Regulamento da iniciação à prática profissional dos 2.os ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre em ensino na Universidade da Beira Interior (UBI).
Definições
Natureza e princípios
Órgãos da Iniciação à Prática Profissional
Os órgãos da IPP são:
Comissão Coordenadora
Comissões de Estágio
Núcleos de Estágio
Local de realização
Inscrição em estágio
Durante o mês de abril, os estudantes interessados em realizar estágio deverão formalizar a sua pré-inscrição através de formulário próprio disponibilizado pelo Diretor de Curso e disponível na página da Vice-Reitoria responsável pela área do Ensino da UBI. Esta etapa tem como objetivo identificar o número de alunos que pretendem realizar o estágio, permitindo a organização e planificação do processo subsequente.
Durante os meses de abril e maio, a Comissão Científica de Curso procede à aferição das necessidades de alocação de estágios, contacta as escolas e define o número de núcleos de estágio necessários.
No mês de junho, através de formulário próprio disponibilizado pelo Diretor de Curso, os estudantes devem manifestar as suas preferências relativamente às escolas, com base nas opções disponíveis e garantidas na etapa anterior.
As colocações são realizadas de acordo com as vagas e os núcleos previamente estabelecidos. A seriação e distribuição dos estudantes será realizada sucessivamente, aplicando os seguintes critérios, por ordem de prioridade:
O processo de colocação é encerrado no mês de julho, com a conclusão da alocação dos estudantes às respetivas escolas e núcleos de estágio. A colocação final é comunicada aos estudantes, acompanhada de todos os procedimentos formalizados para o início do estágio.
Orientação
A orientação da IPP compete a:
Funcionamento
Iniciação à Prática Profissional
Estágio - Regras a observar na orientação
Estágio - Plano de formação individual
Relatório de Estágio
1 - O relatório de estágio é individual e é desenvolvido no âmbito da respetiva IPP.
2 - O relatório de estágio deve configurar-se como um texto original, rigoroso sob o ponto de vista metodológico e atualizado bibliograficamente, evidenciando o domínio da língua portuguesa em registo académico e científico.
3 - O relatório de estágio deve contemplar duas partes distintas:
a) Parte descritiva e reflexiva
O estagiário deve evidenciar capacidade de análise crítica sobre o contexto educativo e as práticas pedagógicas desenvolvidas. Embora a estrutura possa variar conforme as necessidades individuais e contextuais, recomenda-se que o estudante aborde, pelo menos, os seguintes pontos de forma integrada e coerente:
i) Contextualização do estágio: descrição do contexto em que se desenvolve a IPP, incluindo os níveis de ensino, as características das turmas, a escola e as infraestruturas disponíveis. Devem ser mencionadas as condições que influenciaram a prática pedagógica nas suas diferentes dimensões, como o projeto educativo, o ambiente escolar, as necessidades dos alunos, e os recursos materiais e humanos disponíveis.
ii) Expectativas e objetivos propostos: reflexão sobre as expectativas iniciais para o estágio, com ênfase nos objetivos pedagógicos definidos para as diversas áreas de intervenção. A análise deve incluir os ajustes realizados ao longo do estágio, tendo em consideração os desafios e as necessidades que surgiram durante o processo.
iii) Fundamentação teórica: apresentação dos principais conceitos e teorias que sustentaram a prática pedagógica, contextualizados e explicados nas atividades desenvolvidas. A fundamentação deve refletir a integração da teoria com a prática, ajudando a guiar as decisões pedagógicas ao longo do estágio.
iv) Práticas pedagógicas desenvolvidas: descrição das atividades realizadas nas diferentes dimensões/áreas de intervenção e das estratégias didáticas implementadas, incluindo o planeamento, a gestão da turma, a intervenção pedagógica, e a avaliação da aprendizagem. A relação entre os conceitos teóricos e a prática real deve ser clara, assim como os ajustes feitos nas metodologias de ensino aplicadas. Deve-se também analisar o impacto das práticas na aprendizagem dos alunos e no desenvolvimento profissional dos estagiários.
v) Metodologia de análise reflexiva: descrição da metodologia de reflexão adotada, como modelos estruturados de reflexão (por exemplo, Gibbs, Schön, Rolfe), explicando como contribuíram para o desenvolvimento da prática pedagógica. A análise reflexiva deve ser articulada com a evolução da prática ao longo do estágio e do impacto evolutivo ao nível do desenvolvimento profissional do estagiário.
vi) Reflexão e sistematização crítica sobre o estágio pedagógico e impacto no desenvolvimento profissional: a análise crítica do estágio pedagógico deve abranger o desenvolvimento do estagiário nas diferentes áreas e dimensões de intervenção. Será essencial identificar os pontos fortes, as áreas de melhoria e os ajustes realizados com base na análise das práticas pedagógicas. A reflexão deve ser pessoal e individual, sustentada por exemplos concretos da prática pedagógica e refletir a evolução do estagiário nas várias componentes da formação. É fundamental que a reflexão inclua uma compreensão aprofundada do papel do professor na escola, do envolvimento do estagiário no projeto educativo e das perspetivas de desenvolvimento profissional emergentes da experiência vivida. O impacto desta vivência na formação do estagiário e nas suas práticas pedagógicas deve ser claramente identificado.
b) Parte científica
Esta componente deve obedecer aos princípios da investigação científica aplicada à prática pedagógica ou relacionada com ela, estruturando-se do seguinte modo:
i) Revisão da literatura/enquadramento teórico: a revisão da literatura deve contextualizar o objeto de estudo ou o problema identificado, oferecendo uma base teórica sólida para a abordagem adotada.
ii) Definição do tema ou problema de estudo e objetivos: identificação do tema ou do problema pedagógico que motivou a investigação, com base nas dificuldades ou desafios observados durante o estágio. Os objetivos da investigação devem ser claramente definidos, alinhando-se com os interesses da prática pedagógica e com as necessidades do contexto de estágio.
iii) Metodologia de investigação: definição da metodologia de investigação utilizada (investigação-ação ou outras), incluindo a descrição dos materiais e métodos de recolha de dados e técnicas de análise. A metodologia deve ser coerente com os objetivos do relatório e adaptada ao contexto do estágio.
iv) Caso se trate de um projeto de investigação-ação: descrição detalhada das estratégias pedagógicas implementadas, em conformidade com a metodologia de investigação-ação adotada.
v) Análise e discussão dos resultados: reflexão crítica sobre os resultados obtidos após a investigação ou intervenção pedagógica.
vi) Conclusões e recomendações ou linhas de pesquisa abertas para o futuro: síntese dos principais resultados da investigação, destacando as implicações para a prática pedagógica futura ou as linhas de pesquisa abertas. No caso dos projetos de investigação-ação, as conclusões devem ser baseadas na análise dos dados e devem incluir recomendações para melhorar a prática pedagógica, tanto no contexto de estágio como em futuras intervenções.
2 - O relatório de estágio é exclusivamente redigido em língua portuguesa.
3 - O relatório de estágio deve ser redigido de acordo com os guiões disponibilizados na área reservada e em anexo, de acordo com a natureza do ciclo de estudos e a tipologia de situação descrita no n.º 2 do artigo 13.º (anexo II).
4 - Na admissão às provas observar-se-á o estipulado no Regulamento do Grau de Mestre da UBI.
5 - São condições necessárias para a admissão à discussão pública do relatório:
a) A aprovação no trabalho desenvolvido na Iniciação à Prática Profissional (IPP);
b) O parecer favorável do(s) orientador(es) do relatório.
Avaliação do relatório de estágio
Deliberação do júri sobre as provas
Dispensa de colocação em escola cooperante
Critérios de seleção e avaliação dos orientadores cooperantes
Sempre que, na escola cooperante, não existam docentes em número suficiente que cumpram o requisito de prática docente mínima de cinco anos, a Comissão Coordenadora da IPP poderá, de forma excecional e transitória, substituí-lo por outro(s) requisito(s) considerado(s) adequado(s), como:
A avaliação da qualidade do acompanhamento pedagógico é realizada com base no parecer do Diretor de Curso e do regente da UC Estágio Pedagógico, que terão em conta:
Eventuais ajustamentos em áreas bidisciplinares
Nos casos em que os estudantes possuam habilitação profissional para a docência numa das áreas disciplinares e nos mesmos ciclos de ensino, cabe à Comissão Científica de Curso avaliar a necessidade e pertinência de eventuais ajustamentos, nomeadamente no que diz respeito à realização da IPP exclusivamente na área não abrangida pela habilitação prévia do estudante.
Candidatura a reingresso
Revogação
É revogado o Regulamento da Prática de Ensino Supervisionada aprovado por Despacho n.º 38/R/2013, de 20 de junho.
Dúvidas e casos omissos
As dúvidas e os casos omissos suscitados pela aplicação do presente regulamento serão resolvidos por Despacho do Reitor por proposta da Comissão Coordenadora.
Entrada em vigor
O presente regulamento entra em vigor no ano letivo 2025/2026.
22 de setembro de 2025. - A Reitora, Ana Paula Coelho Duarte.
ANEXO I
Protocolo de Cooperação entre a Universidade da Beira Interior e o Agrupamento de Escolas XXXYYYZZZ
Protocolo de Colaboração
O Decreto-Lei n.º 79/2014, de 14 de maio, que se seguiu ao Decreto-Lei n.º 43/2007 de 22 de fevereiro, e que foi alterado pelo Decreto-Lei n.º 9-A/2025, de 14 de fevereiro, aprovou o regime jurídico de habilitação profissional para a docência na educação pré-escolar e no ensino básico e secundário, reconhecendo o valor e impacto da docência na qualidade do sistema de ensino. Tendo em conta as melhores práticas divulgadas em estudos internacionais que apontam a importância da formação inicial de professores na área da docência e nas didáticas respetivas, foram introduzidas alterações na regulamentação. Todas estas alterações reforçam a valorização da área de iniciação à prática profissional dado constituir o momento privilegiado, e insubstituível, de aprendizagem, da mobilização dos conhecimentos, competências e atitudes, adquiridos nas outras áreas, da produção, em contexto real, de práticas profissionais adequadas a situações concretas na sala de aula, na escola e na articulação desta com a comunidade.
Neste contexto, assumem especial relevância as escolas onde esta área se desenvolve e os respetivos professores, sendo obrigatório que a qualificação profissional que habilita para a docência seja adquirida no quadro de uma parceria formal, estável, qualificada e qualificante, estabelecida entre instituições do ensino superior e estabelecimentos de educação básica e de ensino secundário, por iniciativa das primeiras.
Estabelece ainda o n.º 5 do artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 79/2014 na sua redação atual que cabe aos estabelecimentos de ensino superior participar ativamente no desenvolvimento da qualidade de ensino nas escolas cooperantes, em articulação com os respetivos órgãos de gestão.
Assim:
Universidade da Beira Interior, com sede no Convento de Santo António, 6201-001 Covilhã, representada pelo [nome do/a Vice-Reitor/a], na qualidade de Vice-Reitor/a para a Área do Ensino, Assuntos Académicos e Empregabilidade,
e
Agrupamento de Escolas de …/Escola… adiante designada como Escola Cooperante, com sede em indicar endereço, representada pelo/a título e nome, na qualidade de Diretor/a,
Acordam o seguinte:
Objeto
O presente protocolo tem como objeto o acordo entre a Universidade da Beira Interior (UBI) e a Escola Cooperante e visa assegurar condições que permitam às outorgantes assumirem-se como centros de formação/investigação vocacionados para o desenvolvimento de atividades de iniciação à prática profissional, incluindo a prática de ensino supervisionada dos Mestrados em Ensino da Universidade, bem como de investigação e desenvolvimento no domínio da educação.
Obrigações das partes
Funções, responsabilidades e competências dos orientadores e estudantes
Termo
Disposições finais
Entrada em vigor
O presente protocolo entra em vigor a partir do ano letivo --/--.
Covilhã, … de … de [ano]
Universidade da Beira Interior
A Vice-Reitor/a,
________________________________
Agrupamento de Escolas de XXXX
A/O Diretor/a,
_______________________________
xxxxxxxxxx
xxxxxxxxx
ANEXO II
<Título do relatório de estágio>
<Subtítulo do relatório de estágio>
Relatório para obtenção do grau de Mestre em
Ensino de <designação do curso>
(2.º ciclo de estudos)
Orientador/a: Prof./Profa. Doutor/a nome completo>
Coorientador/a: Prof./Profa. Doutor/a [se aplicável]
junho de [ano]
Folha em branco
Declaração de Integridade
Eu, (identificação), que abaixo assino, estudante com o número de inscrição (indicar) de/o (identificação do curso), da Faculdade (indicar), declaro ter desenvolvido o presente trabalho e elaborado o presente texto em total consonância com o Código de Integridades da Universidade da Beira Interior.
Mais concretamente, afirmo não ter incorrido em qualquer das variedades de Fraude Académica e que aqui declaro conhecer que, em particular, atendi à exigida referenciação de frases, extratos, imagens e outras formas de trabalho intelectual, assumindo assim na íntegra as responsabilidades da autoria.
Universidade da Beira Interior, Covilhã ___ /___ /___
(assinatura conforme Cartão de Cidadão ou, preferencialmente,
assinatura digital no documento original se naquele mesmo formato)
Folha em branco
Dedicatória (opcional)
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Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
Folha em branco
Agradecimentos (opcional)
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Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas. Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
Folha em branco
Prefácio (opcional)
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Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas. Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
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Resumo
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Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas. Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
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Palavras-chave
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Si meliora dies; ut vina; poemata reddit; scire velim; chartis pretium otus arroget.
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Abstract
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Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas. Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
Si meliora dies, ut vina, poemata reddit, scire velim, chartis pretium otus arroget. scriptor abhinc centum qui decidit, inter perfectos veteresque referri detan inter vilis atque novos a finis, ÒEst vetus atque probus, centum qui perficit.Ó Quid, qui deperiit minor uno menseespuat aetas.
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Keywords
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Si meliora dies; ut vina; poemata reddit; scire velim; chartis pretium otus arroget.
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Índice
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1 Introdução
1.1 Secção 1
1.2 Secção 2
…
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Lista de figuras (se aplicável)
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Figura 1.1 - …
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Lista de tabelas (se aplicável)
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Tabela 1.1 - …
Folha em branco
Lista de acrónimos (se aplicável)
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GMIC Gabinete de Marketing, Imagem e Comunicação
UBI Universidade da Beira Interior
…
Folha em branco
1 - Contextualização do estágio
Descrição do contexto em que se desenvolve a IPP, incluindo os níveis de ensino, as características das turmas, a escola e as infraestruturas disponíveis. Devem ser mencionadas as condições que influenciaram a prática pedagógica nas suas diferentes dimensões, como o projeto educativo, o ambiente escolar, as necessidades dos alunos, e os recursos materiais e humanos disponíveis.
2 - Expectativas e objetivos propostos
Reflexão sobre as expectativas iniciais para o estágio, com ênfase nos objetivos pedagógicos definidos para as diversas áreas de intervenção. A análise deve incluir os ajustes realizados ao longo do estágio, tendo em consideração os desafios e as necessidades que surgiram durante o processo.
3 - Fundamentação teórica
Apresentação dos principais conceitos e teorias que sustentaram a prática pedagógica, contextualizados e explicados nas atividades desenvolvidas. A fundamentação deve refletir a integração da teoria com a prática, ajudando a guiar as decisões pedagógicas ao longo do estágio.
4 - Práticas pedagógicas desenvolvidas
Descrição das atividades realizadas nas diferentes dimensões/áreas de intervenção e das estratégias didáticas implementadas, incluindo o planeamento, a gestão da turma, a intervenção pedagógica, e a avaliação da aprendizagem. A relação entre os conceitos teóricos e a prática real deve ser clara, assim como os ajustes feitos nas metodologias de ensino aplicadas. Deve-se também analisar o impacto das práticas na aprendizagem dos alunos e no desenvolvimento profissional dos estagiários.
5 - Metodologia de análise reflexiva
Descrição da metodologia de reflexão adotada, como modelos estruturados de reflexão (por exemplo, Gibbs, Schön, Rolfe…), explicando como contribuíram para o desenvolvimento da prática pedagógica. A análise reflexiva deve ser articulada com a evolução da prática ao longo do estágio e do impacto evolutivo ao nível do desenvolvimento profissional do estagiário.
6 - Reflexão e sistematização crítica sobre o estágio pedagógico e impacto no desenvolvimento profissional
A análise crítica do estágio pedagógico deve abranger o desenvolvimento do estagiário nas diferentes áreas e dimensões de intervenção. Será essencial identificar os pontos fortes, as áreas de melhoria e os ajustes realizados com base na análise das práticas pedagógicas. A reflexão deve ser pessoal e individual, sustentada por exemplos concretos da prática pedagógica e refletir a evolução do estagiário nas várias componentes da formação. É fundamental que a reflexão inclua uma compreensão aprofundada do papel do professor na escola, do envolvimento do estagiário no projeto educativo e das perspetivas de desenvolvimento profissional emergentes da experiência vivida. O impacto desta vivência na formação do estagiário e nas suas práticas pedagógicas deve ser claramente identificado.
1 - Revisão da literatura/Enquadramento teórico
A revisão da literatura deve contextualizar o objeto de estudo ou o problema identificado, oferecendo uma base teórica sólida para a abordagem adotada.
2 - Definição do tema ou problema de estudo e objetivos
Identificação do tema ou problema pedagógico que motivou a investigação, com base nas dificuldades ou desafios observados durante o estágio. Os objetivos da investigação devem ser claramente definidos, alinhando-se com os interesses da prática pedagógica e com as necessidades do contexto de estágio.
3 - Metodologia de investigação
Definição da metodologia de utilizada (investigação-ação ou outras), incluindo a descrição dos materiais e métodos de recolha de dados e técnicas de análise. A metodologia deve ser coerente com os objetivos do projeto e adaptada ao contexto do estágio.
4 - Intervenção pedagógica (no caso dos projetos de investigação-ação)
Caso se trate de um projeto de investigação-ação, descrição detalhada das estratégias pedagógicas implementadas, em conformidade com a metodologia de investigação-ação adotada.
5 - Análise e Discussão dos Resultados
Reflexão crítica sobre os resultados obtidos após a investigação ou com a intervenção pedagógica.
6 - Conclusões e recomendações ou linhas de pesquisa abertas para o futuro
Síntese dos principais resultados da investigação, destacando as implicações para a prática pedagógica futura ou as linhas de pesquisa abertas. No caso dos projetos de investigação-ação, as conclusões devem ser baseadas na análise dos dados e devem incluir recomendações para melhorar a prática pedagógica, tanto no contexto de estágio como em futuras intervenções.
(1) A estrutura poderá variar conforme as necessidades individuais e contextuais. Os títulos de secção do guião correspondem aos pontos que se recomenda que o/a estudante aborde, de forma integrada e coerente.
(2) A estrutura poderá variar conforme as necessidades individuais e contextuais. Os títulos de secção do guião correspondem aos pontos que se recomenda que o/a estudante aborde, de forma integrada e coerente.
Anexos (opcionais)
319692749