Homologa os Estatutos da Escola Superior de Enfermagem do Dr. Ângelo da Fonseca
Designação e sede
Objectivos
Atribuições
Natureza jurídica
Graus, diplomas e habilitações
Símbolos, comemorações e cerimónias académicas
São símbolos da Escola a insígnia e a bandeira.
A insígnia da Escola é constituída por uma placa ovalada cuja forma representa os aspectos eclesiásticos e assistenciais a que a sua origem está ligada.
É orlada com um fino fio dourado secundado concentricamente por um outro friso dourado semelhante. Estes dois filetes circunscrevem o campo central da insígnia e entre eles estão inscritas as menções «Escola Superior de Enfermagem Dr. Ângelo da Fonseca» e «Coimbra».
O campo central é percorrido, longitudinal e transversalmente, por um outro fio dourado que o divide em quatro partes iguais. Cada metade do corpo central é constituída por duas partes iguais. Uma de cor branca, simboliza a pureza e a beleza interior, características da Enfermagem; outra de cor preta, está relacionada com a cor adoptada pela Ordem Religiosa da Cavalaria de S. João de Jerusalém ou do Hospital.
Dos elementos figurativos do corpo central constam um livro aberto, uma candeia acesa e a torre da Universidade, suportados por uma palma de louros.
O livro aberto representa a ciência, o desejo e o empenho permanente da Escola em alicerçar o seu corpo de conhecimentos em bases científicas. Inscrita no canto superior esquerdo da página direita do livro está uma Cruz de Malta. Esta cruz, também chamada de oito pontas, corresponde à insígnia da Ordem dos Hospitalários, ou de Malta, em tempos adoptada como símbolo dos hospitais. Este elemento vinca a forte ligação da Escola ao Hospital, como parte integrante da formação dos enfermeiros. A candeia acesa caracteriza não só o símbolo de honra da enfermagem, ligada a Florence Nightingale - a senhora da lâmpada - mas também a caridade que há-de iluminar a ciência, a humanidade e a personificação dos cuidados. A torre da Universidade de Coimbra, cuja silhueta simboliza o saber e a cidade, recorda o valor da tradição estudantil coimbrã. A palma de louros expressa o reconhecimento social pela acção da Escola nestes domínios.
A figura seguinte traduz graficamente o que foi referido quanto à insígnia.
(ver figura no documento original)
A bandeira da Escola tem ao centro a insígnia sobre um fundo branco. É orlada com um cordão preto e branco.
A Escola tem um hino próprio que se toca nas cerimónias solenes e uma medalha honorífica que é atribuída pelo presidente do conselho directivo, sob proposta da assembleia da Escola, e é destinada a galardoar pessoas ou instituições que tenham prestado relevantes serviços à Escola ou que se tenham distinguido por méritos excepcionais.
As principais cerimónias académicas são o dia da Escola, a tomada de posse do presidente do conselho directivo, a abertura solene das aulas e o encerramento dos cursos.
Os protocolos a observar nas cerimónias académicas são estabelecidos em regulamento próprio.
O dia da Escola celebra-se a 17 de Outubro.
Democraticidade
Autonomia estatutária
No âmbito da sua autonomia, a Escola aprova e revê os seus Estatutos, nos termos da lei e destes Estatutos.
Autonomia científica
A autonomia científica da Escola envolve capacidade para, nos termos da lei, decidir sobre:
Autonomia pedagógica
A autonomia pedagógica da Escola envolve a capacidade para, nos termos da lei:
Autonomia administrativa, financeira e patrimonial
Competência disciplinar
Organização interna
Designação dos órgãos de gestão
São órgãos de gestão da Escola:
Duração e mandato dos órgãos de gestão
Perda de mandato e substituição dos membros dos órgãos de gestão
Comparência às reuniões
Regulamentos internos
Composição da assembleia da Escola
Competências
Cabe à assembleia da Escola:
Constituição
Eleição
R = (3D + 2A + F)/6
sendo:
R = resultado ponderado da votação;
D = percentagem de votos do pessoal docente;
A = percentagem de votos dos estudantes;
F = percentagem de votos do pessoal não docente.
Competências do conselho directivo
Composição
Competências do conselho científico
São competências do conselho científico da Escola, para além das que lhe forem cometidas pelo estatuto da carreira docente do ensino superior politécnico, as seguintes:
Composição
Eleição
Competências
São competências do conselho pedagógico, no âmbito e nos limites impostos pela lei e em articulação com as orientações emanadas dos outros órgãos, as seguintes:
Composição e funcionamento
Competências
Composição
Constituem o conselho consultivo da Escola:
Hospitais da Universidade de Coimbra;
Centro Hospitalar de Coimbra;
Administração Regional de Saúde do Centro;
Centro Regional de Oncologia do Centro;
Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra;
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra;
Instituto Politécnico de Coimbra;
Associação Académica de Coimbra;
Associações profissionais, organizações sindicais e outras que se considerem relevantes, a designar por despacho do conselho directivo, com parecer favorável do conselho científico.
Competências
Designação das unidades funcionais
São unidades funcionais as seguintes:
Natureza das unidades funcionais de carácter científico-pedagógico
Unidades funcionais de carácter científico-pedagógico consistem em áreas autónomas do saber que se dedicam ao ensino, investigação, prestação de serviços à comunidade e divulgação nos domínios que lhes são próprios.
Composição das unidades funcionais de carácter científico-pedagógico
Competências
São competências das unidades funcionais de carácter científico-pedagógico:
Coordenador da unidade funcional de carácter científico-pedagógico
Competências do coordenador da unidade funcional de carácter científico-pedagógico
Compete ao coordenador da unidade funcional de carácter científico-pedagógico:
Natureza do Centro de Informação e Documentação
Natureza
As estruturas de apoio são organizações permanentes vocacionadas para a prestação de serviços de apoio técnico ou administrativo às actividades da Escola, designadas por serviços.
Serviços
Sem prejuízo da criação de outros, são serviços da Escola:
Âmbito
Composição
Os Serviços Administrativos da Escola exercem a sua actividade nos domínios dos recursos humanos, dos assuntos académicos, da administração financeira e patrimonial e do expediente e arquivo.
Secretário
Repartição administrativa
Os Serviços Administrativos são dirigidos, coordenados e orientados por um chefe de repartição e compreendem as seguintes secções:
Secção de Administração Geral
Sector de Recursos Humanos
Ao Sector de Recursos Humanos compete:
Sector de Expediente e Arquivo
Ao Sector de Expediente e Arquivo compete:
Sector de Secretariado
Ao Sector de Secretariado compete o secretariado de apoio aos órgãos de gestão e à docência.
Secção Académica
Sector de Alunos
Ao Sector de Alunos compete:
Sector de Cadastro e Provas Académicas
Ao Sector de Cadastro e Provas Académicas compete, entre outras:
Sector de Reprografia
Ao Sector de Reprografia compete, entre outros, assegurar o trabalho de reprodução de documentos necessários a todos os serviços e utentes da Escola.
Secção Económico-Financeira
Sector de Aprovisionamento e Património
Ao Sector de Aprovisionamento e Património compete, entre outros:
Sector de Contabilidade
Finalidades
A Escola dispõe de Serviços Gerais que desenvolvem a sua acção nos domínios do apoio e vigilância, da recepção, da comunicação, dos transportes, do tratamento de roupas e da higiene e limpeza.
Competências
Aos Serviços Gerais competem fundamentalmente:
Coordenação
A coordenação e chefia dos Serviços Gerais é assegurada pelo encarregado dos Serviços Gerais, coadjuvado pelo encarregado de sector.
Composição
Competências
Aos Serviços de Instalação e Equipamento competem, fundamentalmente, a verificação, reparação, manutenção, conservação e operacionalidade das instalações e dos equipamentos da Escola.
Coordenação
Os Serviços de Instalação e Equipamento são coordenados e assegurados por um operário principal qualificado, designado pelo presidente do conselho directivo.
Acção social
A execução da política de acção social aos estudantes no âmbito da Escola compete ao presidente do conselho directivo.
Áreas de apoio e benefícios
Associação de estudantes
Instituição
A Casa do Pessoal é uma instituição autónoma que representa os trabalhadores da Escola e se rege por estatutos próprios.
Finalidades
A Casa do Pessoal da Escola tem como fins principais prestar benefícios de carácter material, social, cultural, desportivo e recreativo aos seus trabalhadores associados e familiares na perspectiva de dinamizar a cooperação e solidariedade entre eles.
Apoios
A Casa do Pessoal da Escola, como legítimo veículo da cultura, do desporto e da cooperação e solidariedade entre os trabalhadores, beneficiará de apoios da Escola, nomeadamente instalações e concessão anual de subsídios, sem prejuízo de outras subvenções pontuais.
Revisão dos Estatutos