Plano Diretor Municipal de Amarante
Âmbito territorial, objeto e natureza jurídica
Objetivos estratégicos
Constituem objetivos estratégicos do Plano Diretor Municipal de Amarante:
Composição do plano
I. Classificação e Qualificação do Solo;
II. Salvaguarda e Riscos ao Uso do Solo.
I. Outras condicionantes;
II. Reserva Agrícola Nacional, adiante designada por RAN;
III. Reserva Ecológica Nacional, adiante designada por REN;
IV. Perigosidade de Incêndio Florestal das Classes Alta e Muito Alta;
V. Áreas Percorridas por Incêndio nos últimos 10 anos.
Instrumentos de Gestão Territorial a observar
Definições
Âmbito e identificação
No território abrangido pelo presente Plano são observadas as disposições legais e regulamentares referentes a servidões administrativas e restrições de utilidade pública, constantes na legislação em vigor, designadamente:
Recursos Naturais
I. Domínio hídrico
II. Albufeiras de Águas Públicas de Serviço Público
III. Zonas inundáveis ou ameaçadas pelas cheias
I. Águas de nascente
II. Águas minerais naturais
III. Depósitos Minerais
I. Reserva Agrícola Nacional
II. Espécies protegidas (Sobreiro, Azinheira e Azevinho)
III. Regime Florestal Parcial
IV. Arvoredo de interesse público
V. Defesa da Floresta contra Incêndios
I. Reserva Ecológica Nacional (REN)
II. Rede Natura 2000
Património Arquitetónico, Natural e Arqueológico:
I. Interesse Nacional
II. Interesse Público
III. Interesse Municipal
IV. Em vias de Classificação
Infraestruturas
I. Linhas elétricas de alta tensão (60 kV)
II. Linhas elétricas de média tensão (15 - 30 kV)
I. Rede Nacional Fundamental
II. Rede Nacional Complementar
III. Estradas Nacionais Desclassificadas sob jurisdição da IP - Infraestruturas de Portugal, S. A.
I. Estradas Nacionais Desclassificadas sob jurisdição da Autarquia
II. Estradas Municipais
III. Caminhos Municipais
I. Linha do Douro (com exploração)
II. Linha do Tâmega (sem exploração)
Atividades Perigosas:
Regime jurídico
Identificação
Os espaços canais integram as vias rodoviárias existentes e propostas e as vias ferroviárias existentes, identificadas na Planta de Ordenamento, incluindo as áreas técnicas complementares que lhes são adjacentes, bem como as respetivas faixas de proteção.
Hierarquia institucional
Os espaços canais rodoviários são constituídos por:
I. A rede fundamental (itinerários principais): IP4/A4 e IP9/A11;
II. A rede complementar (itinerários complementares): EN15, EN210 (variante), EN211 (variante) e EN321;
III. Estradas Nacionais Desclassificadas sob jurisdição da IP - Infraestruturas de Portugal, SA: EN15, aproximadamente entre o km 63+550 e o km 91; EN101, entre o km 138+215 e o km 152+900; EN101-5, entre o km 0+000 e aproximadamente o km 3+575; e EN210, entre o km 31+585 e o km 39+750 e entre o km 44+350 e o km 50+060 (inclui variante de Cepelos);
I. Estradas Nacionais Desclassificadas sob jurisdição do Município: EM15, entre o km 57+800 e o km 63+500 (exceto ponte sobre o Tâmega); EM(2)10, entre o km 39+750 e o km 44+350; EM(2)11-1 e EM312;
II. Estradas municipais: EM515, EM516, EM567, EM570, EM571, EM573, EM575, EM700, EM708 e restantes traçados com essa classificação;
III. Caminhos municipais.
Hierarquia funcional
I. Integra as vias mais importantes da rede, tendo como função assegurar as principais ligações ao exterior, servindo tráfegos de penetração e de atravessamento e, ainda, algumas ligações internas de maior importância e extensão, formando assim a base da estrutura viária concelhia, garantindo prioritariamente a função mobilidade;
II. As vias existentes que compõem este nível hierárquico encontram-se identificadas na planta de ordenamento e correspondem a: IP4/A4, IP9/A11 e EN210 (Variante).
I. Integra as vias cujas funções principais consistem em ligar as diversas sedes de freguesia e os outros polos geradores de tráfego entre si e à sede do concelho, bem como assegurar ligações alternativas de importância secundária ao exterior devendo garantir, de uma forma equilibrada e variável, as funções mobilidade e acessibilidade.
II. As vias existentes que compõe este nível hierárquico encontram-se identificadas na planta de ordenamento e correspondem a: EN15, EN101, EN101-5, EN210 e EN211 (Variante), incluindo os respetivos troços desclassificados; e EM(2)11-1, EM516, EM567 e EM570.
I. Integra as vias municipais que asseguram o acesso local a pequenos aglomerados polarizados por sedes de freguesia ou outros núcleos de maior dimensão, podendo ainda servir algumas ligações de importância local ao exterior, desempenhando, fundamentalmente, a função de acessibilidade.
II. As vias que compõem este nível hierárquico encontram-se identificadas na planta de ordenamento e correspondem a estradas municipais.
I. Integra, essencialmente, as estradas e os caminhos municipais (EM e CM) menos relevantes, incluindo um número significativo de vias sem classificação administrativa.
II. As vias que compõem este nível hierárquico encontram-se identificadas na planta de ordenamento.
Regime de proteção
I. 20 m para a EM15;
II. 17 m para as EM(2)10 e EM(2)11-1;
III. 8 m para as restantes vias municipais.
I. 15 m para a EM 312;
II. 8 m para as restantes vias municipais.
Rede ferroviária
A rede ferroviária integra as infraestruturas das linhas de caminho de ferro do Douro e do Tâmega, aplicando-se o estabelecido na lei e regulamentos específicos em termos de gestão e funcionamento e salvaguarda das zonas de servidão.
Rede de mobilidade suave
Regime de uso do solo
Qualificação do solo
I. Espaço florestal de conservação tipo I;
II. Espaço florestal de conservação tipo II;
III. Espaço florestal de produção;
I. Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal tipo I;
II. Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal tipo II;
III. Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal tipo III.
I. Espaço de exploração consolidada;
I. Espaço de Atividade Industrial tipo I;
II. Espaço de Atividade Industrial tipo II.
I. Espaço Central de Nível I;
II. Espaço Central de Nível II;
III. Espaço Central de Nível III.
I. Espaço Residencial de Nível I,
II. Espaço Residencial de Nível II,
III. Espaço Residencial de Nível III.
IV. Espaços Residenciais de Nível IV;
I. Espaço Verde de Utilização Pública;
II. Espaço Verde Misto;
III. Espaço Verde de Proteção;
IV. Espaço Verde a Salvaguardar.
I. Espaço de Uso Especial - Equipamentos;
II. Espaço de Uso Especial - Turismo.
Compatibilidade de usos e atividades
Integração e transformação de preexistências
Legalização de edificações e atividades
Condições gerais de edificabilidade
Determinação da edificabilidade de um prédio
Condicionamentos estéticos, ambientais e paisagísticos
Medidas de defesa da floresta contra incêndios
De caráter geral
I. A inexistência de qualquer outra habitação no mesmo prédio;
II. A habitação seja isolada e unifamiliar e o número de pisos não seja superior a dois acima da cota de soleira.
I. A deposição de resíduos líquidos e sólidos, de inertes e de materiais de qualquer natureza, o lançamento de efluentes sem tratamento prévio e adequado, de acordo com a legislação em vigor;
II. A instalação de indústrias poluentes;
III. A exploração de recursos geológicos, fora das áreas de exploração consolidada, exceto em situações de interesse público;
Estabelecimentos industriais e comerciais
Quando admitidos estabelecimentos industriais agroalimentares e de transformação ou venda de produtos agrícolas, pecuários e florestais, na construção e ampliação de edifícios, assim como na sua legalização, são aplicados os parâmetros estabelecidos em cada categoria ou subcategoria de espaço e as seguintes disposições:
Espaços de recreio e lazer
Os parques de merendas, praias fluviais e outros espaços coletivos de recreio e lazer são obrigatoriamente equipados com zonas de estadia, acessos viários e pedonais, estacionamento automóvel, instalações sanitárias, infraestruturas de água e de saneamento básico, recolha de resíduos sólidos e meios de supressão imediata de incêndios florestais.
Atividades pecuárias
Áreas complementares e potenciais
Recuperação ambiental e paisagística das explorações
Identificação
Os Espaços Agrícolas são espaços com aptidão de aproveitamento agrícola e em que o uso agrícola é dominante.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Os Espaços Florestais de Conservação Tipo I correspondem a zonas com uso ou aptidão florestal, localizadas sobre áreas de maior sensibilidade ecológica, integradas dentro da área do SIC PTCON0003 Alvão-Marão e da área inserida na proposta da Paisagem Protegida da Serra da Aboboreira, incluindo ainda os habitats florestais 91B0 - Freixiais termófilos de Fraxinus angustifolia e 9230 - Carvalhais galaico-portugueses de Quercus robur e Quercus pyrenaica, bem como o Perímetro Florestal das Serras do Marão e Meia Via, povoamento de sobreiros e ainda leitos e margens, com 20 m para cada lado, dos principais cursos de água dentro do SIC Alvão-Marão.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Os Espaços Florestais de Conservação Tipo II correspondem a zonas com uso ou aptidão florestal, localizadas sobre áreas com risco de erosão e nas principais cabeceiras de linhas de água, conforme definido na proposta de Reserva Ecológica Nacional, integrando ainda as galerias ripícolas dos principais cursos de água, com 20 m para cada lado do curso de água, localizando-se estes fora do SIC Alvão-Marão, e também o continuum biológico e de biodiversidade na ligação entre estes sistemas.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Os Espaços Florestais de Produção compreendem as áreas onde se verifica uma ocupação florestal cujas principais funções são a produção de lenho, com utilização de espécies como o eucalipto, o pinheiro-bravo ou outras e a produção de frutos, sementes, resinas, entre outros, em povoamentos puros ou em consociação com folhosas.
Ocupações e utilizações
Sem prejuízo das restrições aplicáveis às áreas inseridas na Estrutura Ecológica Municipal, são usos compatíveis dos espaços florestais de produção:
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Os Espaços de Uso Múltiplo Agrícola e Florestal Tipo I correspondem a áreas ocupadas quer por sistemas agrossilvo-pastoris quer por usos agrícolas e silvícolas alternados e funcionalmente complementares, onde se integra uma relativamente extensa área de baldios, em que se desenvolvem as zonas de pastoreio na serra do Marão, integrando-se simultaneamente no SIC PTCON0003 Alvão-Marão e na área proposta da Paisagem Protegida da Serra da Aboboreira.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Os espaços de uso múltiplo agrícola e florestal tipo II correspondem a áreas ocupadas quer por sistemas agrossilvopastoris quer por usos agrícolas e silvícolas alternados e funcionalmente complementares, e que funcionam de forma complementar aos espaços agrícolas.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Os Espaços de Uso Múltiplo Agrícola e Florestal de Tipo III correspondem a áreas ocupadas por floresta aberta, matos e áreas agrossilvopastoris existentes no planalto da Aboboreira, com valor estético, ecológico ou cultural.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Os Espaços de Exploração Consolidada são áreas onde ocorre atividade produtiva significativa e que correspondem a parte das áreas concessionadas, licenciadas ou em vias de licenciamento.
Usos e regime de edificabilidade
Identificação
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
As Áreas de Edificação Dispersa correspondem a áreas de uso misto, sem funções urbanas prevalecentes, de ocupação rarefeita.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Estes espaços identificam equipamentos existentes ou previstos em solo rústico.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
As obras de ampliação de edifícios existentes legais, bem como as novas edificações estão sujeitas aos seguintes condicionamentos e parâmetros:
Identificação
Os Espaços de Atividade Industrial Tipo I correspondem a áreas destinadas à instalação de atividades económicas localizadas em solo rústico diretamente ligadas ao aproveitamento de produtos agrícolas, pecuários, florestais e geológicos.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
A construção de novos edifícios e ampliação de edifícios existentes legais tem de cumprir os seguintes parâmetros:
Identificação
Correspondem aos espaços onde se localizam os estabelecimentos com produtos explosivos em solo rústico.
Ocupações e utilizações
Estes espaços integram os estabelecimentos com produtos explosivos existentes, sendo apenas permitida a ampliação de edifícios existentes legais, desde que observadas as disposições definidas na legislação em vigor.
Regime de edificabilidade
A ampliação de edifícios existentes legais tem que cumprir os seguintes parâmetros:
Disposições comuns às diferentes categorias de solo urbano
Identificação
Ocupações e utilizações
Regime de Edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
(ver documento original)
Identificação
Os espaços de atividades económicas correspondem a áreas que se destinam preferencialmente ao acolhimento de atividades económicas com especiais necessidades de afetação e organização do espaço urbano, nomeadamente atividades industriais, de armazenagem e logística, comércio e serviços, equipamentos complementares, podendo ainda acolher estabelecimentos de diversão noturna ou outras atividades que, pelas suas características, se revelem incompatíveis com a sua localização nas restantes categorias de solo urbano e não perturbem o normal funcionamento das áreas empresariais.
Ocupações e utilizações
Regime de edificabilidade
Identificação
Os espaços de uso especial são áreas onde se localizam equipamentos ou infraestruturas estruturantes ou outros usos específicos em solo urbano, nomeadamente recreio, lazer e turismo, e subdividem-se em:
Espaços de Uso Especial de Equipamento - Regime específico
Espaços de Uso Especial de Turismo - Regime específico
Identificação
Espaços Verdes de Utilização Pública - Regime específico
Espaço Verde Misto - Regime específico
Espaço Verde de Proteção - Regime específico
Espaço Verde a Salvaguardar - Regime específico
Identificação
Regime específico
Identificação
I. Classificação Acústica (zonas mistas, zonas sensíveis e zonas de conflito);
II. Sistema de Vistas do Centro Histórico da Cidade;
III. Património Natural (Mina de Vieiros - geossítio; Fragas de Lagido - geomonumento);
IV. Estrutura Ecológica Municipal
I. Riscos naturais:
II. Riscos mistos:
III. Riscos tecnológicos:
Identificação
O plano identifica zonas sensíveis, zonas mistas e zonas de conflito, definidas da seguinte forma:
Regime específico
Identificação
Regime específico
Identificação
O Património Natural assinalado na Planta de Ordenamento - Salvaguarda e Riscos ao Uso do Solo corresponde ao geossítio "Minas de Vieiros" e às "Fragas de Lagido", os quais são áreas de ocorrência de elementos geológicos com reconhecido valor científico, educativo, estético e cultural.
Regime específico
Identificação
Regime específico
I. Estruturas tradicionais associadas à atividade agrícola, nomeadamente, eiras, poços, tanques, noras, moinhos e muros de pedra;
II. Sebes de compartimentação da paisagem;
III. Estruturas de conservação da água e dos solos (socalcos agrícolas).
Identificação
As áreas sujeitas a cheias e inundações correspondem à área contígua à margem de um curso de água e que se estende até à linha alcançada pela maior cheia conhecida no concelho.
Regime específico
À ocupação das áreas com Suscetibilidade de Cheias e Inundações, identificadas na Planta de Ordenamento - Salvaguarda e Riscos ao Uso do Solo, aplica-se o disposto na legislação das "zonas inundáveis ou ameaçadas pelas cheias", e obedece aos seguintes condicionalismos:
Identificação
As principais zonas com Suscetibilidade Sísmica estão situadas nas áreas próximas das falhas e fraturas existentes no concelho, onde deve ser assegurada a segurança de pessoas e bens relativamente à ocorrência de sismos.
Regime específico
Nas áreas identificadas com suscetibilidade sísmica, correspondentes às falhas e fraturas identificadas na Planta de Ordenamento - Salvaguarda e Riscos ao Uso do Solo, a nova edificação e as obras de ampliação de edifícios existentes legais têm que respeitar a legislação em vigor, bem como o disposto no Regulamento de Segurança e Ações nas Estruturas de Edifícios e Pontes, e também o Eurocódigo 8.
Identificação
As áreas com Suscetibilidade de Movimentos de Massa em Vertentes correspondem a áreas com risco de deslizamento do solo elevado, situadas em zonas de vertentes mais abruptas, em especial nas zonas com geologia mais desfavorável nas zonas de serra.
Regime específico
A ocupação das áreas com suscetibilidade de movimentos de massa em vertentes, obedece aos seguintes condicionalismos:
Identificação
As áreas com Suscetibilidade de Erosão Hídrica do Solo, delimitadas na Planta de REN como Áreas com Risco de Erosão, correspondem às áreas de declive mais acentuado no concelho.
Regime específico
Nas áreas identificadas com suscetibilidade de erosão hídrica do solo, a construção de novos edifícios obedece aos seguintes condicionalismos:
Identificação
As áreas com Suscetibilidade de Degradação e Contaminação dos Solos resultam de fontes de poluição como a poluição difusa e fontes de poluição localizadas ou pontuais delimitadas na Planta de Ordenamento - Salvaguarda e Riscos ao Uso do Solo, que podem ter como consequência a contaminação dos solos, biológica ou química.
Regime específico
Identificação
As áreas com risco de Acidentes em Estabelecimentos de Fabrico e de Armazenagem de Produtos Explosivos correspondem às Indústrias de Pirotecnia no Município e aos estabelecimentos abrangidos pela diretiva SEVESO, encontrando-se identificadas para todo o concelho através dos respetivos licenciamentos.
Regime específico
Parâmetros de dimensionamento e âmbito de aplicação
(ver documento original)
a.c. - área de construção.
a.c.hab. - área de construção para habitação.
a.c.com. - área de construção para comércio.
a.c.serv. - área de construção para serviços.
a.c.ind./armaz. - área de construção para indústria ou armazéns.
a.m.f (área média do fogo) - quociente entre a área de construção para habitação e o número de fogos.
Cedências
Âmbito
O município promove a execução coordenada e programada do Plano Diretor Municipal, procedendo à realização das infraestruturas e dos equipamentos de acordo com o interesse público, os objetivos e as prioridades aí estabelecidas.
Unidades de execução
A delimitação das unidades de execução tem de:
Unidades Operativas de Planeamento e Gestão
Objetivos e regulamentação por UOPG
Disposições supletivas
Na ausência dos planos municipais de ordenamento do território, a execução processa-se em acordo com o estabelecido pelo presente Plano para cada uma das categorias de espaço em causa.
Constituição
Constituição
Âmbito
Mecanismos de perequação
Áreas urbanas de génese ilegal - AUGI
Alterações à legislação
Quando a legislação em vigor mencionada neste regulamento ou denominações de entidades forem alteradas, as remissões expressas que para elas se fazem, consideram-se automaticamente transferidas para a nova legislação ou novas denominações ou deixarão de ter efeito caso se trate de revogação ou extinção.
Monitorização do Plano Diretor Municipal
O Plano Diretor Municipal de Amarante será objeto de monitorização e avaliação, cujos resultados permitirão apreciar o desenvolvimento dos objetivos propostos, e que consiste em:
Incentivos
Avaliação e revisão
Disposições revogatórias
É revogado o Plano Diretor Municipal de Amarante ratificado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 165/97, de 29 de setembro.
Entrada em vigor
O Plano entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Diário da República.
ANEXOS
ANEXO I
Ações, Atividades ou projetos condicionados a parecer vinculativo da entidade da tutela
Agricultura, Silvicultura e Aquicultura:
a) Projetos de emparcelamento rural com ou sem infraestruturas para regadio;
b) Reconversão de terras não cultivadas há mais de 5 anos para agricultura intensiva;
c) Projetos de desenvolvimento agrícola que incluam infraestruturação de rega e drenagem;
d) Florestação e reflorestação, desde que implique a substituição de espécies preexistentes, em áreas isoladas ou contínuas, com espécies de rápido crescimento e desflorestação destinada à conversão para outro tipo de utilização das terras, bem como as florestações para recuperação do coberto vegetal;
e) Instalações de pecuária intensiva;
f) Instalações de piscicultura intensiva;
g) Plantação/expansão/reconversão de olival, pomares e vinha.
Indústria:
a) Todas.
Projetos e Infraestruturas:
a) Projetos de loteamento, parques industriais e plataformas logísticas;
b) Operações de loteamento urbano, incluindo a construção de conjunto comercial e de parques de estacionamento ((maior que)1 ha);
c) Construção de vias férreas e instalações de transbordo intermodal e de terminais intermodais;
d) Construção de aeroportos e aeródromos;
e) Construção de estradas;
f) Construção de vias navegáveis, obras de canalização e regularização de cursos de água;
g) Barragens e outras instalações destinadas a reter a agua ou armazena-la de forma permanente;
h) Linhas de elétrico, linhas de metropolitano aéreas e subterrâneas, linhas suspensas ou análogas de tipo específico, utilizadas exclusiva ou principalmente para transporte de passageiros;
i) Construção de aquedutos, adutoras, redes de abastecimento de água e redes de saneamento;
j) Sistemas de captação e realimentação artificial de águas subterrâneas.
Outros projetos:
a) Pistas de corridas e de treinos para veículos a motor;
b) Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR);
c) Locais para depósito de lamas.
Turismo:
a) Estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos e hotéis rurais, e projetos associados;
b) Parques de campismo e de caravanismo;
c) Parques temáticos;
d) Campos de golfe;
e) Espaços e/ou infraestruturas destinadas ao recreio, lazer e atividades desportivas;
f) A prática de atividades motorizadas organizadas e competições desportivas fora dos perímetros urbanos;
g) Ancoradouros e praias fluviais.
ANEXO II
Ações, atividades ou projetos a promover, ou condicionados a parecer vinculativo da entidade competente, para a área da Paisagem Protegida da Serra da Aboboreira
a) São promovidas as seguintes ações, atividades ou projetos:
I. Promoção e acompanhamento de um modelo de gestão de uso múltiplo;
II. Conservação das manchas mais desenvolvidas de florestas autóctone;
III. Proteção estrita das formações com valor natural mais elevado;
IV. Proteção das linhas de água e da vegetação ribeirinha;
V. Elaborar planos de gestão localizados, em particular para o planalto da Aboboreira;
VI. Recuperar zonas húmidas;
VII. Preservar os maciços rochosos e habitats rupestres associados;
b) São condicionadas a parecer da entidade competente as seguintes ações, atividades ou projetos;
I. Expansão urbano-turística;
II. Construção de novas infraestruturas;
III. Intervenções nas infraestruturas;
IV. Intervenções nos cursos de água;
V. Atividades de recreio e lazer;
VI. Realização de dragagens e a extração de inertes;
VII. Acesso a áreas sensíveis;
VIII. A exploração de recursos geológicos, fora das áreas de exploração consolidada.
ANEXO III
Património Arquitetónico, Arqueológico e Natural
Património Classificado e em Vias de Classificação
Interesse Nacional (MN):
Mosteiro de Travanca, compreendendo o convento, a igreja e a torre (MN), lugar do Mosteiro, freguesia de Travanca - Decreto n.º 2199, DG, 1.ª série, n.º 16, de 27/01/1916;
Paço de Dona Loba (MN), lugar da Torre, freguesia de Padronelo - Decreto n.º 95/78, DR, 1.ª série, n.º 210, de 12/09/1978;
Igreja do Salvador, de Freixo de Baixo (MN), lugar do Mosteiro, União das freguesias de Freixo de Cima e de Baixo - Decreto n.º 25513, DG, 1.ª série, n.º 138, de 18/06/1935; ZEP - Portaria publicada no DG, 2.ª série, n.º65, de 18/03/1971;
Igreja de São João Batista de Gatão, incluindo as pinturas murais a fresco que a decoram (MN), lugar da Igreja, União das freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto n.º 30762, DG, 1.ª série, n.º 225, de 26/09/1940; Decreto n.º 33587, DG, 1.ª série, n.º 63, de 27/03/1944; ZEP - Portaria publicada no DG, 2.ª série, n.º 38, de 16/02/1951;
Igreja de São Gonçalo e claustro (MN), Praça da República, Amarante, União das freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto de 16/06/1910, DG, n.º 136, de 23/06/1910) - MN;
Ponte sobre o Tâmega (MN), da Praça da República ao Largo do Paço, Amarante, União de freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto de 16/06/1910, DG, n.º136, de 23/06/1910.
Interesse Público (MIP, CIP, SIP ou IIP):
Casa do Carvalho (IIP), S. Salvador, União das Freguesias de Real, Ataíde e Oliveira - Decreto n.º 28/82, DR, 1.ª série, n.º 47, de 26/02/1982;
Igreja de Salvador de Lufrei (IIP), lugar da Igreja, Freguesia de Lufrei - Decreto n.º 516/71, DG, 1.ª série, n.º 274, de 22/11/1971;
Igreja de São Martinho de Mancelos (IIP), lugar do Mosteiro, Freguesia de Mancelos - Decreto n.º 24347, DG, 1.ª série, n.º188, de 11/08/1934; ZEP e Zona non aedificandi - Portaria n.º 332/79, DR, 1.ª série, n.º 156, de 9/07/1979;
Igreja românica de Santo André de Telões (IIP), lugar de Mosteiro, freguesia de Telões - Decreto n.º 129/77, DR, 1.ª série, n.º 226, de 29/09/1977;
Pelourinho de Ovelha (IIP), lugar da Rua, União das freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea - Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231, de 11/10/1933;
Pelourinho de Santa Cruz de Riba Tâmega (IIP), Largo Carlos Freitas, Vila Meã, União das freguesias de Real, Ataíde e Oliveira - Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231, de 11/10/1933 e inventário da ANBA, de 1935;
Igreja Velha de Gondar (IIP), lugar de Mosteiro, freguesia de Gondar - Decreto n.º 95/78, DR, 1.ª série, n.º 210, de 12/09/1978;
Casa de Pascoais (IIP), Pascoaes, União de freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto n.º 129/77, DR, 1.ª série, n.º 226, de 29/09/1977;
Convento de Santa Clara e restos da capela (IIP), Largo de Santa Clara, Amarante, União de freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto n.º 735/74, DG, 1.ª série, n.º 297, de 21/12/1974;
Conjunto megalítico da Abogalheira (IIP), freguesia de Gouveia (S. Simão) - Decreto n.º29/90, DR, 1.ª série, n.º 163, de 17/07/1990;
Igreja de Santa Maria de Jazente (IIP), freguesia de Jazente - Decreto n.º 129/77, DR, 1.ª série, n.º 226, de 29/09/1977;
Igreja de São Pedro, incluindo a sacristia, bem como os retábulos de talha e os azulejos que revestem o interior (IIP), Largo de S. Pedro, Amarante, União das freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto n.º 28/82, DR, 1.ª série, n.º 47, de 26/02/1982;
Solar dos Magalhães (IIP), Largo de Santa Luzia, Amarante, União das Freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto n.º 516/71, DG, 1.ª série, n.º 274, de 22/11/1971;
Conjunto definido por diversos arruamentos, bem como os espaços livres públicos que os mesmos ligam em Amarante (Rua Dr. Miguel Pinto Martins e Rua Teixeira de Vasconcelos e parte nascente da Rua 5 de Outubro; Praça da República e Alameda de Teixeira de Pascoais; Rua 31 de janeiro e Largo do Conselheiro António Cândido) (IIP), União de freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto n.º 735/74, DG, 1.ª série, n.º 297, de 21/12/1974;
Igreja da São Domingos, incluindo a obra de talha nela existente (IIP), Rua de Frei José Amarante, Amarante, União de freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Decreto n.º 95/78, DR, 1.ª série, n.º 210, de 12/09/1978;
Solar de Vila Garcia (IIP), Rua da Igreja, Vila Garcia, União das freguesias de Vila Garcia, Aboim e Chapa - Decreto n.º 28/82, DR, 1.ª série, n.º 47, de 26/02/1982;
Pousada de São Gonçalo (IIP), Curva do Lancete, N15, Freguesia de Ansiães - Portaria n.º 770/2008, DR, n.º 177, de 12/09/2008; ZEP - Portaria n.º 770/2008, DR, n.º 177, de 12/09/2008;
Casa de Tardinhade (MIP), Tardinhade, União das freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão - Portaria n.º 740-EA/2012, DR, 2.ª série, n.º 248 (suplemento), de 24/12/2012; ZEP - Portaria n.º 740-EA/2012, DR, 2.ª série, n.º 248 (suplemento), de 24/12/2012.
Interesse Municipal (IM):
Mamoa de São Simão (IM), freguesia de Gouveia (S. Simão) - Decreto n.º 26-A/92, DR, 1.ª série - B, n.º 126, de 1/06/1992).
Património Em Vias de Classificação
Igreja da Misericórdia (IIP), Largo da Misericórdia, União de freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão.
Património Arquitetónico Inventariado
(1.03) Ansiães
1.03.02 - Capela de Santo António
1.03.03 - Igreja Matriz de Ansiães (S. Paio)
1.03.04 - Capela da Sra de Moreira
1.03.05 - Viveiros das Trutas e Casa do Torno (Florestal)
1.03.06 - Casas dos Guardas Florestais
(1.07) Candemil
1.07.01 - Igreja Matriz de Candemil
1.07.02 - Escola Primária de Candemil
1.07.03 - Casa de António Cândido e Cruzeiro
1.07.04 - Capela de N. Sra da Corvachã
(1.12) Fregim
1.12.01 - Igreja Matriz de Fregim (Sta Maria)
1.12.02 - Casa de Pousada (Visconde da Granja)
1.12.03 - Casa da Capela
1.12.04 - Capela de S. Sebastião
1.12.05 - Casa de S. Miguel
1.12.06 - Casa da Mó
1.12.07 - Casa da Laje
1.12.08 - Capela de Quintã (S. Pedro)
1.12.09 - Casa da Obra
1.12.10 - Ponte da Baia (CF)
1.12.11 - Casa de Guimarei
1.12.12 - Casa da Pousada (D. Emília de Sousa)
1.12.13 - Capela da Sra da Ajuda
(1.15) Fridão
1.15.01 - Solar das Chousas
1.15.02 - Igreja de S. Faustino
1.15.03 - Casa de S. Faustino
1.15.04 - Casa do Guarda Florestal (Feiteira)
(1.17) Gondar
1.17.02 - Conjunto do Lugar da Ovelhinha
1.17.03 - Igreja Matriz de Gondar
1.17.04 - Capela de Vila Seca
1.17.05 - Casa de Saída
1.17.06 - Casa do Encontro
1.17.07 - Conjunto do Lugar de Vilela e Casa da Barroca
1.17.08 - Casa do Cavalinho
1.17.09 - Casa das Chedas
(1.18) Jazente
1.18.02 - Quinta do Cimo de Vila
1.18.03 - Casa do Carvalhal
(1.19) Lomba
1.19.01 - Igreja Matriz de Lomba
1.19.02 - Moinhos no Rio Ovelha
(1.20) Louredo
1.20.01 - Casa de Souto Vedro
1.20.02 - Igreja Velha de Louredo (S. João Batista)
1.20.03 - Capela de Sta Cruz
(1.21) Lufrei
1.21.02 - Capela de S. Miguel
1.21.03 - Capela do Salvador do Mundo
1.21.04 - Quinta de Frariz
1.21.05 - Fábrica Garcia Ribeiro e Bairro Operário
1.21.06 - Casa de Santiago
1.21.07 - Casa do Assento
1.21.08 - Casa da Pena
1.21.09 - Casa do Engenho
(1.23) Mancelos
1.23.02 - Conjunto do Lugar de Manhufe
1.23.03 - Casa de Manhufe
1.23.04 - Capela da Sra da Encarnação ou da Costa
1.23.05 - Capela do Padrão
1.23.06 - Quinta da Costa (Casa de Ana Guedes da Costa)
1.23.07 - Casa de Travancela
1.23.08 - Quinta de S. Tomé
1.23.09 - Casa Rural e Anexos (Pidre)
1.23.10 - Conjunto do Lugar de Pidre
1.23.11 - Casa de Celo
1.23.12 - Casa de Nogueira
1.23.13 - Escola Primária de Celo
1.23.14 - Casa das Quintãs
1.23.15 - Casa da Sombreireira e Capela
1.23.16 - Capela da Gateira
(1.26) Padronelo
1.26.02 - Igreja Matriz de Padronelo (Sto André)
1.26.03 - Conjunto do Lugar da Estrada
(1.28) Rebordelo
1.28.01 - Igreja Matriz de Rebordelo (N. Sra das Neves)
1.28.02 - Conjunto de Mouquim
1.28.03 - Casa do Guarda Florestal
1.28.04 - Casa de Relvas
(1.29) Salvador do Monte
1.29.01 - Igreja Matriz de Salvador do Monte
1.29.02 - Quinta de Gondeiro
1.29.03 - Conjunto do Lugar de Folgoso
(1.34) Gouveia (S. Simão)
1.34.01 - Igreja Matriz de Gouveia S. Simão
1.34.02 - Alminhas
1.34.03 - Quinta da Oliveira e Capela da Sra da Luz
(1.35) Telões
1.35.02 - Casa da Lama
1.35.03 - Casa da Covilhã
1.35.04 - Casa de Todeia
1.35.05 - Casa da Mó
1.35.06 - Casa de Vilar de Murzelos e Capela
1.35.07 - Casa de Freitas
1.35.08 - Casa da Hera
1.35.09 - Casa do Areeiro
(1.36) Travanca
1.36.03 - Capela de S. Miguel-O-Anjo
1.36.04 - Capela de S. Sebastião
1.36.05 - Casa de Carapeços
1.36.06 - Casa da Fonte
1.36.07 - Casa da Pedreira
1.36.08 - Casa da Carreira
1.36.09 - Casa das Teixeiras
(1.38) Vila Caiz
1.38.01 - Igreja Matriz de Vila Caiz
1.38.02 - Estação dos caminhos de ferro de Vila Caiz
1.38.03 - Conjunto do Lugar de Coura
1.38.04 - Casa de Cimo de Vila (Sede da Honra de Vila Caiz)
1.38.05 - Conjunto da Quinta da Pena
1.38.06 - Casa Rural de Ametade
1.38.07 - Capela da Sra da Graça
1.38.08 - Casa da Ametade
(1.39) Vila Chã do Marão
1.39.01 - Igreja Matriz de Vila Chã do Marão
1.39.02 - Ponte do Borralheiro
1.39.03 - Casa da Igreja
1.39.04 - Casa da Lama
1.39.05 - Casa de Sta Eulália
1.39.06 - Casa e Capela de Ribas
1.39.07 - Casa do Paço
(1.41) União das Freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea
1.41.02 - Ponte de Tornada
1.41.03 - Igreja Matriz de Sanche (Sto Isidoro)
1.41.04 - Igreja Matriz de Várzea (S. João)
1.41.05 - Igreja Matriz de Aboadela (Sta Maria)
1.41.06 - Conjunto do Lugar da Rua
1.41.07 - Casa do Guarda Florestal (Carregal)
1.41.08 - Capela de S. Bento
1.41.09 - Casa do Lugar da Carvalhada
(1.42) União das Freguesias de Amarante (S. Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão
1.42.04 - Capela da Senhora do Vau
1.42.05 - Apeadeiro dos caminhos de ferro de Gatão
1.42.06 - Igreja Matriz de Cepelos (Sta Maria)
1.42.07 - Centro Histórico
1.42.08 - Casa de Fontelas
1.42.09 - Cine-Teatro de Amarante
1.42.10 - Igreja Matriz da Madalena (Sta Maria Madalena)
1.42.11 - Casa da Cerca d'Além
1.42.12 - Casa do Correio
1.42.13 - Casa de Saúde de Santa Maria Madalena
1.42.21 - Casa dos Morleiros
1.42.22 - Igreja de S. Veríssimo
1.42.23 - Mirante e Fonte na Rua Cândido dos Reis
1.42.24 - Casa do Cedro
1.42.25 - Estação dos caminhos de ferro de Amarante
1.42.26 - Moinhos da Feitoria
1.42.27 - Casa da Feitoria
1.42.28 - Casa da Granja
1.42.29 - Casa de Pinheiro
1.42.30 - Casa de Pinheiro D' Além
1.42.31 - Casa de Sá
1.42.32 - Casa de Pinheiro (antiga)
1.42.33 - Ponte da Benfica (CF)
1.42.34 - Capela de S. Lázaro
1.42.35 - Casa do Administrador (Parque Florestal)
1.42.36 - Capela da Sra dos Milagres
1.42.37 - Casa do Assento
1.42.38 - Casa de Belos Ares
1.42.39 - Tribunal
(1.43) União das Freguesias de Bustelo, Carneiro e Carvalho de Rei
1.43.01 - Igreja Matriz de Bustelo
1.43.02 - Igreja Matriz de Carneiro
1.43.03 - Conjunto do Lugar do Castelo
1.43.04 - Igreja Matriz de Carvalho de Rei
1.43.05 - Conjunto de Carvalho de Rei
1.43.06 - Conjunto de Travanca do Monte (Levada)
1.43.07 - Casa da Levada
1.43.08 - Estalagem da Estrada Pombalina
1.43.09 - Capela de N. Sra da Piedade
(1.44) União das Freguesias de Figueiró (Santiago e Santa Cristina)
1.44.01 - Igreja Matriz de Figueiró Sta Cristina
1.44.02 - Casa de S. Bento
1.44.03 - Igreja Matriz de Figueiró Santiago
1.44.04 - Casa de Vila Nova
1.44.05 - Conjunto do Lugar do Bairro
1.44.06 - Casa do Castelo
1.44.07 - Casa de Carlos Babo
1.44.08 - Casa de Cabeceiras
1.44.09 - Casa do Monte e Capela do Souto
1.44.10 - Palacete de D. Maria
1.44.11 - Conjunto do Lugar de Sampaio
1.44.12 - Residência Paroquial
1.44.13 - Conjunto do Lugar da Corredoura
1.44.14 - Casa da Corredoura
(1.45) União das Freguesias de Freixo de Cima e de Baixo
1.45.02 - Casa da Faia
1.45.03 - Casa de Alvellos
1.45.04 - Casa de Soutelo
1.45.05 - Casa de Belmonte
1.45.06 - Casa de Cadafaz
(1.46) União das Freguesias de Ôlo e Canadelo
1.46.01 - Fonte de Canadelo
1.46.02 - Igreja Matriz de Canadelo
1.46.03 - Casa da Nogueira
1.46.04 - Conjunto Rural de Pousadela
1.46.05 - Casa do Guarda Florestal (Covelo do Monte)
1.46.06 - Casa do Guarda Florestal (Sapinha)
1.46.07 - Central Hidroelétrica e Barragem do Rio Ôlo
(1.47) Vila Meã
1.47.03 - Igreja Velha de Real/Igreja de S. Salvador
1.47.04 - Igreja Matriz de Ataíde
1.47.05 - Fonte da Feira
1.47.06 - Capela da Feira
1.47.07 - Casa do Marmoiral
1.47.08 - Casa da Viscondessa
1.47.09 - Quinta do Ribeiro
1.47.10 - Capela da Sra da Guia
1.47.11 - Igreja Matriz de Oliveira
1.47.12 - Estação dos caminhos de ferro de Vila Meã
1.47.13 - Capela do Pinheiro (N. Sra do Rosário)
1.47.14 - Escola EB1 de Oliveira
1.47.15 - Casa da Renza
1.47.16 - Casa da Lama
1.47.17 - Casa da Boavista
1.47.18 - Estalagem
1.47.19 - Capela de São Roque
1.47.20 - Casa de São Brás
1.47.21 - Capela de São Brás e Santiago
1.47.22 - Assento de Lavoura (Vila Meã)
1.47.23 - Casa de Agustina Bessa-Luís
1.47.24 - Casa da Botica
1.47.25 - Casa das Donas
1.47.26 - Casa da Câmara
1.47.27 - Ponte CF (1940)
1.47.28 - Casa de Vila Boa
1.47.29 - Casa dos Pobres
1.47.30 - Casa da Deveza de Cima
1.47.31 - Casa da Deveza de Baixo
1.47.32 - Casa de Pinheiro
1.47.33 - Casa da Quintã
1.47.34 - Conjunto de Vila Meã
1.47.35 - Espigueiro e Eira
(1.48) União das Freguesias de Vila Garcia, Aboim e Chapa
1.48.02 - Igreja Matriz de Aboim
1.48.03 - Estação dos caminhos de ferro da Chapa
1.48.04 - Ponte Nova e Moinhos
1.48.05 - Ponte da Ribeira de Sta Natália (CF)
1.48.06 - Igreja de S. Cipriano
1.48.07 - Casa da Torre
1.48.08 - Igreja do Salvador
Património Arqueológico Inventariado
(1.03) Ansiães
A1.03.01 - Furnas do Soleiro
A1.03.02 - Furnas de Fervença
A1.03.03 - Necrópole Medieval de Ansiães
A1.03.04 - Necrópole do Pedrado (6 tumuli)
(1.07) Candemil
A1.07.01 - Furnas de Candemil
A1.07.02 - Furnas do Chelo
A1.07.03 - Monte do Crasto, lugar de Gião
A1.07.04 - Vestígio Pré-Histórico
A1.07.05 - Menir do Penedo Longo
A1.07.60 - Furnas de Chã da Mó
(1.12) Fregim
A1.12.01 - Alto do Castro de S. Jorge
(1.17) Gondar
A1.17.01 - Furnas de Gondar
A1.17.02 - Lagar do Ouro
A1.17.03 - Lagar dos Mouros/Lagar do Tapado
A1.17.04 - Valinhas
A1.17.05 - Vestígios da Necrópole Romana de Tubirei
(1.19) Lomba
A1.19.01 - Vestígios do Vicus do lugar das Paredinhas e Paraíso
A1.19.02 - Vestígios da Necrópole Romana da Lomba
(1.20) Louredo
A1.20.01 - Castro Velho/Castelo Velho
A1.20.02 - Castelo de Santa Cruz/Castro do Alto de Louredo
(1.21) Lufrei
A1.21.01 - Troço da Via do Marancinho
A1.21.02 - Vestígios da Necrópole Romana de Gatiães
A1.21.03 - Alto da Capela Velha
(1.23) Mancelos
A1.23.01 - Epígrafe de Padrão (Igreja de N. Sra da Encarnação)
A1.23.02 - Castro do Ladoeiro
(1.28) Rebordelo
A1.28.01 - Necrópole Medieval de Cristas
A1.28.02 - Ponte de Arame
A1.28.03 - Moinhos da Granja
(1.29) Salvador do Monte
A1.29.01 - Castro e tesouro de Gondeiro
A1.29.02 - Vestígios da Necrópole Romana de Louredo das Almas/Outeiro
A1.29.03 - Necrópole Medieval do Alto do Salvador
A1.29.04 - Castro do Picoto/Outeiro das Chapas
(1.34) Gouveia (S. Simão)
A1.34.04 - Mamoa 1 de Cabritos
A1.34.05 - Mamoa 2 de Cabritos
A1.34.06 - Mamoa 3 de Cabritos
A1.34.07 - Mamoa de Aldeia Nova/Mamoa de Barreiros
A1.34.08 - Mamoa 1 de Furnas
A1.34.09 - Mamoa 2 de Furnas
A1.34.10 - Necrópole Medieval do Fundo dos Chãos do Castelo/Chãos de Infesta
A1.34.11 - Mamoa de Perredendo/Mamoa de Chã do Lameiro
A1.34.12 - Mamoa de Cabras
(1.35) Telões
A1.35.01 - Vestígios pré-históricos de Faldigens
(1.38) Vila Caiz
A1.38.01 - Vestígios da Necrópole e Villa Romana de Vilarinho
A1.38.02 - Castro de Coura/Lagar de Coura
A1.38.03 - Castro do Monte da Sra da Graça
A1.38.04 - Local do achado do Tesouro Romano
(1.39) Vila Chã do Marão
A1.39.01 - Sepultura Medieval
A1.39.02 - Castro de Vila Chã
A1.39.03 - Vale dos Franceses
A1.39.04 - Mamoa de Outeiro Alto
A1.39.05 - Lagar dos Mouros
A1.39.06 - Ponte na Ribeira do Marancinho
(1.41) União das Freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea
A1.41.01 - Castro de Paredes
A1.41.02 - Troço de Via Sanche - Aboadela - Ansiães
(1.42) União das Freguesias de Amarante (S. Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão
A1.42.01 - Vestígios do Vicus e Necrópole Romana Quinta de Pascoais
A1.42.02 - Castro do Ladário
A1.42.03 - Necrópole Medieval de Fontelas
A1.42.04 - Vestígios da Villa e Necrópole Romana
A1.42.05 - Vestígios da Necrópole Romana dos Ataúdes
A1.42.06 - Vestígios de Ocupação Romana na Calçada da Misericórdia
A1.42.07 - Ponte Românica do Arquinho
A1.42.08 - Ruinas do Moinho da Quelha das Garridas
(1.43) União das Freguesias de Bustelo, Carneiro e Carvalho de Rei
A1.43.01 - Mamoa 1 de Corvachã
A1.43.02 - Mamoa 2 de Corvachã
A1.43.03 - Mamoa 3 de Corvachã
A1.43.04 - Necrópole Medieval de Corvachã
A1.43.05 - Troço de Via Romana e Medieval de Gondar - Corvachã - Pedregal
A1.43.06 - Vestígios de Villa Romana e Tesouro de Valinho
A1.43.07 - Furnas de Carneiro
A1.43.08 - Furnas de Corvachã
A1.43.09 - Gravura de Chorida 2
A1.43.10 - Castelo (castro)
A1.43.11 - Chã do Castelo
A1.43.12 - Poços de Neve
(1.44) União das Freguesias de Figueiró (Santiago e Santa Cristina)
A1.44.01 - Lagar de Espanha
A1.44.02 - Castro de Santa Marinha
(1.45) União das Freguesias de Freixo de Cima e de Baixo
A1.45.01 - Vestígios da Necrópole e Villa Romana de Campinho do Muro
(1.47) Vila Meã
A1.47.01 - Vestígios da Necrópole Romana do Bairro Brasil
(1.48) União das Freguesias de Vila Garcia, Aboim e Chapa
A1.48.01 - Castro de Vila Garcia (Ponte Nova)
Património Natural
Património Natural Classificado
(1.23) Mancelos
N1.23.01 - Arvoredo da Quinta da Sombreireira
(1.28) Rebordelo
N1.28.01 - Mina de Vieiros (geossítio)
Património Natural Inventariado
(1.41) União das Freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea
N1.41.01 - Fragas de Lagido (geomonumento)
Valores Naturais correspondentes ao Sítio PTCON0003 - Alvão-Marão
Sítio PTCON0003 - Alvão-Marão
Habitats
4030 - Charnecas secas europeias
91B0 - Freixais termófilos de Fraxinus angustifolia
9230 - Carvalhais galaico-portugueses de Quercus robur e Quercus pyrenaica
Fauna
Mamíferos
1301 - Toupeira-de-água - Galemys pyrenaicus
1304 - Morcego-de-ferradura-grande - Rhinolophus ferrumequinum
1324 - Morcego-rato-grande - Myotis myotis
1307 - Morcego-rato-pequeno - Myotis blythii
1310 - Morcego-de-peluche - Miniopterus schreibersi
1355 - Lontra - Lutra lutra
1352 - Lobo - Canis lupus
Invertebrados
1065 - Borboleta - Euphydryas aurinia
Anfíbios e Répteis
1259 - Lagarto-de-água - Lacerta schreiberi
1172 - Salamandra-Lusitânica - Chioglossa lusitanica
Peixes
1116 - Boga-Comum - Chondrostoma polylepis
1123 - Bordalo - Rutilus alburnoides
ANEXO IV
Pedidos de exclusão da REN - Áreas efetivamente já ocupadas e/ou comprometidas
(ver documento original)
ANEXO V
Pedidos de Exclusão da REN - Áreas para Satisfação de carências existentes em termos de habitação, atividades económicas, equipamentos e infraestruturas
(ver documento original)
Identificadores das imagens e respetivos endereços do sítio do SNIT
(conforme o disposto no artigo 14.º da Portaria n.º 245/2011)
40259 - ssaigt.dgterritorio.pt
40259 - ssaigt.dgterritorio.pt
40259 - ssaigt.dgterritorio.pt
40259 - ssaigt.dgterritorio.pt
40259 - ssaigt.dgterritorio.pt
40259 - ssaigt.dgterritorio.pt
40260 - ssaigt.dgterritorio.pt
40260 - ssaigt.dgterritorio.pt
40260 - ssaigt.dgterritorio.pt
40260 - ssaigt.dgterritorio.pt
40260 - ssaigt.dgterritorio.pt
40260 - ssaigt.dgterritorio.pt
40260 - ssaigt.dgterritorio.pt
40260 - ssaigt.dgterritorio.pt
40261 - ssaigt.dgterritorio.pt
40261 - ssaigt.dgterritorio.pt
40261 - ssaigt.dgterritorio.pt
40261 - ssaigt.dgterritorio.pt
40263 - ssaigt.dgterritorio.pt
40263 - ssaigt.dgterritorio.pt
40263 - ssaigt.dgterritorio.pt
40263 - ssaigt.dgterritorio.pt
40263 - ssaigt.dgterritorio.pt
40263 - ssaigt.dgterritorio.pt
40263 - ssaigt.dgterritorio.pt
40263 - ssaigt.dgterritorio.pt
40264 - ssaigt.dgterritorio.pt
40264 - ssaigt.dgterritorio.pt
40264 - ssaigt.dgterritorio.pt
40264 - ssaigt.dgterritorio.pt
40264 - ssaigt.dgterritorio.pt
40264 - ssaigt.dgterritorio.pt
40266 - ssaigt.dgterritorio.pt
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