Homologa os Estatutos do Instituto Politécnico de Bragança
Natureza jurídica
Finalidades
O IPB é um centro de criação, transmissão e difusão de cultura, ciência, tecnologia e arte e tem por fins:
Graus e diplomas
Democraticidade e participação
O IPB, na concepção e prática dos mecanismos da sua administração, orienta-se por princípios de democraticidade e participação de todos os corpos escolares, tendo em vista:
Símbolos, insígnias e comemorações
Constituição
Unidades orgânicas e serviços
Serviços centrais do Instituto
Órgãos do Instituto
São órgãos do IPB:
Competências
Eleição
Colégio eleitoral
Associações comerciais e industriais;
Associações culturais, desportivas e recreativas;
Cooperativas do sector agro-florestal e pecuário;
Associações do sector agro-florestal e pecuário;
Estabelecimentos de educação pré-escolar e escolas do 1.º ciclo do ensino básico;
Estabelecimentos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário;
Núcleos empresariais;
Organismos da administração central, relacionados com a dinamização empresarial;
Organismos da administração central, relacionados com a formação profissional;
Organizações sindicais.
RC = (EC/NC) x TD
em que:
RC é o número de elementos a eleger em cada corpo, em cada Escola e, no caso dos funcionários, nos serviços centrais e unidades orgânicas;
EC é o número de pessoas existentes nesse corpo, em cada Escola e, no caso dos funcionários, nos serviços centrais e unidades orgânicas;
NC é o número total de pessoas existentes, nesse corpo, no IPB;
TD é o número total de pessoas que, em cada corpo, constituem o colégio eleitoral, conforme o disposto no n.º 2, menos os atribuídos no factor equilíbrio.
Vice-presidentes
Regime de prestação de serviço e remuneração do presidente e vice-presidentes
Incapacidade e destituição
Administrador
Composição e funcionamento
Competências
Compete ao conselho geral:
Composição e funcionamento
Constituem o conselho científico do IPB:
Competências
Composição e funcionamento
Competências
Compete ao conselho administrativo:
Composição e funcionamento
Integram o conselho disciplinar do IPB:
Competências
Compete ao conselho disciplinar do IPB:
Autonomia
Órgãos
Composição, eleição e mandato
Competências e funcionamento
Composição e funcionamento
Competências
Composição
Competências e funcionamento
Composição e mandato
Competências e funcionamento
1 - Compete ao conselho consultivo emitir parecer sobre:
a) Os planos de actividades a que se refere a alínea a) do artigo 22.º destes Estatutos;
b) A pertinência e validade dos cursos existentes;
c) A fixação do número máximo de matrículas para cada curso;
e) A organização dos planos de estudo, quando para tal solicitado pelo conselho directivo da Escola;
f) A realização na Escola de cursos de aperfeiçoamento, de actualização e de reciclagem.
2 - Compete ainda ao conselho consultivo fomentar o estabelecimento de laços de cooperação entre a Escola e as autarquias, as organizações profissionais, empresariais, culturais e outras, de âmbito regional, relacionadas com as suas actividades.
3 - O conselho consultivo elaborará um regulamento interno, que deverá ser aprovado por maioria absoluta dos seus membros.
Competências, composição e funcionamento
Composição e funcionamento
Competências
A assembleia de representantes é constituída pelos elementos constantes das alíneas a) a i) do n.º 1 do artigo 44.º destes Estatutos.
Competências
Os Serviços de Acção Social são uma unidade orgânica autónoma e regem-se pelo Decreto-Lei n.º 129/93, de 22 de Abril.
Estatuto
Direcção e gestão
Estatutos das Escolas
Aprovação dos estatutos
Património do Instituto
Instrumentos de gestão
Organização contabilística
Relatório de actividades
Contas anuais
Divulgação
Ao relatório e às contas anuais será dada adequada divulgação.
Isenções fiscais
O Instituto bem como as suas unidades orgânicas estão isentos, nos termos previstos na lei, de impostos, taxas, emolumentos e selos.
Período de revisão
Os Estatutos do IPB serão revistos ou alterados nos termos do artigo 46.º da Lei n.º 54/90, de 5 de Setembro.
Quadros de pessoal
Aprovação de emblemática
Violeta-cardinalício para o Instituto Politécnico de Bragança;
Verde para a Escola Superior Agrária;
Castanho-sépia para a Escola Superior de Educação;
Vermelho para a Escola Superior de Tecnologia e de Gestão.
Eleições para o primeiro colégio eleitoral
Eleição do primeiro presidente do Instituto
Cessação de funções
O presidente do Instituto cessa funções com a tomada de posse do primeiro presidente eleito.
Final do regime de instalação
Entrada em vigor
Os presentes Estatutos entram em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Diário da República.
Símbolo do Instituto Politécnico de Bragança
Aspectos descritivos e simbologia inerente
O escudo de armas do Instituto Politécnico de Bragança pretende identificar a instituição na região do País onde está inserida.
O escudo de armas obedece às leis da heráldica portuguesa.
No timbre e nas suas cores naturais está representada uma cegonha, ave de visão imensa, ex-libris de muitas aldeias transmontanas, referência permanente à natureza e à liberdade, observando-se um pleno respeito das populações. O Instituto Politécnico de Bragança tem também esta visão de abertura permanente em relação à cultura e o respeito em relação a outras formas de cultura existentes e complementares.
No bico da cegonha aparece um pequeno ramo de carvalho, árvore preponderante na região, identificando o Instituto Politécnico de Bragança com os grandes espaços naturais perfeitamente conservados na região.
Por detrás do timbre observamos a divisa do Instituto «SCIENTIA ET LABOR» como grito de guerra, dada a sua colocação e segundo as leis da heráldica.
O elmo possui as cores convencionais, ouro e prata, sendo forrado a púrpura. Como símbolo honorífico que é, tem um penacho de plumas brancas, identificação do elmo usado nas instituições educativas.
O paquife ondolande, simulador dos montes e da preponderante floresta de carvalho da região, termina os seus oito braços em folhas de carvalho estilizadas. O paquife utiliza a cor principal do Instituto Politécnico de Bragança: o vermelho-púrpura. Esta cor simbólica identifica a instituição com a dignidade, a soberania e o poder cultural.
O escudo tem como fundo a segunda cor do Instituto: o negro, que simboliza ciência, fartura, fidelidade, modéstia e sofrimento.
Na parte superior aparece o escudo de Portugal decorado com dois ramos de oliveira, árvore comum da região. Pretende-se que o Instituto Politécnico de Bragança, na sua simbologia, e onde quer que esteja representado, se identifique com Portugal e Bragança.
Na parte lateral direita observamos um símbolo que se identifica com a revolução tecnológica e a agricultura: o arado transmontano.
Na parte lateral esquerda observa-se o símbolo mais comum à cultura e ao saber: o livro.
Na parte central aparece a mais bela fortificação portuguesa: o Castelo de Bragança, símbolo de resistência, liberdade e autonomia.
Na parte inferior observa-se uma quadrícula a negro e púrpura, pretendendo simbolizar o salpicado de terrenos agrícolas da região que assumem um belo quadriculado.
(ver documento original)
Símbolo-logótipo da Escola Superior Agrária
Memória descritiva
O símbolo da Escola Superior Agrária de Bragança apresenta um grupo de elementos contidos numa circunferência virtual. Esses elementos representam, em primeiro plano, uma aiveca sob a qual se distingue a textura linear das terras cultivadas e, em segundo plano, os relevos arredondados peculiares do Nordeste Transmontano.
Simbolicamente, exprime a actividade agrícola na sua componente fundamental de intervenção na terra por meios tecnológicos. Noutra leitura, a presença dominante dos montes sugere a estreita ligação com a realidade regional, confirmada pela integração dos elementos numa forma circular.
Visualmente, possuindo características levemente figurativas, esta unidade constitui o símbolo. No logótipo «Escola Superior Agrária de Bragança» é empregue um tipo de letra de personalidade afectiva, adequada para complementar o símbolo.
No seu conjunto, o símbolo-logótipo constitui uma identidade forte adequada à sua operacionalização em condições de aplicação variadas, desde papelaria corrente até utilizações em relevo.
Na maior parte das utilizações o símbolo e o logótipo deverão aparecer em conjunto, pelo que adiante se apresentam exemplos das relações de posição e peso com que cada um deve ser empregue, bem como a respectiva cor.
Dado que em todos os casos de utilização, exceptuando aplicações de uso interno, o conjunto símbolo-logótipo da Escola Superior Agrária deve comportar a referência ao Instituto Politécnico de Bragança, apresentar-se-ão também as respectivas relações de posição e peso.
(ver documento original)
Símbolo da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança
Aspectos descritivos e simbologia inerente
O símbolo da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança tem como base visual o cubo, forma geométrica que simboliza a perfeição e o rigor.
No seu significado formal e visual, o termo «perfeição» em educação quer significar execução ou acabamento perfeito, primor, mestria e requinte (do latim perfectiõne).
Embora de forma estilizada, o cubo facilmente identifica as letras iniciais dos termos: E de Educação, na parte anterior direita, S de Superior, na parte anterior esquerda, e B de Bragança, na parte posterior do símbolo.
Esta união das iniciais da instituição revela a perfeita integração das várias áreas do saber humano (letras, ciências e artes), num objectivo pedagógico comum: a formação inicial e contínua de docentes.
Sob o ponto de vista cromático, é preponderante o castanho, cor da terra transmontana no momento em que se lavra para lançar a semente, neste caso é nas consciências daqueles que brevemente exercerão a mais nobre das actividades humanas: ensinar.
Na parte posterior aparece a cor ouro, que inunda os campos transmontanos no Verão e as consciências maduras, prontas e desejosas de exercer a função educativa. O amarelo é sabedoria e luz.
(ver documento original)
Símbolo-logótipo da Escola Superior de Tecnologia e de Gestão
Memória descritiva
O símbolo da Escola Superior de Tecnologia e de Gestão de Bragança apresenta-se como uma disposição simétrica de formas geometricamente iguais sugerindo três cubos que por sua vez enquadram um outro cubo central.
Simbolicamente, representa uma entidade robusta e compacta, resultante do enquadramento e coordenação de saberes provenientes de várias origens. A multiplicidade de formas da ciência é proposta pela aparência do cubo central, o qual pode ser interpretado tanto como uma cavidade como uma saliência em relação ambígua com as formas que o definem e, por seu turno, configuram outros cubos. Noutro registo, o papel pedagógico e divulgador da Escola é proposto pelas formas exteriores, as quais sugerem a expansão do conhecimento. Complementarmente, para o logótipo «Escola Superior de Tecnologia e de Gestão de Bragança» foi escolhido um tipo de letra de aparência levemente clássica, o qual deverá estabelecer uma tensão óptica entre si e o grafismo do símbolo, declaradamente sintético.
Em termos de identidade visual, trata-se de um símbolo-logótipo forte que permite a sua operacionalização em condições de aplicação variadas, desde papelaria corrente até utilizações em relevo.
Na maior parte das utilizações o símbolo e o logótipo deverão aparecer em conjunto, pelo que adiante se apresentam exemplos das relações de posição e peso com que cada um deve ser empregue, bem como as respectivas cores.
Dado que em todos os casos de utilização, exceptuando aplicações de uso interno, o conjunto símbolo-logótipo da Escola Superior de Tecnologia e de Gestão deve comportar a referência ao Instituto Politécnico de Bragança, apresentar-se-ão também as respectivas relações de posição e peso.
(ver documento original)