Cria a Escola Superior Politécnica do Exército (ESPE)
Criação
É criada a Escola Superior Politécnica do Exército, abreviadamente designada por ESPE.
Natureza
A ESPE é um estabelecimento militar de ensino superior politécnico.
Objectivo e missão
Dependência funcional
A ESPE depende funcionalmente do Comando de Instrução do Exército.
Graus
A ESPE confere o grau de bacharel.
Cursos
Outras actividades complementares da formação
Acesso
Estatuto
Estrutura orgânica
Comandante
Conselho científico-pedagógico
Ao conselho científico-pedagógico compete dar parecer sobre os assuntos relacionados com a orientação científica, técnica e pedagógica, a avaliação dos cursos e o rendimento escolar relativos ao ensino ministrado na ESPE.
Conselho de disciplina
Ao conselho de disciplina compete dar parecer sobre os assuntos relacionados com a disciplina escolar.
Direcção do ensino
À direcção do ensino compete dirigir o ensino ministrado na ESPE, promover e assegurar o desenvolvimento e realização das actividades pedagógicas e científicas e os respectivos programas da Escola.
Corpo docente
Regulamento
O regulamento da ESPE é aprovado por portaria do Ministro da Defesa Nacional, sob proposta do Chefe do Estado-Maior do Exército, ouvido o conselho científico-pedagógico da ESPE.
Articulação com outras instituições
No âmbito das suas atribuições e visando uma mais adequada prossecução dos seus objectivos, a ESPE pode estabelecer acordos, convénios e protocolos de cooperação com outras instituições de ensino superior ou de investigação.
Norma revogatória
É revogado o Decreto-Lei n.º 241/77, de 8 de Julho.
Produção de efeitos
O disposto no presente diploma produz os seus efeitos desde 1 de Agosto de 1996.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 24 de Outubro de 1996. - António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino - António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino - António Luciano Pacheco de Sousa Franco - Eduardo Carrega Marçal Grilo.
Promulgado em 9 de Dezembro de 1996.
Publique-se.
O Presidente da República, JORGE SAMPAIO.
Referendado em 11 de Dezembro de 1996.
O Primeiro-Ministro, António Manuel de Oliveira Guterres.