Revisão do Sistema de Gestão de Operações (SGO)
Âmbito de Aplicação
Configuração do Sistema de Gestão de Operações
Definições
O PCO é o órgão diretor das operações no local da ocorrência destinado a apoiar o COS, na tomada das decisões e na articulação dos meios no Teatro de Operações (TO).
O PEA é um conjunto de ações que evoluem num determinado enquadramento, com o objetivo de antever a evolução da ocorrência e antecipar e maximizar oportunidades, conduzir as forças na execução e conduta da operação e identificar as medidas de comando e controlo necessárias para a concretização dos objetivos.
A ZS é a área na qual se desenvolve a ocorrência, de acesso restrito, onde se encontram exclusivamente os meios necessários à intervenção direta e com missão atribuída, sob a responsabilidade do COS.
A ZA é uma zona adjacente à ZS, de acesso condicionado, onde se concentram os meios de apoio e logísticos, estritamente necessários ao suporte dos meios em operação e onde estacionam meios de intervenção para resposta imediata, sob gestão da Célula de Operações.
A ZCR é uma zona do TO, onde se localizam temporariamente os meios e recursos disponíveis sem missão imediata atribuída, a reserva estratégica, e onde se mantém o sistema de apoio logístico às forças, sob gestão da Célula de Logística.
A ZRR constitui-se como uma zona de controlo e apoio logístico sob a responsabilidade do Comandante Operacional Distrital da área onde se desenvolve o sinistro, para onde se dirigem os meios de reforço atribuídos antes de atingirem a ZCR no TO.
É a área geográfica que compreende a Zona de Sinistro (ZS), a Zona de Apoio (ZA) e a Zona de Concentração e Reserva (ZCR).
São locais onde se processa o controlo de entrada e saída de meios no TO.
São locais, na ZA, onde estacionam os meios de intervenção para resposta imediata à ordem do respetivo Comandante de Setor.
Informação referente a um dado momento sobre a situação do incidente, os seus efeitos, das atividades em curso e do estado dos meios e recursos envolvidos.
A área geográfica predefinida, na qual um Corpo de Bombeiros (CB) opera regularmente e é responsável pela primeira intervenção.
Zonas geográficas ou funcionais conforme o tipo de ocorrência e as opções estratégicas consideradas.
Zonas geográficas com a missão de comando tático de um conjunto de setores, conforme o tipo de ocorrência e as opções estratégicas consideradas.
Áreas correspondentes aos limites geográficos dos municípios, com PC de Área e com a missão de assegurar o comando e a direção política, ao seu nível.
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Organização do Teatro de Operações
Posto de Comando Operacional (PCO)
Comandante das Operações de Socorro (COS)
Oficial de Operações
Oficial de Planeamento
Oficial de Logística
Coordenador de Posto de Comando Operacional
Oficial de Segurança
Oficial de Ligação
Oficial de Relações Públicas
Oficial de Operações Aéreas (OPAR)
Coordenador de Operações Aéreas (COPAR)
Comandante de Setor (CS)
Comandante de Frente (CF)
Comandante de Área de Intervenção Municipal (CA)
Célula de Operações (CELOP)
Núcleo de Meios Aéreos
Núcleo de Emergência Médica
Núcleo de Coordenação ao Apoio Psicológico e Social de Emergência
Setores de Intervenção
Frentes de Intervenção
Área de Intervenção Municipal
Locais de Reforço Tático (LRT)
Célula de Logística
Núcleo de Meios e Recursos
Núcleo de Comunicações e Sistemas de Informação
Zona de Concentração e Reserva (ZCR)
Pontos de Trânsito (PT)
Célula de Planeamento (CEPLAN)
Núcleo de Informações
Núcleo de Antecipação
Núcleo de Especialistas
Enquadramento
Fase I do SGO
Organograma de referência SGO Fase I
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Fase II do SGO
Organograma de referência SGO Fase II
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Fase III do SGO
Organograma de referência SGO Fase III
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Fase IV do SGO
Organograma de referência SGO Fase IV
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Fase V do SGO
Organograma de referência SGO Fase V
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Fase VI do SGO
Organograma de referência SGO Fase VI
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Comando e Controlo
Pela complexidade, natureza ou número de meios envolvidos na operação, pode o COS, após articulação e validação com Comandante Operacional Nacional, estabelecer um nível de organização estratégico complementar ao do presente SGO, que permita garantir a capacidade de comando e controlo das operações.
Passagem de Comando
Mudança de Fase - Matriz de referência
Os diferentes níveis de desenvolvimento do modelo de gestão de operações, a que correspondem as fases I, II, III, IV e V, estão indexados ao número de operacionais envolvidos. A fase VI do SGO corresponde a uma situação de envolvimento supramunicipal ou supradistrital em que é imperativo a integração da Autoridade Municipal de Proteção Civil.
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Briefings Operacionais
Por forma a garantir um permanente fluxo de informação credível e sincronizado entre todos os responsáveis no SGO, deverão ser promovidos pelo COS briefings regulares, de acordo com a complexidade e natureza do TO, com vista a capacitar a verificação da prossecução dos objetivos estratégicos definidos para a operação em curso, contribuindo para o efetivo comando e controlo.
Matriz de Competências
As competências associadas ao desempenho das diferentes funções previstas no SGO são objeto de despacho do Presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
Simbologia Gráfica do Sistema de Gestão de Operações (SGO)
A simbologia Gráfica do SGO é objeto de despacho do Presidente da ANPC.
Ferramentas de Coordenação, Comando e Controlo
As ferramentas de Coordenação, Comando e Controlo são objeto de despacho do Presidente da ANPC
29 de março de 2018. - O Presidente, Carlos Mourato Nunes, Tenente-General.
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