Procede ao registo de alterações aos Estatutos da Escola Superior de Educação João de Deus, abreviadamente designada por ESEJD, apresentado pela respetiva entidade instituidora, a Associação de Jardins-Escolas João de Deus.
Denominação e natureza jurídica
Missão e fins da ESEJD
Emblema e selo
O símbolo da Escola Superior de Educação João de Deus, desenho de António Carneiro, adotado como seu emblema e selo, é um medalhão de forma oval, cujo interior é composto por uma figura feminina sentada com um livro aberto na mão e uma criança a seu lado, num gesto de quem está atentamente a ler, e pelos dizeres - ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO JOÃO DE DEUS - LISBOA, a toda a volta.
Sede
A Escola Superior de Educação João de Deus tem a sua sede na Avenida Álvares Cabral, 69, 1250-017 Lisboa.
Autonomia da ESEJD
Organização e gestão
A direção da Escola
A direção da ESEJD é composta por um diretor e um administrador com as competências próprias previstas nos presentes Estatutos.
Diretor
Administrador
Competência do diretor
Compete ao diretor, nos termos do capítulo anterior, nomeadamente:
Competência do administrador
Compete ao administrador, nos termos do capítulo anterior, e com competência delegada pela entidade instituidora nomeadamente:
Conselhos Técnico-Científico e Pedagógico
Sem prejuízo das competências próprias do diretor e em articulação com ele, a coordenação científico-pedagógica é exercida pelos seguintes órgãos:
Natureza do Conselho Técnico-Científico
O Conselho Técnico-Científico da ESEJD é o órgão responsável pela orientação da política científica e prosseguir nos domínios do ensino, da investigação e da extensão cultural da ESEJD atuando, de acordo com os princípios da autonomia.
Composição e organização do Conselho Técnico-Científico
Mandato
O mandato dos membros do Conselho Técnico-Científico será de quatro anos, podendo ser renovável.
Competência do Conselho Técnico-Científico
Funcionamento do Conselho Técnico-Científico
Natureza do Conselho Pedagógico
O Conselho Pedagógico é o órgão que estuda e aprecia as orientações, métodos, atos e resultados das atividades de ensino e aprendizagem no sentido de ser garantindo o bom funcionamento dos ciclos de estudo ministrados na ESEJD.
Composição do Conselho Pedagógico
Competência do Conselho Pedagógico
Compete ao Conselho Pedagógico:
Funcionamento do Conselho Pedagógico
Concurso de ingresso
A matrícula e inscrição na ESEJD estão sujeitas a limitações quantitativas, sendo objeto de concurso interno de ingresso para preenchimento das vagas fixadas por portaria do ministério da tutela para cada curso.
Validade do concurso
O concurso é válido apenas para o ano em que se realiza.
Condições gerais de apresentação ao concurso de ingresso
Podem apresentar-se ao concurso de ingresso os estudantes que se encontrem nas condições legalmente estabelecidas para acesso ao ensino superior.
Nota de candidatura
A nota de candidatura será obtida de acordo com a regulamentação legalmente existente.
Ordenação
Os candidatos serão ordenados por ordem decrescente das respetivas notas de candidatura e nos termos das disposições legais em vigor.
Colocação
A colocação dos candidatos nas vagas existentes far-se-á por ordem decrescente da lista resultante da ordenação efetuada nos termos do artigo anterior para cada curso ministrado.
Matrícula e inscrição
Frequência das aulas
Avaliação de conhecimentos
Tipos de avaliação
Avaliação de frequência
Avaliação final
Classificação nas unidades curriculares
Época especial de avaliação
Para os alunos a quem falte a aprovação até ao limite de duas unidades curriculares anuais ou quatro semestrais, para conclusão do curso, estará prevista uma época especial de avaliação. A realização das provas decorrerá até 31 de dezembro do mesmo ano.
Transição de ano
Os alunos podem transitar de ano sem a aprovação em duas unidades curriculares anuais ou quatro semestrais.
Classificação final do curso
A classificação final do curso é a média aritmética ponderada, arredondada às unidades - considerando como unidade a fração não inferior a cinco décimas - das classificações das unidades curriculares, seminários ou outras atividades que integram o plano de estudo.
Regime de avaliação e de frequência em novos cursos
Em cursos a criar, o regime de avaliações de frequência será o constante das respetivas propostas de criação.
Património
A entidade instituidora afetará à ESEJD o património constante na lista do inventário enviada ao Ministério da Educação no processo de criação e funcionamento da Escola Superior de Educação João de Deus, acrescido do material posteriormente adquirido em nome da mesma.
Direitos e deveres do pessoal docente
São direitos e deveres dos docentes:
Carreira de pessoal docente
O pessoal docente da ESEJD possui as habilitações legalmente exigidas para o exercício de funções, sendo-lhe assegurada uma carreira paralela à do ensino superior público, com as necessárias adaptações, decorrentes da natureza do estabelecimento e da sua entidade instituidora, tendo em conta as especificidades ressalvadas nos n.os 3 e 4 do artigo 9.º do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior.
Avaliação de desempenho docente
Direitos e deveres do pessoal não docente
São direitos e deveres dos não docentes:
Provedor do estudante
Direitos dos estudantes
São direitos dos estudantes:
Deveres dos estudantes
São deveres dos estudantes:
Regime disciplinar
Conselho Consultivo para a Qualidade
Natureza e objetivos
Entrada em funcionamento dos novos órgãos
Início de vigência
Os presentes Estatutos entram em vigor após registo pelo ministério da tutela e publicação no Diário da República.
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