Aprova o Regulamento da Rede Nacional de Distribuição de Gás.
Objeto e âmbito
Generalidades
Entrega e receção de gás à RNDG
Siglas e Definições
ANEPC - Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil
BioGNL - Biometano liquefeito;
DGEG - Direção-Geral de Energia e Geologia;
DN - Diâmetro nominal;
EI - Estação de injeção de gás;
EIF - Estação de inversão de fluxo;
ENSE - Entidade Nacional para o Sector Energético;
ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos;
ERG - Estação de receção de gás;
ESG - Estação de separação de gás;
GNC - Gás natural comprimido;
GNL - Gás natural liquefeito;
GTG - Gestor Técnico Global do Sistema Nacional de Gás;
IRH - Instalação de receção de hidrogénio;
MPGTG - Manual de Procedimentos do GTG;
ORD - Operador de Rede de Distribuição do SNG;
PCS - Poder Calorífico Superior;
PE - Ponto de entrega de gás (corresponde a uma saída da RNDG associada a uma transferência de custódia);
PMO - Pressão máxima de operação;
PR - Ponto de receção de gás;
PRM - Posto de Redução e Medida ou Posto de Regulação e Medição;
PRP - Posto de Redução de Pressão;
RNDG - Rede Nacional de Distribuição de Gás;
RNTG - Rede Nacional de Transporte de Gás;
RQS - Regulamento da Qualidade de Serviço dos setores elétrico e do gás;
SNG - Sistema Nacional de Gás;
UAG - Unidade Autónoma de Gás.
Referências normativas
Especificidades
ANEXO I
Regulamento Técnico Relativo ao Projeto, Construção, Exploração e Manutenção de Redes de Distribuição de Gases Combustíveis com operação em Baixa Pressão
(pressão inferior ou igual a 4 bar)
Objeto e âmbito
Dimensionamento das redes
Pressões
Limitação de pressão de serviço
Materiais constituintes da rede
Seccionamento das tubagens
Representação cartográfica da rede
As infraestruturas devem ser representadas cartograficamente, de forma adequada, com indicação:
Sinalização das tubagens enterradas
Características dos tubos de aço
1 - Os tubos de aço a utilizar na construção das redes devem ser fabricados com aço de qualidade, podendo ser sem costura, com costura longitudinal ou com costura helicoidal.
2 - O processo de fabrico do tubo, as características químicas, mecânicas e dimensionais, os ensaios e os controlos de fabrico devem satisfazer as normas a que se refere a alínea b) do artigo 41.º
3 - Não é permitido o uso de tubos com uma espessura de parede inferior aos seguintes valores:
Diâmetro externo
(milímetros)
Espessura
(milímetros)
42,4
2,3
48,3
2,3
60,4
2,3
76,1
2,6
88,9
2,6
114,3
2,6
141,3
2,6
168,3
3,5
219,1
3,5
273,1
3,5
323,9
3,5
355,6
4,5
406,4
4,5
457
4,6
508
5,1
4 - As espessuras mínimas indicadas no número anterior são também aplicáveis aos tubos roscados.
5 - Nos tubos de diâmetro externo superior a 508 mm, a espessura mínima deve ser igual ou superior a 1 % do valor do diâmetro externo.
6 - Os tubos devem ser transportados e armazenados de modo a impedir a entrada de matérias estranhas e ser protegidos da ação dos agentes atmosféricos.
Certificados de qualidade
Acessórios para tubagem de aço
1 - As curvas, as uniões, as juntas isolantes e outros acessórios, utilizados na construção das redes em aço devem ser compatíveis com as condições de serviço previstas para o troço em que são instalados.
2 - É permitida a utilização de curvas enformadas a frio com máquina, desde que o raio de curvatura (R), em relação ao diâmetro externo (De), não seja inferior aos seguintes valores:
Dext (milímetros)
R (milímetros)
De < 60,3
R = 10 De
60,3 ≤ De < 355,6
R = 20 De
De ≥ 355,6
R = 30 De
3 - Podem ser utilizadas curvas segmentadas, no caso de grandes diâmetros, devendo, todavia, o ângulo entre dois elementos consecutivos estar compreendido entre 15.º e 25.º e o respetivo raio de curvatura não ser inferior a dois diâmetros da tubagem.
4 - As válvulas de seccionamento devem ser de material compatível com o fluído a transportar e corresponder, no mínimo, às mesmas características de resistência à pressão de serviço e de estanquidade da tubagem em que se inserem.
5 - As válvulas devem ser submetidas a um ensaio hidráulico à pressão mínima de 1,5 vezes a pressão nominal.
6 - Os acessórios devem ser de modelo oficialmente aprovado.
7 - As válvulas e outros acessórios devem satisfazer os requisitos estabelecidos no artigo 5.º
8 - As flanges a utilizar devem ser previstas para uma pressão de serviço mínima de 10 bar.
Ligações, uniões e acessórios
Soldaduras
Proteção contra a corrosão
Nestes troços deve ser garantida a ausência de defeitos de revestimento;
Características dos tubos de polietileno
Certificado de qualidade
Acessórios para tubagem de polietileno
Tomadas em carga
Ligações, uniões e acessórios
Soldaduras
Proteção contra a corrosão dos componentes metálicos da rede
Os revestimentos protetores dos componentes metálicos da rede devem ser quimicamente não agressivos para o polietileno, não podendo ser aplicados a quente.
Abertura de valas
Instalação das tubagens
Reposição do terreno
O enchimento da vala acima da camada mencionada no n.º 2 do artigo 23.º pode ser feito com os materiais disponíveis do desaterro, isentos de elementos que constituam eventual perigo para a tubagem ou para o seu revestimento, quando existir.
Tubagens de gás na vizinhança de outras tubagens
Disposições gerais
Fluidos de ensaio
Os fluidos de ensaio admissíveis são o ar, o azoto ou o gás distribuído na rede, tomando as medidas de segurança necessárias.
Pressões de ensaio
A pressão de ensaio deve ser, no mínimo, 1,5 vezes a pressão de serviço da tubagem, mas nunca inferior a 1 bar.
Execução dos ensaios
Resultado dos ensaios
Relatórios dos ensaios
Disposições gerais
Trabalhos na vizinhança das redes
Entrada em serviço
Retirada de serviço ou reparação da rede
Controlo de exploração da rede
Manutenção e Pesquisa de fugas
Controlo dos dispositivos de seccionamento
O funcionamento dos principais dispositivos de seccionamento deve ser verificado periodicamente, por forma a assegurar a sua operacionalidade.
Controlo da proteção catódica
As instalações de proteção catódica devem ser controladas com a periodicidade preconizada pelo seu fabricante, devendo incluir visitas aos dispositivos de proteção, de forma a assegurar a sua operacionalidade.
Trabalhos de reparação nas redes
Normas, standards, códigos e especificações técnicas aplicáveis (lista não exaustiva)
Para efeitos da aplicação do disposto no presente Regulamento, serão aceites as referências a seguir indicadas ou outras tecnicamente equivalentes:
NP EN 1057 - Cobre e ligas de cobre. Tubos de cobre sem costura, para sistemas de distribuição de água e de gás em aplicações sanitárias e de aquecimento;
API 5 L - Specification for line pipe;
API SPEC 6D - Specification for valves;
API STD 1104 - Welding of pipelines and related facilities;
ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (Inch);
ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings: NPS 1/2 through NPS 24, Metric/Inch Standard;
ASME B16.9 - Factory-Made Wrought Buttwelding Fittings
NP EN ISO 3183 - Petroleum and natural gas industries; Steel pipe for pipeline transportation systems;
NP EN 12732 - Gas Infrastructure - Welding steel pipework - Functional requirements.
ISO 4437-1 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Polyethylene (PE) - Part 1: General;
ISO 4437-2 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Polyethylene (PE) - Part 2: Pipes;
ISO 4437-3 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Polyethylene (PE) - Part 3: Fittings;
ISO 4437-4 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Polyethylene (PE) - Part 4: Valves;
ISO 4437-5 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Polyethylene (PE) - Part 4: Fitness for purpose of the system;
NP EN ISO 1133-1 - Plastics - Determination of the melt mass-flow rate (MFR) and melt volume-flow rate (MVR) of thermoplastics - Part 1: Standard method;
NP EN ISO 1133-2 - Materiais plásticos - Determinação do índice de fluidez em massa (MFR) e em volume (MVR) dos materiais termoplásticos - Parte 2: Método para os materiais sensíveis ao histórico tempo/temperatura e/ou humidade;
NP EN ISO 1183-1 - Materiais plásticos - Métodos para determinação da massa volúmica de materiais plásticos não celulares - Parte 1: Método por imersão, método do picnómetro em meio líquido e método por titulação;
NP EN ISO 1183-2 - Plastics - Methods for determining density of non-cellular plastics - Part 2: Density gradient column method.
ISO 4065 - Thermoplastics pipes - Universal wall thickness table;
ISO 11922-1 - Thermoplastics pipes for the conveyance of fluids -Dimensions and tolerances - Part 1: Metric series;
ISO/TS 18226 - Plastics pipes and fittings - Reinforced thermoplastics pipe systems for the supply of gaseous fuels for pressures up to 4 MPa (40 bar);
NP EN 1555 - 2 - Sistemas de tubagens de plástico para abastecimento de combustíveis gasosos - Polietileno (PE) - Parte 2: Tubos;
NP EN ISO 9969 - Tubos termoplásticos - Determinação da rigidez circunferencial;
NP EN ISO 16486-1 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Unplasticized polyamide (PA-U) piping systems with fusion jointing and mechanical jointing - Part 1: General;
NP EN ISO 16486-2: - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Unplasticized polyamide (PA-U) piping systems with fusion jointing and mechanical jointing - Part 2: Pipes;
NP EN ISO 16486-3 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Unplasticized polyamide (PA-U) piping systems with fusion jointing and mechanical jointing - Part 3: Fittings;
EN ISO 16486-4 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Unplasticized polyamide (PA-U) piping systems with fusion jointing and mechanical jointing - Part 4: Valves;
NP EN ISO 16486-5 - Plastics piping systems for the supply of gaseous fuels - Unplasticized polyamide (PA-U) piping systems with fusion jointing and mechanical jointing - Part 5: Fitness for purpose of the system.
ANEXO II
Regulamento Técnico Relativo ao Projeto, Construção, Exploração e Manutenção de Redes de Distribuição de Gás com operação em Média Pressão (Pressão entre 4 e 20 bar)
Objeto e âmbito
O presente Regulamento estabelece as condições técnicas a que devem obedecer o projeto, a construção, a exploração e a manutenção das redes de distribuição de gases combustíveis cuja pressão de serviço seja igual ou inferior a 20 bar e superior a 4 bar - Redes em Média Pressão.
Dimensionamento das redes
Pressões
Limitação de pressão de serviço
Os sistemas de limitação de pressão devem garantir as necessárias condições de segurança e serem devidamente aprovados pelo operador da RNDG e ajustados para que a pressão máxima acidental não seja excedida.
Materiais constituintes da rede
Representação cartográfica da rede
As infraestruturas devem ser representadas cartograficamente, de forma adequada, com indicação:
Sinalização das tubagens enterradas
Classificação dos locais para a implantação das tubagens, por categorias
Categorias 1 e 2
Categoria 3
A categoria 3 corresponde a zonas residenciais ou comerciais, em que a densidade de edifícios por quilómetro com ocupação humana seja igual ou superior a 28, desde que a altura dos referidos edifícios não exceda três pisos acima do nível do solo.
Categoria 4
A categoria 4 integra as zonas nas quais se verifiquem cumulativamente as seguintes condições:
Medidas de Segurança
Disposições gerais relativas ao fabrico dos tubos
Na construção das tubagens devem ser utilizados tubos de aço, fabricados, ensaiados e controlados de acordo com as normas técnicas indicadas nos artigos 14.º a 23.º
Diâmetro e espessuras nominais da tubagem em aço
Alongamento relativo, limite de elasticidade e resistência à rotura da tubagem em aço
Temperatura de transição do metal das tubagens em aço
Processo de fabricação da tubagem em aço
Os tubos a utilizar na construção das redes em aço devem ser fabricados com aço vazado prédesoxigenado, podendo ser sem costura, com costura longitudinal ou com costura helicoidal.
Composição química do aço da tubagem
A composição química do aço utilizado na fabricação dos tubos deve assegurar boas condições de soldabilidade, ductilidade e resiliência, tendo estas, como critério, os valores do alongamento relativo e da temperatura de transição mencionados nos artigos 15.º e 16.º e obedecer aos valores indicados nas normas aplicáveis previstas no artigo 65.º
Certificados de qualidade
Ensaios e controlos dos tubos
No seu fabrico, cada tubo está obrigatoriamente sujeito aos ensaios e controlos previstos nas normas técnicas aplicáveis mencionadas no artigo 65.º, nomeadamente ao estabelecido no n.º 2 do artigo 16.º
Pressões de ensaio dos tubos
As pressões de ensaio devem provocar tensões de tração perimetrais σ (sigma), função da espessura fixada pelas normas, que, tendo em conta a tolerância mínima, devem estar compreendidas entre 95 % e 100 % do limite elástico mínimo indicado.
Determinação das pressões máxima e mínima para os ensaios
QUADRO I
sendo:
E = limite elástico mínimo do metal, fixado nas especificações dos tubos, expresso em newton por milímetro quadrado;
D = diâmetro exterior nominal do tubo, expresso em milímetro;
e = espessura nominal da parede do tubo, expressa em milímetro;
(δ) = tolerância da espessura mínima, expressa em percentagem de e.
Pressão de prova hidráulica
Disposições gerais relativas a curvas, uniões e outros acessórios
Prova hidráulica de curvas, uniões e outros acessórios
As curvas, uniões e outros acessórios devem ser submetidos, em fábrica, a uma prova hidráulica com a duração mínima de quinze minutos, a uma pressão não inferior a 150 % da pressão máxima de serviço.
Modelo e requisitos
Todos os acessórios de tubagem devem ser de modelo aprovado e obedecer aos requisitos estabelecidos nas normas ou especificações técnicas previstas no artigo 65.º, e ser marcados de acordo com a norma de fabrico.
Ligações flangeadas
Disposições gerais relativas ao cálculo das tubagens e valor da tensão de tração perimetral máxima admissível
São aplicáveis ao cálculo das tubagens, à definição das categorias de localização e ao valor da tensão de tração perimetral máxima admissível, os artigos 8.º a 11.º, 29.º e 30.º
Determinação da pressão de cálculo
sendo:
P = pressão de cálculo, expressa em bar;
E = limite elástico mínimo do metal fixado nas especificações dos tubos, expresso em newton por milímetro quadrado;
D = diâmetro exterior nominal dos tubos, expresso em milímetro;
e = espessura nominal da parede dos tubos, expressa em milímetro;
F = fator de segurança admissível, correspondente à categoria do local de implantação das tubagens aplicável nos termos do quadro II do artigo 30.º
Valor da tensão de tração perimetral máxima admissível
1 - As tensões máximas de tração perimetral σ (sigma) admissíveis para o metal dos tubos, em função do limite elástico E, são fixadas no quadro seguinte:
QUADRO II
Categoria de localização e fator de segurança
Categoria de localização
Fator de segurança (F)
Valor correspondente de tração perimetral máxima (σ)
Categoria 1
0,72
0,72.E
Categoria 2
0,60
0,60.E
Categoria 3
0,50
0,50.E
Categoria 4
0,40
0,40.E
2 - Na fórmula do artigo anterior deve ser considerado um fator de segurança F definido por:
a) F ≤ 0,60, para os troços de tubagem localizados na categoria 1 e que:
i) Cruzem a faixa de servidão de uma via rodoviária não pavimentada sem recurso a outras medidas de proteção;
ii) Cruzem a faixa de servidão ou se desenvolvam paralelamente na proximidade de vias rodoviárias pavimentadas, autoestradas, vias públicas ou vias-férreas, sem recurso a outras medidas de proteção.
b) F ≤ 0,50, para os troços de tubagem localizados na categoria 2 e que cruzem a faixa de servidão de vias rodoviárias pavimentadas, autoestradas, vias públicas ou vias-férreas;
c) F ≤ 0,50, para os troços de tubagem de estações de compressão, postos de redução de pressão, estações de injeção e estações de separação de gás localizadas nas categorias 1 e 2;
d) F ≤ 0,50, para os troços de tubagem localizados nas categorias 1 e 2 e que se desenvolvam na proximidade de locais de reunião ou concentração organizada de público, tais como igrejas, escolas, edifícios de múltiplos andares, hospitais ou centros de arte e recreio;
e) O fator de segurança pode ser aumentado se forem implementadas medidas adicionais de proteção contra a interferência de terceiros.
Proteção contra a corrosão
Soldaduras
Juntas flangeadas
Nas ligações de dispositivos ou acessórios podem ser utilizadas juntas flangeadas.
Curvas
Controlo da soldadura de curvas
Todas as soldaduras de curvas realizadas em tubos direitos soldados devem ser controladas a 100 % por processos não destrutivos, em conformidade com o artigo 20.º
Características dos tubos de polietileno
Certificado de qualidade
Acessórios para tubagem de polietileno
Tomadas em carga
Ligações, uniões e acessórios
Soldaduras
Proteção contra a corrosão dos componentes metálicos da rede
Os revestimentos protetores dos componentes metálicos da rede devem ser quimicamente não agressivos para o polietileno, não podendo ser aplicados a quente.
Localização do eixo longitudinal e distâncias de segurança
1 - O eixo longitudinal das tubagens deve situar-se a uma distância mínima de 25 metros a qualquer edifício habitado.
2 - Relativamente às construções que recebam público ou que apresentem riscos particulares, nomeadamente de incêndio ou explosão, o eixo longitudinal deve ficar situado a uma distância igual ou superior a 75 metros.
3 - Para as redes de média pressão com uma pressão máxima de operação maior do que 4 bar e menor ou igual a 10 bar (4 < P ≤ 10 bar), não são aplicáveis as disposições dos pontos 1 e 2 supra, adotando-se nestes casos, as distâncias indicadas no quadro III.
QUADRO III
Diâmetro nominal (milímetros)
Edifícios futuros
Edifícios existentes
Distância Mínima (metros)
DN≤160
2
1
160<DN≤250
3
1,5
250<DN≤450
5
2
DN>450
7,5
3
4 - Para as redes de aço as distâncias referidas nos n.os 1 e 2 deste artigo podem ser reduzidas para os valores constantes do quadro IV desde que o projetista adote alguma ou algumas das medidas de segurança suplementares previstas nas alíneas seguintes:
a) Reforço da espessura da própria tubagem que deverá ser definida com base na fórmula estabelecida no n.º 1 do artigo 29.º utilizando um valor de pressão P, aumentado de 25 %;
b) Adoção de uma ou mais proteções adicionais a seguir indicadas na figura 1:
i) Envolvimento da tubagem por uma manga metálica;
ii) Interposição de um muro cego de betão;
iii) Galeria com segmentos de betão armado, em forma de «U» invertido de acordo com a figura 1(a);
iv) Cobertura de chapa sobre camada de betão, de acordo com a figura 1(b);
v) Cobertura com caleira invertida de chapa reforçada, de acordo com a figura 1(c);
vi) Caleira invertida de betão armado, de acordo com a figura 1(d);
vii) Cofragem lateral de chapa de aço, de acordo com a figura 1(e);
viii) Cobertura de placas de betão armado de acordo com a figura 1(f).
QUADRO IV
Figura 1 - Medidas de segurança suplementares
5 - Quando se adotar uma das soluções previstas no número anterior, o elemento de proteção deve ser colocado de modo que as distâncias entre os seus extremos e os pontos mais próximos dos edifícios obedeçam ao estabelecido no quadro IV.
Profundidade
Figura 2 - Medidas de proteção adicional
Instalação das tubagens
Seccionamento das tubagens
1 - Nas tubagens devem ser instaladas válvulas de seccionamento manual com intervalos não superiores aos definidos no quadro V, podendo-se complementar por dispositivos de comando remoto ou automáticas:
QUADRO V
Distância máxima (km)
Categoria
4<PMO≤10 bar
10<PMO≤20 bar
1
2
30
2
2
20
3
2
10
4
2
5
sendo:
PMO = Pressão máxima de operação;
2 - Devem ser instaladas uma ou mais válvulas de purga entre cada dois órgãos de seccionamento, por forma a poder purgar a tubagem com rapidez e segurança.
3 - Todas as derivações devem incluir uma válvula de seccionamento colocada o mais perto possível do ponto de ligação.
4 - Devem ser instaladas válvulas de seccionamento:
a) No atravessamento de vias rodoviárias, pertencentes ao plano rodoviário nacional, de ferrovias, e de tubagens apoiadas em pontes, a montante e a jusante do atravessamento;
b) Na entrada e na saída dos equipamentos de redução de pressão e medição integrados nas redes de distribuição, a uma distância menor ou igual a 20 m, entre o centro do dispositivo de corte e qualquer elemento dos equipamentos de redução, incluindo armários;
c) Nas ligações de entrada e saída das EI;
d) Nas ligações das infraestruturas de produção de gases de origem renovável e de gases de baixo teor de carbono a uma rede de distribuição de gás.
5 - Os dispositivos de corte devem ser facilmente acessíveis e manobráveis.
Tubagens de gás na vizinhança de outras tubagens
Precauções na instalação das tubagens e situações especiais
Reposição do terreno
Tubagens aéreas ou à superfície
Determinação da espessura das paredes das tubagens aéreas
Cruzamento da tubagem aérea ou à superfície com uma linha elétrica aérea
Quando a tubagem aérea ou à superfície se cruze com uma linha elétrica aérea de alta tensão, ou dela se encontre próxima, a uma distância inferior à altura dos cabos elétricos em relação ao solo, considerando a medida da tubagem em relação à projeção vertical das linhas elétricas, no solo, devem ser observadas as seguintes medidas:
Equipamento de limpeza
De modo a permitir a utilização de equipamentos para limpeza e inspeção, sem interrupção de serviço, devem as redes ser equipadas com os necessários dispositivos de introdução e remoção do equipamento de limpeza e inspeção (pigs), desde que tecnicamente exequível.
Disposições gerais
Execução dos ensaios
Prova de resistência mecânica
1 - A prova de resistência mecânica deve ser efetuada de acordo com as condições referidas no quadro VI, utilizando como fluido de ensaio a água limpa e com inibidor de corrosão adicionado, se necessário.
QUADRO VI
Pressões de ensaio de resistência mecânica
Categoria do local
Pressão de ensaio
Mínima
Máxima
1
1,10 PMO
PEF
2
1,25 PMO
PEF
3
1,40 PMO
PEF
4
1,40 PMO
PEF
sendo:
PEF = pressão de ensaio na fábrica;
PMO = pressão máxima de operação.
2 - Salvo decisão em contrário do técnico responsável pela inspeção e certificação, as condições constantes do quadro VI não terão aplicação nos seguintes casos:
a) Se no momento da realização do ensaio de resistência mecânica, a temperatura do solo à profundidade da tubagem for inferior ou igual a 0 ºC ou puder baixar até esse nível no fim do ensaio ou ainda se não se dispuser de água em quantidade e qualidade convenientes;
b) Se o relevo da zona atravessada for de forma a obrigar a um seccionamento excessivo da tubagem para se poder efetuar o ensaio hidráulico assim como nos troços a construir de extensão reduzida.
3 - Nos casos indicados no número anterior e para a utilização de redes construídas em aço, a prova de resistência será efetuada com ar ou com azoto a uma pressão igual ao produto de 1,1, pela pressão máxima de serviço.
4 - Os ensaios de resistência mecânica terão a duração mínima de seis horas, à pressão máxima de ensaio.
5 - Assim que os resultados dos ensaios forem considerados satisfatórios, a tubagem deve ser esvaziada do fluido de ensaio e seca, devendo ser passado equipamento de limpeza e secagem através da tubagem, tantas vezes quantas as necessárias, de forma a obter uma secagem satisfatória.
Ensaios de estanquidade
Relatório dos ensaios
Disposições gerais
Entrada em serviço
Retirada de serviço ou reparação da rede
Controlo de exploração da rede
Inspeção
1 - A inspeção deve ser, nos casos aplicáveis, de seis tipos:
a) A que tem por objetivo um controlo periódico de pesquisa de fugas;
b) A que tem por objetivo um controlo periódico de deteção de falhas de isolamento, nos casos aplicáveis;
c) A que tem por objetivo um controlo periódico da operacionalidade e deteção de fugas nas válvulas;
d) A que tem por objetivo um controlo periódico dos troços submersos e aéreos;
e) A que tem por objetivo a deteção de danos causados por terceiros - tipo A -, a qual pode ser efetuada por meios aéreos, veículos terrestres, a pé, ou por outros meios, com recurso a outras tecnologias de mobilidade ou de monitorização, que assegurem o mesmo objetivo, desde que autorizados;
f) A que tem por objetivo a deteção de possíveis anomalias - tipo B -, a qual deve ser feita a pé, ou por outros meios, com recurso a outras tecnologias de mobilidade ou de monitorização, que assegurem o mesmo objetivo, desde que autorizados.
2 - Os processos utilizados para a deteção de fugas e de falhas de isolamento devem garantir a necessária eficácia.
3 - Os intervalos máximos entre inspeções ou controlos consecutivos devem ser os referidos no quadro VII, salvo o disposto nos números seguintes.
4 - As instalações de proteção catódica devem ser controladas com a periodicidade preconizada pelo seu fabricante.
5 - Na pesquisa sistemática de fugas poderão vir a ser exigidos intervalos menores por força de legislação nacional ou europeia aplicáveis.
QUADRO VII
Intervalo máximo entre inspeções em função da categoria de localização
1 e 2
3
4
Pesquisa Sistemática de Fugas
Cinco Anos
Cinco Anos
Cinco Anos
Pesquisa de Falhas de Isolamento
Quatro anos após a construção e dez anos após a primeira verificação
Quatro anos após a construção e dez anos após a primeira verificação
Quatro anos após a construção e dez anos após a primeira verificação
Válvulas
Um ano
Um ano
Um ano
Troços submersos e aéreos
Cinco anos
Cinco anos
Cinco anos
Tipo A
Meio ano
Meio ano
Meio ano
Tipo B
Dois anos
Dois anos
Dois anos
Manutenção
Normas, standards, códigos e especificações técnicas aplicáveis (lista não exaustiva)
Para efeitos da aplicação do disposto no presente Regulamento, serão aceites as referências a seguir indicadas ou outras tecnicamente equivalentes:
API 5L - Specification for line pipe;
API SPEC 6D - Specification for valves;
API STD 1104 - Welding of pipelines and related facilities;
ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (Inch);
ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings: NPS 1/2 through NPS 24, Metric/Inch Standard;
ASME B16.9 - Factory-Made Wrought Buttwelding Fittings;
ASME B31.12 - Hydrogen Piping and Pipelines;
EIGA - IGC Doc 121/14 - Hydrogen Pipeline Systems;
EN 1594 - Gas infrastructure - Pipelines for maximum operating pressure over 16 bar - Functional requirements;
NP EN ISO 3183 - Petroleum and natural gas industries - Steel pipe for pipeline transportation systems;
NP EN 12732 - Gas Infrastructure - Welding steel pipework - Functional requirements.
ISO 11922-1 - “Thermoplastics pipes for the conveyance of fluids - Dimensions and tolerances - Part 1: Metric series”;
ISO/TS 18226 - Plastics pipes and fittings - Reinforced thermoplastics pipe systems for the supply of gaseous fuels for pressures up to 4 MPa (40 bar);
NP EN 1555-1 - Sistemas de tubagens de plástico para abastecimento de combustíveis gasosos - Polietileno (PE) - Parte 1: Aspetos gerais;
NP EN 1555-2 - Sistemas de tubagens de plástico para abastecimento de combustíveis gasosos - Polietileno (PE) - Parte 2: Tubos;
NP EN 1555-5 - Sistemas de tubagens de plástico para abastecimento de combustíveis gasosos - Polietileno (PE) - Parte 5: Aptidão ao uso do sistema.
ANEXO III
Regulamento Técnico Relativo à Injeção de Gases de Origem Renovável ou de Baixo Teor de Carbono
Objeto e âmbito
O presente Regulamento estabelece as condições técnicas a que deve obedecer a injeção de gases de origem renovável ou de baixo teor de carbono nas redes de distribuição do Sistema Nacional de Gás.
Pré-requisitos de injeção
Controlo de qualidade do gás injetado
Controlo das misturas de gases com características distintas
Odorização
Precedência de injeção
Coordenação com o GTG/fluxos de energia
A injeção de energia na RNDG fica sujeita aos mecanismos de gestão previstos no MPGTG, devendo assegurar-se que:
Alocação de capacidade de injeção de gases de origem renováveis ou de baixo teor de carbono na RNDG
Metodologia de cálculo da capacidade de injeção na RNDG
Limite de concentração de hidrogénio na RNDG
O limite de concentração máximo de hidrogénio na RNDG, definido no n.º 5 do artigo 1.º do Anexo, pode ser alterado de forma temporária ou permanente tendo em conta o seguinte:
Critérios de gestão dos limites de concentração de hidrogénio nas redes de transporte e de distribuição interligadas
Estação de Injeção para Gases da 2.ª família
Controlo e limitação da injeção
Controlo de qualidade do gás a injetar na RNDG
Sistema de Controlo e Supervisão Automática da Injeção
A EI deve dispor de um sistema de controlo que garanta automaticamente as seguintes funções:
Instalações de Receção de Hidrogénio (IRH) e Estação de Injeção de Hidrogénio (EIH)
Instalação de Receção de Hidrogénio
Estação de Injeção de hidrogénio
Controlo e limitação da injeção
Controlo de qualidade do hidrogénio
Controlo de qualidade do gás após injeção do hidrogénio
Estação de Injeção de hidrogénio
Controlo de qualidade do hidrogénio a injetar
Sistema de controlo e supervisão automática da injeção
A EI deve dispor de um sistema de controlo que garanta as seguintes funções de forma automática:
Zonas de Rede
Avaliação do equilíbrio das zonas de rede
Normas, standards, códigos e especificações técnicas aplicáveis (lista não exaustiva)
Para efeitos da aplicação do disposto no presente Regulamento, serão aceites as referências a seguir indicadas ou outras tecnicamente equivalentes:
API 5L - Specification for line pipe;
API SPEC 6D - Specification for valves;
API STD 1104 - Welding of pipelines and related facilities;
ASME B16.5 - Pipe flanges and flanged fittings: NPS 1/2 through NPS 24, Metric/Inch Standard;
ASME B31.8 - Gas transmission and distribution piping systems;
ASME B31.8S - Managing system integrity of gas pipelines;
ASME B31.12 - Hydrogen piping and pipelines;
ASME B16.9 - Factory made wrought steel buttwelding fittings;
EIGA - IGC Doc 121/14 - Hydrogen Pipeline Systems;
EN 287 - Qualification test of welders - Fusion welding;
EN 1594 - Gas infrastructure - Pipelines for maximum operating pressure over 16 bar - Functional requirements;
EN 12007-1 - Gas infrastructure - Pipelines for maximum operating pressure up to and including 16 bar - Part 1: General functional recommendations;
EN 12327 - Gas infrastructure- Pressure testing, commissioning and decommissioning procedures - Functional requirements;
EN 12560-1 - Flanges and their joints - Gaskets for Class-designated flanges - Part 1: Nonmetallic flat gaskets with or without inserts;
EN 12560-2 - Flanges and their joints - Gaskets for class-designated flanges - Part 2: Spiral wound gaskets for use with steel flanges;
EN 12560-3 - Flanges and their joints - Gaskets for class designated flanges - Part 3: Nonmetallic PTFE envelope gaskets;
EN 12560-4 - Flanges and their joints - Gaskets for class-designated flanges - Part 4: Corrugated flat or grooved metallic and filled metallic gaskets for use with steel flanges;
EN 60079-0 - Explosive atmospheres - Part 0: Equipment - General requirements;
EN ISO 3183 - Petroleum and natural gas industries - Steel pipe for pipeline transportation systems;
EN ISO 13443 - Natural gas - Standard reference conditions (ISO 13443:1996 including Corrigendum 1: 1997);
EN ISO 13686 - Natural gas - Quality designation (ISO 13686:2013);
ISO 14687 - Hydrogen fuel quality - Product specification;
NP EN 334 - Gas pressure regulators for inlet pressure up to 10 MPa (100 bar);
NP EN 837 (todas as partes) - Manómetros;
NP EN 1776 - Gas infrastructure - Gas measuring systems - Functional requirements;
NP EN 10204 - Produtos metálicos - Tipos de documentos de inspeção;
NP EN 10216-1 - Tubos de aço sem costura para aplicações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 1: Tubos de aço não ligado com características especificadas à temperatura ambiente;
NP EN 10216-2 - Tubos de aço sem costura para utilizações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 2: Tubos de aço não ligado e ligado com características especificadas a temperatura elevada;
NP EN 10216-3 - Tubos de aço sem costura para utilizações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 3: Tubos de aço ligado de grão fino;
NP EN 10216-4 - Tubos de aço sem costura para utilizações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 4: Tubos de aço ligado e não ligado com características especificadas a baixa temperatura;
NP EN 10217-1 - Tubos soldados de aço para aplicações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 1: Tubos de aço não ligado obtidos por soldadura elétrica e por arco submerso, com características especificadas à temperatura ambiente;
NP EN 10217-2 - Tubos soldados de aço para aplicações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 2: Tubos de aço não ligado e ligado, obtidos por soldadura elétrica, com características especificadas a temperatura elevada;
NP EN 10217-3 - Tubos soldados de aço para aplicações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 3: Tubos de aço ligado de grão fino obtidos por soldadura elétrica e por arco submerso, com características especificadas à temperatura ambiente, temperatura elevada e baixa temperatura;
NP EN 10217-4 - Tubos soldados de aço para aplicações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 4: Tubos de aço não ligado obtidos por soldadura elétrica com características especificadas a baixa temperatura;
NP EN 10217-5 - Tubos soldados de aço para aplicações sob pressão - Condições técnicas de fornecimento - Parte 5: Tubos de aço ligado e não ligado, soldados por arco submerso, com características especificadas a temperatura elevada;
NP EN 17649 - Gas infrastructure - Safety Management System (SMS) and Pipeline Integrity Management System (PIMS) - Functional requirements;
NP EN IEC 60079-10-1 - Atmosferas explosivas - Parte 10-1: Classificação das áreas - Atmosferas explosivas gasosas;
NP EN 60079-14 - Atmosferas explosivas - Parte 14: Conceção, seleção e construção das instalações elétricas.
ANEXO IV
Regulamento Técnico Relativo à Instalação, Exploração e Ensaio dos Postos de Redução de Pressão, das Estações de Inversão de Fluxo, das Estações de Receção de Gás e das Estações de Separação de Gás a instalar nas Redes de Distribuição de Gases Combustíveis
Objeto e âmbito
Classes dos PRP
Tipos de instalação dos PRP
Os PRP podem ser dos seguintes tipos:
Natureza da instalação dos PRP
As cabinas dos PRP do tipo B devem ser, de preferência, localizadas à superfície, podendo ser semienterradas.
Interface transporte/distribuição
A interface RNTG/RNDG situa-se imediatamente a jusante dos PRP de 1.ª classe instalada na RNTG, na válvula de seccionamento do circuito principal de gás, instalada em posição facilmente acessível, no exterior da cabina, quando esta exista, mas sempre no interior da vedação, a qual é considerada como pertencente à estação.
Princípio geral
Os equipamentos de redução de pressão de 2.ª classe são considerados pertencentes à rede de distribuição em que se integram, com exceção dos PRP dos pontos de consumo.
Instalação
Os equipamentos de redução de pressão de 2.ª classe podem ser instalados superficialmente, semienterrados ou em cavidades no solo, adiante designados «poços», com tampa, não sendo necessária vedação.
Distâncias de segurança
A distância mínima entre qualquer edifício e as cabinas de superfície ou os poços em que os PRP de 2.ª classe fiquem instalados deve ser sempre superior a 2 m.
Cabinas e poços
Princípio geral
Os equipamentos de redução de pressão de 3.ª classe são considerados como parte integrante da respetiva rede de distribuição em que se integram, com exceção dos PRP dos pontos de consumo.
Instalação
Os equipamentos de redução de pressão de 3.ª classe devem ser instalados em cabinas apropriadas, superficiais, enterradas ou semienterradas, sem vedação.
Distâncias de segurança
Cabinas dos PRP de 3.ª classe
Caracterização
Materiais
Ensaios
Proteção contra as ações corrosivas
O circuito principal de gás deve ser protegido contra ações corrosivas, com materiais adequados, nos pontos necessários, tal como se prescreve para as tubagens nos artigos 14.º do Anexo I e 31.º do Anexo II.
Interrupção do fluxo de gás
Princípio geral
Postos de Redução de Pressão de 2.ª classe
Postos de Redução de Pressão de 3.ª classe
Estações de inversão de fluxo de gás
O projeto, construção, comissionamento, exploração, manutenção e descomissionamento das EIF deve obedecer ao disposto nos códigos e normas especificas aplicáveis, bem como ao estabelecido no Regulamento da Rede Nacional de Transporte de Gás, ou no presente regulamento, em função do nível de pressão.
Estações de receção de gás
Estações de separação de gás
Normas, standards, códigos e especificações técnicas aplicáveis (lista não exaustiva)
API 5L - Specification for line pipe;
API SPEC 6D - Specification for valves;
API STD 1104 - Welding of pipelines and related facilities;
ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (Inch);
ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings: NPS 1/2 through NPS 24, Metric/Inch Standard;
ASME B16.9 - Factory-Made Wrought Buttwelding Fittings;
DIN 3386 - Gas filters having a maximum working pressure of less or equal to 5 bar - Requirements and testing;
NP EN ISO 3183 - Petroleum and natural gas industries - Steel pipe for pipeline transportation systems;
NP EN 334 - Gas pressure regulators for inlet pressure up to 10 MPa (100 bar);
NP EN 10204 - Produtos metálicos - Tipos de documentos de inspecção;
NP EN 13501-1 - Fire classification of construction products and building elements - Part 1:
Classification using data from reaction to fire tests.
318714495