro no documento original)
A raça (Buddenhagen et al., 1962) é determinada com base no teste de patogenicidade em plantas de tomateiro ou beringela e em plantas de tabaco, bem como através de um teste de avaliação da reacção de hipersensibilidade (HR) em folhas de tabaco (Lozano & Sequeira, 1970):
(ver quadro no documento original)
A caracterização da raça através de testes de patogenicidade ou hipersensibilidade em folhas de tabaco pode não ser muito fiável, pelo que poderá ser deduzida a partir da biovar e do hospedeiro natural de origem.
A cultura pode ser ainda caracterizada através de impressão genómica.
A diferenciação molecular das estirpes do complexo Ralstonia solanacearum pode ser feita através de:
Análise do polimorfismo do comprimento dos fragmentos de restrição (RFLP) (Cook et al., 1989);
Sequenciação repetitiva de PCR [(REP-, ERIC- & BOX-PCR) (Louws et al., 1995; Smith et al., 1995)].
A finalidade deste teste é a confirmação da virulência das culturas identificadas como Ralstonia solanacearum.
Preparar inóculos de 10(elevado a 6) células por mililitro a partir da cultura e de uma estirpe de controlo positivo. Inocular 5-10 plantas de tomateiro ou beringela de preferência no estádio de terceira folha verdadeira ou mais velha como descrito no n.º 6 da secção III deste anexo. Incubar até duas semanas a uma temperatura de 22ºC-28ºC e elevada humidade relativa, regando diariamente. Observar sintomas de murchidão ou epinastia, clorose, nanismo.
Proceder ao isolamento a partir de plantas com sintomas:
Remover uma secção de tecido do caule 2 cm acima do ponto de inoculação;
Fragmentá-la e suspendê-la num pequeno volume de água destilada esterilizada ou tampão de fosfato 50 mM e semear em placas, incubar e observar a presença de colónias típicas de Ralstonia solanacearum.
Nota. - A dimensão normal da amostra é de 200 tubérculos; contudo, este procedimento pode ser aplicado a amostras com menos de 200 tubérculos.
Nota. - Os sedimentos de extracto de batata obtidos através deste protocolo também podem ser utilizados para a detecção de Clavibacter michiganensis subsp. sepedonicus.
Opções anteriores à realização do teste, se consideradas úteis:
Nota. - O exame visual dos tubérculos (secção II, n.º 1) pode ser feito nesta fase. Pôr de lado qualquer tubérculo que exiba sintomas ou severas podridões e testá-los separadamente (secção II).
Adicionar um volume adequado de tampão de maceração como indicado no apêndice n.º 2 deste anexo, de forma a cobrir o material.
Fragmentar o material num misturador Waring Blender ou Ultra Thurrax até à homogeneização completa. Evitar uma homogeneização exagerada.
Deixar o macerado repousar durante quinze a trinta minutos;
Adicionar um volume adequado de tampão de maceração de forma a cobrir o material.
Colocar o recipiente num agitador rotativo.
Incubar a uma velocidade de 50 r.p.m. a 100 r.p.m. durante quatro horas a uma temperatura de 20ºC-22ºC ou durante dezasseis a vinte e quatro horas a uma temperatura de 4ºC;
Esmagar cuidadosamente os hilos com uma ferramenta adequada, por exemplo, um martelo, até à homogeneização completa.
Adicionar um volume suficiente de tampão de maceração, de forma a cobrir o material.
Deixar o macerado sedimentar durante quinze a trinta minutos.
Centrifugar o líquido de maceração decantado, ou o sobrenadante resultante da primeira etapa de centrifugação, a 7000 g durante quinze minutos ou a 10000 g durante dez minutos a uma temperatura inferior a 10ºC.
Desprezar o sobrenadante sem perturbar o sedimento;
Recolher o filtrado num tubo de centrifugação.
Lavar o filtro com tampão de maceração.
Centrifugar o filtrado a 7000 g durante quinze minutos ou a 10000 g durante dez minutos, a uma temperatura inferior a 10ºC.
Desprezar o sobrenadante sem perturbar o sedimento.
Dividir em duas partes iguais e transferir cada parte para um microtubo.
Utilizar um microtubo para os testes. Durante o ensaio, conservar o extracto restante a uma temperatura de 4ºC.
Adicionar 10%-25% (v/v) de glicerol esterilizado ao outro microtubo. Agitar em vortex. Armazenar a uma temperatura de -18ºC (semanas) ou de -70ºC (meses).
Utilizar anti-soro para Ralstonia solanacearum, de preferência para a biovar 2/raça 3. Determinar o título com uma suspensão de 10(elevado a 6) células por mililitro da estirpe homóloga de Ralstonia solanacearum, com uma diluição adequada do conjugado de isotiocianato de fluoresceína (FITC), de acordo com as recomendações do fabricante. O anti-soro não purificado deverá ter um título de IF de, pelo menos, 1:2000.
Utilizar lâminas de microscópio com vários poços, de preferência 10, com, pelo menos, 6 mm de diâmetro.
Incluir um controlo de conjugado FITC em cada lâmina. O teste deverá ser repetido, com um controlo de PBS incluído, no caso de ser observado qualquer resultado positivo no controlo de FITC.
Preparar lâminas de controlo positivo em separado, com uma suspensão de 10(elevado a 6) células por mililitro de uma estirpe de Ralstonia solanacearum de biovar/raça apropriadas. Incluir uma lâmina em cada conjunto de testes.
Figura n.º 1
Preparação da lâmina de acordo com os n.os 2.1, alínea i), e 2.3, alínea i)
Uma diluição padrão do sedimento ressuspenso
(T = título)
(ver figura no documento original)
Figura n.º 2
Preparação da lâmina de acordo com os n.os 2.1, alínea ii), e 2.3, alínea ii)
FITC - Diluição padrão do anti-soro
(ver figura no documento original)
Cobrir os poços da amostra com a(s) diluição(ões) de anti-soro. Juntar PBS aos poços de FITC. O volume de anti-soro adicionado aos poços deve ser equivalente ao volume de extracto utilizado.
Lavar durante cinco minutos em tampão IF-Tween e subsequentemente durante cinco minutos em tampão IF, como indicado no apêndice n.º 3 deste anexo.
Retirar cuidadosamente o excesso de humidade.
Cobrir os poços da amostra e o poço FITC com a diluição do conjugado FITC utilizada para determinar o título. O volume de conjugado FITC adicionado aos poços deve ser idêntico ao volume de anti-soro utilizado.
Retirar cuidadosamente o excesso de humidade.
Examinar as lâminas do teste num microscópio de epifluorescência, com filtros adequados para a excitação do FITC, sob lente de imersão em óleo, a uma ampliação de 500-1000 vezes. Examinar os poços ao longo de dois diâmetros perpendiculares e à volta do perímetro.
Observar primeiro a lâmina do controlo positivo. As células devem apresentar-se com uma fluorescência brilhante e completamente coradas.
Nota. - O teste deve ser repetido se a coloração for aberrante.
Ler as lâminas do teste. Observar primeiro a ausência de células fluorescentes nos poços de controlo FITC. Células fluorescentes no controlo de FITC indicam ligação não específica do conjugado, autofluorescência ou contaminação.
Nota. - Repetir o teste se tal for observado.
Observar células fluorescentes brilhantes e com a morfologia característica de Ralstonia solanacearum nos poços das lâminas. A intensidade de fluorescência deve ser equivalente à da estirpe do controlo positivo, para a mesma diluição do anti-soro. As células com coloração incompleta ou com fluorescência fraca não devem ser consideradas, a não ser que sejam muito abundantes (ver interpretação dos resultados do teste IF). Interpretação dos resultados do teste IF:
Uma população de aproximadamente 10(elevado a 3) células por mililitro de sedimento ressuspenso é considerada como sendo o limite de detecção para o teste IF:
Para as amostras com N > 10(elevado a 3) células por mililitro, o teste IF é considerado positivo;
Para as amostras com N < 10(elevado a 3) células por mililitro, o teste IF pode ser considerado positivo;
Ou um teste baseado num princípio biológico distinto;
Ou uma repetição do teste IF, utilizando um segundo anti-soro ou uma diluição decimal do sedimento.
Utilizar anti-soro para a Ralstonia solanacearum, de preferência para a biovar 2/raça 3. Determinar o título com uma suspensão de 10(elevado a 6) células por mililitro de uma estirpe homóloga de Ralstonia solanacearum.
Recomenda-se a utilização de microplacas NUNC Polysorp.
Incluir um controlo negativo constituído pelo extracto de batata e um controlo de tampão fosfato salino (PBS).
Utilizar uma suspensão de >10(elevado a 6) células por mililitro de uma estirpe de Ralstonia solanacearum de biovar/raça apropriadas como controlo positivo. Testar de forma idêntica à da(s) amostra(s), mas dela(s) bem separada na microplaca.
Aquecer durante quatro minutos a uma temperatura de 100ºC. Retirar o microtubo e colocá-lo em gelo.
Adicionar 100 (mi)l da diluição de anti-soro aos poços.
Incubar durante uma hora a uma temperatura de 37ºC.
Adicionar 100 (mi)l da diluição do conjugado aos poços.
Incubar durante uma hora a uma temperatura de 37ºC.
Adicionar 100 (mi)l aos poços. Incubar entre trinta minutos e uma hora, na obscuridade, à temperatura ambiente.
Interpretação do teste ELISA:
O teste ELISA é negativo se a densidade óptica (DO) da amostra for < 2 x DO do controlo negativo;
O teste ELISA é positivo se a densidade óptica (DO) da amostra for > 2 x DO do controlo negativo.
Nota. - Têm de se utilizar pontas de pipeta com filtro durante todas as etapas de preparação das amostras e durante outras manipulações que envolvam a PCR.
Preparar uma suspensão de 10(elevado a 6) células por mililitro de uma estirpe de biovar 2/raça 3 de Ralstonia solanacearum como controlo positivo e testar de forma idêntica à da(s) amostra(s).
Em alternativa, transferir 90 (mi)l do sedimento ressuspenso para um microtubo contendo 10 (mi)l de hidróxido de sódio 0,5 M. Misturar invertendo repetidamente o microtubo.
(ver quadro no documento original)
Calcular a quantidade de cada componente para o número de reacções necessário;
Misturar os componentes e transferir 45(mi)l-48(mi)l da mistura para tubos de PCR esterilizados;
Manter os tubos com a mistura da PCR em gelo;
Adicionar, pela ordem especificada, 2(mi)l-5(mi)l da(s) amostra(s), controlo de água e controlo positivo aos tubos contendo a mistura de reacção PCR. Colocar os tubos no bloco de aquecimento do termociclador de DNA.
Cinquenta ciclos de:
Nota. - Estes são os parâmetros para o aparelho Perkin Elmer 9600. Outros termocicladores poderão necessitar de uma camada de óleo mineral nos tubos de reacção da PCR e ou modificação da duração das etapas ii), iii) e iv) do programa de amplificação.
Os fragmentos da PCR são detectados através de electroforese em gel de agarose e coloração com brometo de etídio.
Nota. - Utilizar luvas descartáveis sempre que manusear o brometo de etídio, pois é um potente agente mutagénico!
Nota. - O controlo da água tem de ser sempre negativo. Se for positivo, repetir o teste.
Interpretação do resultado do teste PCR:
O teste PCR é negativo se o fragmento característico de 288 bp não for detectado e se o fragmento for detectado para a estirpe do controlo positivo de Ralstonia solanacearum;
O teste PCR é positivo se o fragmento característico de 288 bp for detectado e se a análise REA do fragmento amplificado for idêntica à da estirpe do controlo positivo de Ralstonia solanacearum.
Se for considerado útil, fazer uma diluição através de riscado com uma ansada de 10(mi)l de sedimento ressuspenso, passando a ansa pela chama entre cada uma das inoculações;
Interpretação do resultado da sementeira em placas com meio selectivo:
O teste de sementeira em placas com meio selectivo é negativo se não for isolada nenhuma colónia ao fim de seis dias ou não forem isoladas colónias características de Ralstonia solanacearum, desde que não se suspeite de inibição por colónias de outras bactérias e que colónias características de Ralstonia solanacearum sejam detectadas nos controlos positivos;
O teste de sementeira em placas com meio selectivo é positivo se forem isoladas colónias características de Ralstonia solanacearum.
Interpretação do resultado do bio-ensaio:
O bio-ensaio é negativo se as plântulas ensaiadas não estiverem infectadas por Ralstonia solanacearum e se Ralstonia solanacearum for detectada no controlo positivo;
O bio-ensaio é positivo se as plântulas ensaiadas estiverem infectadas por Ralstonia solanacearum.
APÊNDICE N.º 1
Meios nutritivos para isolamento e cultura de Ralstonia solanacearum
Ágar nutritivo (NA)
(ver quadro no documento original)
Preparar volumes de 0,5 l de meio em frascos de 1 l.
Dissolver os ingredientes.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Arrefecer a 50ºC. Preparar placas.
Ágar de levedura-peptona-glucose (YPGA)
(ver quadro no documento original)
Preparar volumes de 0,5 l de meio em frascos de 1 l.
Dissolver os ingredientes.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Arrefecer a 50ºC. Preparar placas.
Ágar de sacarose e peptona (SPA)
(ver quadro no documento original)
Preparar volumes de 0,5 l de meio em frascos de 1 l.
Dissolver os ingredientes. Se necessário, acertar o pH a 7,2-7,4.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Arrefecer a 50ºC. Preparar placas.
Meio de tetrazólio de Kelman
(ver quadro no documento original)
Preparar volumes de 0,5 l de meio em frascos de 1 l.
Dissolver os ingredientes.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Arrefecer a 50ºC.
Adicionar o volume necessário de solução aquosa de cloreto de trifenil tetrazólio (Sigma), esterilizada por filtração, para obter uma concentração final de 50 mg/l.
Preparar placas.
APÊNDICE N.º 2
Materiais para a preparação das amostras
Tampão de maceração: tampão fosfato 50 mM, pH 7,0
Este tampão é utilizado para maceração dos tecidos.
(ver quadro no documento original)
Dissolver os ingredientes e verificar o pH. Preparar as alíquotas que forem consideradas necessárias.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Para a realização do teste PCR directo, recomenda-se a adição de polivinilpirrolidona 40000 MWT (PVP-40) a 5%, para reduzir a incidência de inibição da amplificação por moléculas aromáticas presentes no extracto.
No caso de se utilizarem os procedimentos de homogeneização com Waring Blender ou com Ultra Turrax para a maceração dos hilos de batata, recomenda-se a adição de um antifloculante, antiespuma ou antioxidante.
(ver quadro no documento original)
Esterilizar separadamente em autoclave. Adicionar de forma a obter a concentração desejada.
Tampão de ressuspensão: tampão fosfato 10 mM, pH 7,2
Este tampão é utilizado para a ressuspensão e diluição dos sedimentos dos hilos de batata.
(ver quadro no documento original)
Dissolver os ingredientes e verificar o pH. Preparar as alíquotas que forem consideradas necessárias.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
APÊNDICE N.º 3
Materiais para o teste IF
Tampão IF: tampão fosfato salino (PBS) 10 mM, pH 7,2
Este tampão é utilizado para a diluição dos anti-soros.
(ver quadro no documento original)
Dissolver os ingredientes e verificar o pH. Preparar as alíquotas que forem consideradas necessárias.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Tampão IF-Tween
Este tampão é utilizado para lavar as lâminas. Adicionar 0,1% de Tween 20 ao tampão IF.
Tampão fosfato com glicerol 0,1 M, pH 7,6
Este tampão é utilizado como fluido de montagem sobre os poços das lâminas de IF, para aumentar a fluorescência.
(ver quadro no documento original)
APÊNDICE N.º 4
Determinação do nível de contaminação no teste IF
(pi)D(elevado a 2)/4
em que D = diâmetro do poço.
(pi)d(elevado a 2)/4
em que d = diâmetro do campo.
S = ((pi)i(elevado a 2))/(G(elevado a 2)K(elevado a 2) x 4)
em que:
i = coeficiente de campo (depende do tipo de ocular e varia entre 8 e 24);
K = coeficiente do tubo (1 ou 1,25);
G = ampliação da objectiva (100 vezes, 40 vezes, etc.).
(ver fórmula no documento original)
de 3, vem que:
(ver fórmula no documento original)
Contar o número de células fluorescentes típicas por campo (c).
Calcular o número de células fluorescentes típicas por poço (C):
C = c(S/s)
Calcular o número de células fluorescentes típicas por mililitro de sedimento (N):
N = C x (1000/y) x F
em que:
y = volume de sedimento no poço;
F = factor de diluição do sedimento.
APÊNDICE N.º 5
Materiais para o teste ELISA
Tampão carbonato 2 x concentrado para revestimento, pH 9,6
(ver quadro no documento original)
Dissolver os ingredientes e verificar o pH. Preparar as alíquotas que forem consideradas necessárias.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Pode ser acrescentado, como antioxidante, sulfito de sódio com uma concentração final de 0,2%, caso o extracto contenha uma grande fracção de moléculas aromáticas.
Tampão fosfato salino (PBS) 10 x concentrado, pH 7,4
(ver quadro no documento original)
Dissolver os ingredientes e verificar o pH. Preparar as alíquotas que forem consideradas necessárias.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Tampão fosfato salino - Tween (PBS-T)
(ver quadro no documento original)
Tampão de bloqueio (anticorpo) - deve ser preparado na altura da utilização
(ver quadro no documento original)
Solução de substrato de fosfatase alcalina, pH 9,8
(ver quadro no documento original)
Misturar e acertar a pH 9,8 com HCl concentrado.
Completar até 1 l com água destilada.
Juntar 0,2 g de MgCl(índice 2).
Dissolver duas pastilhas de 5 mg de substrato de fosfatase (Sigma) por cada 15 ml de solução.
APÊNDICE N.º 6
Materiais para o teste PCR
Sequência dos oligonucleótidos
«Primer» OLI-1 5'- GGGGGTAGCTTGCTACCTGCC -3'
«Primer» Y-2 5'- CCCACTGCTGCCTCCCGTAGGAGT -3'
Os materiais encontram-se referidos em Seal et al., 1993.
APÊNDICE N.º 7
Materiais para os testes de sementeira em placas com meio selectivo e testes de enriquecimento
Meio selectivo SMSA (Engelbrecht, 1994, modificado por Elphinstone et al., 1996)
(ver quadro no documento original)
Preparar volumes de 0,5 l de meio em frascos de 1 l.
Dissolver os ingredientes e verificar o pH. Se necessário, acertar o pH a 6,5 antes de esterilizar.
Ralstonia solanacearum não se desenvolve bem a pH > 7,0.
Esterilizar em autoclave a 121ºC durante quinze minutos.
Arrefecer a 50ºC.
Juntar os ingredientes seguintes (todos Sigma) para obter as concentrações finais especificadas:
Violeta cristal - 5 mg/l;
Sulfato de polimixina B - 100 mg/l (cerca de 600000 unidades) Sigma P-1004;
Bacitracina - 25 mg/l (ver nota *) (cerca de 1250 unidades) Sigma B-0125;
Cloranfenicol - 5 mg/l Sigma C-3175;
Penicilina-G - 0,5 mg/l (cerca de 825 unidades) Sigma P-3032;
Sais de tetrazólio - 50 mg/l.
Dissolver os ingredientes em etanol a 70% de forma a obter as concentrações indicadas para o volume de meio preparado. Alguns desses ingredientes, como por exemplo o sulfato de polimixina B e o cloranfenicol, exigem ligeiro aquecimento e agitação.
Caldo SMSA (Elphinstone et al., 1996):
Preparar de forma idêntica à do meio selectivo SMSA excluindo a adição de ágar e de sais de tetrazólio.
Distribuir em alíquotas de 3 ml por tubos universais de 30 ml descartaveis.
(nota *) Se for considerado necessário, o aumento da concentração de bacitracina para 300 ppm pode reduzir a contaminação por bactérias saprófitas, sem reduzir a recuperação de Ralstonia solanacearum.
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ANEXO II
Nos termos do n.º 3 do artigo 5.º do presente diploma, os elementos da investigação oficial deverão incluir, consoante o caso:
ANEXO III
Nos termos do n.º 5 do artigo 5.º do presente diploma:
ANEXO IV
Nos termos do n.º 1 do artigo 6.º do presente diploma, aplicar-se-á um dos seguintes procedimentos:
ANEXO V
Nos termos do n.º 3 do artigo 6.º do presente diploma, aplicar-se-á um dos seguintes procedimentos:
ANEXO VI
1) Serão tomadas medidas para eliminar as plantas espontâneas de batateira ou tomateiro, bem como outras plantas hospedeiras do organismo prejudicial, incluindo solanáceas infestantes; e
2) Não poderão ser plantados:
2.1) Tubérculos nem plantas de batateira;
2.2) Sementes nem plantas de tomateiro;
3) Tendo em conta a biologia do organismo prejudicial:
3.1) Outras plantas hospedeiras;
3.2) Plantas de espécies do género Brassica para as quais exista um risco reconhecido de sobrevivência do organismo prejudicial;
3.3) Culturas para as quais exista um risco reconhecido de dispersão do organismo prejudicial;
4) Na primeira época de colheita de batata ou tomate subsequente ao período especificado no número anterior, e sob condição de o campo ter sido considerado livre de plantas espontâneas de batateira ou de tomateiro e de outras plantas hospedeiras do organismo prejudicial, incluindo solanáceas infestantes, durante pelo menos os dois períodos de cultura consecutivos anteriores à plantação:
4.1) No caso da batata, só serão plantadas, para culturas destinadas ao consumo, batatas de semente oficialmente certificadas; e
4.2) Será realizada uma prospecção oficial, incluindo análises, nos termos do artigo 2.º do presente diploma;
5) Na época de colheita de batata ou tomate subsequente à referida no número anterior e no seguimento de um ciclo de rotação adequado, no caso da batata, será plantada batata de semente oficialmente certificada para produção de semente ou de batata para consumo e, no caso da batata e do tomate, será realizada uma prospecção oficial, nos termos do artigo 2.º do presente diploma;
ou:
1) Serão tomadas medidas para eliminar as plantas espontâneas de batateira ou tomateiro, bem como outras plantas hospedeiras do organismo prejudicial, incluindo solanáceas infestantes; e
2) O campo será tratado e mantido, durante os primeiros três anos, em pousio completo ou plantado com cereais de acordo com o risco reconhecido, ou como pastagem permanente, com frequentes cortes ou com pastorícia intensiva, ou plantado com gramíneas destinadas à produção de semente, a que se seguirão dois anos em que serão plantadas plantas que não sejam hospedeiras do organismo prejudicial e para as quais não exista um risco reconhecido de sobrevivência ou dispersão do organismo prejudicial;
3) Na primeira época de colheita de batata ou tomate subsequente ao período especificado no número anterior:
3.1) No caso da batata, só serão plantadas, para obtenção de semente ou de batata para consumo, batatas de semente oficialmente certificadas; e
3.2) Será realizada uma prospecção oficial, incluindo análises, nos termos do artigo 2.º do presente diploma;
1) Não serão plantados tubérculos nem plantas de batateira nem outras plantas hospedeiras do organismo prejudicial, sendo tomadas medidas para eliminar as plantas espontâneas de batateira ou tomateiro, e outras plantas hospedeiras do organismo prejudicial, incluindo solanáceas infestantes, quando apropriado; ou
2) No caso dos tubérculos de batata, só poderão ser plantadas batatas de semente oficialmente certificadas, para produção de batata destinada ao consumo, sob condição de que os organismos prejudiciais oficiais responsáveis considerem que foram eliminados de forma satisfatória os riscos decorrentes de plantas espontâneas de batateira ou tomateiro e outras plantas hospedeiras do organismo prejudicial, incluindo solanáceas infestantes. A cultura será inspeccionada ao longo do desenvolvimento, em momentos apropriados, e as plantas espontâneas de batateira serão testadas no que respeita à presença do organismo prejudicial; além disso, no caso da batata, os tubérculos colhidos serão inspeccionados;
1) No caso da batata, só serão plantadas, para obtenção de semente ou de batata para consumo, batatas de semente oficialmente certificadas;
1) No caso da batata, só serão plantadas, para obtenção de semente ou de batata para consumo, batatas de semente oficialmente certificadas ou produzidas, sob controlo oficial, a partir de batatas de semente oficialmente certificadas;
1) Exigida a limpeza e, caso necessário, a desinfecção das máquinas e locais de armazenamento que se encontrem nas instalações que cultivem, armazenem ou lidem com tubérculos de batata ou com tomate, e também das instalações que operem máquinas destinadas à produção de batata ou tomate sob contrato, utilizando métodos adequados conforme especificado no anexo VI do presente diploma;
2) Exigida, para todas as culturas de batata da zona, que só sejam plantadas batatas de semente certificadas ou sementes cultivadas sob controlo oficial, e que sejam analisadas após colheita as culturas de batata de semente efectuadas em locais de produção ainda não declarados como contaminados;
3) Exigido que, em todas as instalações da zona, a batata de semente colhida seja mantida separada da batata destinada ao consumo;
ANEXO VII
Os equipamentos de eliminação de resíduos a que se refere o anexo IV ao presente diploma deverão obedecer às seguintes disposições: